adulto

Resenha #333 Method

Por Barbara em 10 nov • 2020

Categoria: intrínseca

15set • 20 12 livros para 2020, Desafio das GeLs, Dicas da Ba, drama, intrínseca, Lauren Groff, literatura estrangeira, resenha, Romance

Resenha #328 Destinos e Fúrias

Título: Destinos e Fúrias
Autor: Lauren Groff
Editora: Intrínseca
Gênero: Romance/ Literatura Estrangeira/ Drama
Páginas: 368
Ano: 2016
Classificação: 5 estrelas

Compre o Livro
Sinopse: Toda história tem dois lados. Todo relacionamento tem duas perspectivas. E às vezes a chave para um grande casamento não está em suas verdades, mas em seus segredos.

Aos 22 anos, Lotto e Mathilde são jovens, perdidamente apaixonados e destinados ao sucesso. Eles se conhecem nos últimos meses da faculdade e antes da formatura já estão casados. Seguem-se anos difíceis, mas românticos: reuniões com amigos no apartamento em Manhattan; uma carreira que ainda não paga as contas; uma casa onde só cabem felicidade e sexo bom. Uma década depois, o caminho tornou-se mais sólido. Ele é um dramaturgo famoso e ela se dedica integralmente ao sucesso do marido. A vida dos dois é invejada como a verdadeira definição de parceria bem-sucedida.
Porém, nem tudo é o que parece; toda história tem dois lados, e em um casamento essa máxima se faz ainda mais verdadeira. Se em Destinos somos seduzidos pela imagem do casal perfeito, em Fúrias a tempestuosa raiva de Mathilde se revela fervendo sob a superfície. Em uma reviravolta emocionalmente complexa, o que começou como uma ode a uma união extraordinária se torna muito mais.
Com profundidade e um emaranhado de tramas, a prosa vibrante e original de Destinos e fúrias comove, provoca e surpreende. Um romance sobre os muitos casamentos possíveis entre o amor, a arte e o poder e sobre os diferentes pontos de vista pelos quais essas combinações podem ser enxergadas.

Romance finalista do National Book Award de 2015 e do Kirkus Prize, eleito livro do ano pela Amazon e diversos veículos de imprensa, entre eles The Washington Post, Time, Slate e Kirkus Reviews.
Best-seller do The New York Times, Destinos e fúrias teve direitos de publicação vendidos para mais de 20 países.

Olá galera! Essa resenha é para todos que gostam de um bom romance com altas doses de realidade, que poderia muito bem ser a história de vida dos seus vizinhos ou até de seus pais. Sim, Destinos e Fúrias trabalha com a realidade e todos os segredos e verdades que envolvem um casamento.

Comprei esse livro na Bienal, numa promoção boa na Intrínseca. Creio que por não ter feito tanto sucesso, o livro ficou encalhado e eles baratearam para vender. O título de cara me chamou atenção e eu gosto de dramas familiares, desde que pus as mãos nele, eu senti uma vibe positiva de que eu iria gostar. Confesso que enrolei para começar a ler, mas não me arrependo. Foi no momento certo e valeu a expectativa.

Destinos e Fúrias conta a história de Mathilde e Lotto, suas infâncias, como se conheceram, se casaram e todas as peculiaridades que envolve um casamento. A primeira parte é narrada pela perspectiva de Lotto, e apesar do livro não ser em primeira pessoa, conseguimos facilmente entende-lo.

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11ago • 20 12 livros para 2020, Desafio das GeLs, drama, intrínseca, Liane Moriarty, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros, Romance, Suspense

Resenha #325 Até que a Culpa nos Separe

Título: Até que a culpa nos separe
Autor: Liane Moriaty
Editora: Intrínseca
Gênero: Romance/ Literatura Estrangeira/ Ficção/ Suspense
Páginas: 464
Ano: 2017
Classificação: 4 estrelas
Compre o Livro
Sinopse: Amigas de infância, Erika e Clementine não poderiam ser mais diferentes. Erika é obsessivo-compulsiva. Ela e o marido são contadores e não têm filhos. Já a completamente desorganizada Clementine é violoncelista, casada e mãe de duas adoráveis meninas. Certo dia, as duas famílias são inesperadamente convidadas para um churrasco de domingo na casa dos vizinhos de Erika, que são ricos e extravagantes.

Durante o que deveria ser uma tarde comum, com bebidas, comidas e uma animada conversa, um acontecimento assustador vai afetar profundamente a vida de todos, forçando-os a examinar de perto suas escolhas – não daquele dia, mas da vida inteira.

Em Até Que a Culpa Nos Separe, Liane Moriarty mostra como a culpa é capaz de expor as fragilidades que existem mesmo nos relacionamentos estáveis, como as palavras podem ser mais poderosas que as ações e como dificilmente percebemos, antes que seja tarde demais, que nossa vida comum era, na realidade, extraordinária.

Chegamos ao sexto livro do desafio dos 12 livros para 2020. Eu comprei Até que a Culpa nos Separe na última Bienal do Rio em 2019, estava empolgada por ter lido O Que Alice Esqueceu e não via a hora de ler mais um título da autora. Confesso que fugi da hype dos livros que viraram série, e por esse motivo foi que Até que a Culpa, me chamou a atenção.

Tudo começa em um belo dia de sol. Um churrasco na casa de uns amigos, os adultos se divertindo e as crianças também. Tudo era muito comum e normal, o dia poderia acabar assim também, mas não é o que acontece.

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30maio • 20 Fantasia, Garotos entre Livros, intrínseca, jovem adulto, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros, Romance, Stephenie Meyer

Resenha #316 Crepúsculo

Título: Crepúsculo
Série: Crepúsculo
Ordem: 1
Autor: Stephenie Meyer
Editora: Intrínseca
Gênero: Fantasia/ Romance/ Jovem Adulto/ Literatura Estrangeira
Páginas: 416
Ano: 2008
Classificação: 3,5 estrelas
Compre o Livro
Sinopse: Isabella Swan chega à nublada e chuvosa cidadezinha de Forks – último lugar onde gostaria de viver. Tenta se adaptar à vida provinciana na qual aparentemente todos se conhecem, lidar com sua constrangedora falta de coordenação motora e se habituar a morar com um pai com quem nunca conviveu. Em seu destino está Edward Cullen. Ele é lindo, perfeito, misterioso e, à primeira vista, hostil à presença de Bella – o que provoca nela uma inquietação desconcertante.

Ela se apaixona. Ele, no melhor estilo “amor proibido”, alerta: Sou um risco para você. Ela é uma garota incomum. Ele é um vampiro. Ela precisa aprender a controlar seu corpo quando ele a toca. Ele, a controlar sua sede pelo sangue dela.O que Bella não percebe é que quanto mais se aproxima dele, maior é o perigo para si e para os que a cercam. E pode ser tarde demais para voltar atrás…

Combinando sensualidade e mistério, romance e fantasia, Stephenie Meyer produz uma trama de extraordinário suspense neste primeiro volume da série que marcou sua estréia literária. Tremendamente sedutor, Crepúsculo mantém seus leitores ligados até a última página.

No ano em que o primeiro livro da saga escrita por Stephenie Meyer completa 15 anos de seu lançamento estadunidense, eu me lancei a leitura dessa história, talvez a que mais divida opiniões entre leitores, e até escritores (sim, Stephen King, se você estiver lendo essa resenha, eu sei o que você disse sobre Crepúsculo), desse modo, tive que me mudar para Forks junto com Bella.

Admito que, por muito tempo, estive do lado dos que criticavam, mesmo nunca tendo lido uma frase escrita por Stephenie, obviamente eu estava do lado errado da história, não por criticar, mas por não conhecer aquilo que eu criticava. Mas não se preocupe, eu não li a obra para falar mal, seria uma completa perda de tempo fazer isso, em geral, quando me proponho a consumir algo eu quero gostar. Não foi diferente com Crepúsculo.

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20fev • 20 Autoajuda, intrínseca, literatura estrangeira, Mark Manson, Não Ficção, resenha, Resenhas de Livros

Resenha #303 A Sutil Arte de Ligar o F*da-se

Título: A Sutil Arte de Ligar o F*da-se
Autor: Mark Manson
Editora: Intrínseca
Páginas: 224
Ano: 2017
Gênero: Autoajuda/ Não Ficção/ Literatura Estrangeira

Compre o Livro

Sinopse: Chega de tentar buscar um sucesso que só existe na sua cabeça. Chega de se torturar para pensar positivo enquanto sua vida vai ladeira abaixo. Chega de se sentir inferior por não ver o lado bom de estar no fundo do poço.

Coaching, autoajuda, desenvolvimento pessoal, mentalização positiva – sem querer desprezar o valor de nada disso, a grande verdade é que às vezes nos sentimos quase sufocados diante da pressão infinita por parecermos otimistas o tempo todo. É um pecado social se deixar abater quando as coisas não vão bem. Ninguém pode fracassar simplesmente, sem aprender nada com isso. Não dá mais. É insuportável. E é aí que entra a revolucionária e sutil arte de ligar o f*da-se.

Mark Manson usa toda a sua sagacidade de escritor e seu olhar crítico para propor um novo caminho rumo a uma vida melhor, mais coerente com a realidade e consciente dos nossos limites. E ele faz isso da melhor maneira. Como um verdadeiro amigo, Mark se senta ao seu lado e diz, olhando nos seus olhos: você não é tão especial. Ele conta umas piadas aqui, dá uns exemplos inusitados ali, joga umas verdades na sua cara e pronto, você já se sente muito mais alerta e capaz de enfrentar esse mundo cão.

Para os céticos e os descrentes, mas também para os amantes do gênero, enfim uma abordagem franca e inteligente que vai ajudar você a descobrir o que é realmente importante na sua vida, e f*da-se o resto. Livre-se agora da felicidade maquiada e superficial e abrace esta arte verdadeiramente transformadora.

A escolha do livro como a primeira leitura do ano de 2020 foi equivocada. Devo confessar que não sou muito afeto a livros de autoajuda, mas o hype em cima desse livro (ele foi o livro mais vendido no Brasil no ano passado) me fizeram dar uma chance.

Durante a leitura alguns pontos me incomodavam, os privilégios do autor ficam escancarados e quando ele começa a falar que bens materiais não trazem felicidade e que o intelectual é mais importante que o material, acaba caindo no senso comum e se delonga nisso em muitas páginas.

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16out • 19 Beth O'Leary, comédia romantica, intrínseca, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha #282 Teto Para Dois

Título: Teto Para Dois
Autor: Beth O’Leary
Editora: Intrínseca
Páginas: 400
Ano: 2019
Gênero: Romance/ Literatura Estrangeira
Classificação: 5 estrelas

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Sinopse: Eles dividem um apartamento com uma cama só. Ele dorme de dia, ela, à noite. Os dois nunca se encontraram, mas estão prestes a descobrir que, para se sentir em casa, às vezes é preciso jogar as regras pela janela.

Três meses após o término do seu relacionamento, Tiffy finalmente sai do apartamento do ex-namorado. Agora ela precisa para ontem de um lugar barato para morar. Contrariando os amigos, ela topa um acordo bastante inusitado.

Leon está enrolado com questões financeiras e tem uma ideia pouco convencional para arranjar dinheiro rápido: sublocar seu apartamento, onde fica apenas no período da manhã e da tarde nos dias úteis, já que passa os finais de semana com a namorada e trabalha como enfermeiro no turno da noite. Só que tem um detalhe importante: o lugar tem apenas uma cama.

Sem nunca terem se encontrado pessoalmente, Leon e Tiffy fecham um contrato de seis meses e passam a resolver as trivialidades do dia a dia por Post-its espalhados pela casa. Mas será que essa solução aparentemente perfeita resiste a um ex-namorado obsessivo, uma namorada ciumenta, um irmão encrencado, dois empregos exigentes e alguns amigos superprotetores?

Sabe aquele livro que parece um abraço? Teto Para Dois é ele.

Eu vi a indicação desse livro e pela sinopse já achei curioso, como assim um casal vai dividir uma casa, uma cama (!!!!!), sem se conhecerem? Como esse arranjo seria possível? Na mesma hora decidi que precisava ler e comecei imediatamente.

Eu tenho uma queda enorme por clichês de casais que dividem casa e daí desenvolvem um relacionamento, mas será que esse livro estava indo por esse caminho?

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04set • 19 intrínseca, Liane Moriarty, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha #277 O que Alice Esqueceu

Título: O que Alice Esqueceu
Autor: Liane Moriarty
Editora: Intrínseca
Páginas: 416
Ano: 2018
Gênero: Ficção/ Romance/ Literatura Estrangeira
Classificação: 5 estrelas

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Sinopse: Alice tinha certeza de que era feliz: aos 29 anos, casada com Nick, um marido lindo e amoroso, aguardando o nascimento do primeiro filho rodeada pela linda família formada por sua irmã, a mãe atenciosa e a avó. Mas tudo parece ir por água abaixo quando ela acorda no chão da academia… dez anos depois!

Enquanto tenta descobrir o que aconteceu nesse período, Alice percebe que se tornou alguém muito diferente: uma pessoa que não tem quase nada em comum com quem ela era na juventude e, pior, de quem ela não gosta nem um pouco.

Ao retratar a vida doméstica moderna provocando no leitor muitas risadas e surpresas, Liane Moriarty constrói uma narrativa ao mesmo tempo ágil e leve sobre recomeços, o que queremos lembrar e o que nos esforçamos para esquecer.

Que livro galera! Que livro!

Nunca tinha lido nada da Liane Moriarty, até o dia em que a Mi comentou sobre um livro aleatório que tinha começado. Enquanto ela falava do enredo, fui me interessando cada vez mais, porém como tinha outras leituras em andamento, deixei esse para depois. Bom, quando comecei não consegui mais parar. Passei um dia e virei uma noite lendo esse livro, foi impossível pausar a leitura até chegar ao desfecho!

O Que Alice Esqueceu conta a história de uma mulher que perde a memória após sofrer um acidente. Alice desmaia e acorda com dez anos de memórias perdidas. Ela acredita estar em 1998, grávida do primeiro filho e loucamente apaixonada pelo marido, quando na verdade está em 2008, mãe de três filhos e no meio de um processo de divórcio tenso!

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13set • 18 Fantasia, intrínseca, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha #234 Sonhos com Deuses e Monstros

Título: Sonhos com Deuses e Monstros
Autor: Laini Taylor
Série: Feita de Fumaça e Osso #3
Editora: Intrínseca
Páginas: 560
Ano: 2015
Gênero: Fantasia/Romance/ Literatura Estrangeira
Classificação: 4,5 estrelas

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Sinopse: Dois mundos se equilibram na iminência de uma terrível guerra. Na Terra, os humanos recebem com êxtase os anjos e seu imperador, que pretendem angariar armas para um combate maligno. Jael nem desconfia de que, em Eretz, quimeras e Ilegítimos ensaiam unir forças na tentativa de alcançar a paz.
Karou assumiu o controle da rebelião quimera e, ao menos na batalha contra o inimigo em comum, está, finalmente, ao lado de Akiva. É uma versão distorcida do tão antigo sonho dos dois, uma esperança de futuro para seus povos. E, talvez, para o amor que eles sentem renascer.

 

É hora de dar Tchau
É hora de dar Tchau

E assim nos despedimos de mais uma trilogia emocionante. A verdade é que é gratificante encerrar uma série com uma opinião positiva. Já vou logo avisando, nem tudo é perfeito, mas vale muito a pena conhecer a história de Karou e Akiva.

O livro começa logo após os acontecimentos de Dias de Sangue e Estrelas. Uma união entre quimeras e Serafins nunca imaginada passa a existir. Enquanto isso, Jael chega a terra com uma grande parte do seu glorioso exército de anjos, e o óbvio acontece… passam a ser adorados pelos humanos.

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01ago • 18 Fantasia, intrínseca, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha #230 Dias de Sangue e Estrelas

Título: Dias de Sangue e Estrelas
Autor: Laini Taylor
Série: Feita de Fumaça e Osso #2
Editora: Intrínseca
Páginas: 448
Ano: 2013
Gênero: Fantasia/Romance/ Literatura Estrangeira
Classificação: 5 estrelas

Compre o Livro

Sinopse: Karou, uma estudante de artes plásticas e aprendiz de um monstro, por fim encontrou as respostas que sempre buscou. Agora ela sabe quem é – e o que é. Mas, com isso, também descobriu algo que, se fosse possível, ela faria de tudo para mudar: tempos atrás Karou se apaixonou pelo inimigo, que a traiu, e por sua culpa o mundo inteiro foi punido. Na deslumbrante sequência de Feita de fumaça e osso, ela terá que decidir até onde está disposta a ir para vingar seu povo. Dias de sangue e estrelas mostra Karou e Akiva em lados opostos de uma guerra ancestral. Enquanto os quimeras, com a ajuda da garota de cabelo azul, criam um exército de monstros em uma terra distante e desértica, Akiva trava outro tipo de batalha: uma batalha por redenção… por esperança. Mas restará alguma esperança no mundo destruído pelos dois?

 

Que livro! Que livro meus caros.

Se em Feita de Fumaça e Osso nós nos encantamos com a tragédia do romance entre um Serafim e uma Quimera, algo tão blasfemo, romântico e trágico quanto Romeu e Julieta, em Dias de Sangue e Estrelas somos levados a um outro nível.

Não é apenas um novo degrau na história de Karou e Akiva, Laini Taylor nos apresenta uma nova perspectiva do mundo que criou.

Naquele ciclo de massacres, represália gerava represália, para sempre.

Karou volta para Eretz após descobrir sua verdadeira identidade e o que tinha acontecido com sua família Quimera, mas ela volta para um mundo destruído em que a guerra foi oficialmente encerrada e o que resta de sua raça, está sendo aos poucos exterminada pelos vitoriosos Serafins.

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25jul • 18 Fantasia, intrínseca, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha #229 Feita de Fumaça e Osso

Título: Feita de Fumaça e Osso
Autor: Laini Taylor
Série: Feita de Fumaça e Osso #1
Editora: Intrínseca
Páginas: 384
Ano: 2012
Gênero: Fantasia/Romance/ Literatura Estrangeira
Classificação: 5 estrelas

Compre o Livro

Sinopse: “Um romance de tirar o fôlego, sobre destino, esperança e a busca de si mesmo” The New York Times.
Pelos quatro cantos da Terra, marcas de mãos negras aparecem nas portas das casas, gravadas a fogo por seres alados que surgem de uma fenda no céu. Em uma loja sombria e empoeirada, o estoque de dentes de um demônio está perigosamente baixo. E, nas tumultuadas ruas de Praga, uma jovem estudante de arte está prestes a se envolver em uma guerra de outro mundo. O nome dela é Karou. Seus cadernos de desenho são repletos de monstros que podem ou não ser reais; ela desaparece e ressurge do nada, despachada em enigmáticas missões; fala diversas línguas, nem todas humanas, e seu cabelo azul nasce exatamente dessa cor. Quem ela é de verdade? A pergunta a persegue, e o caminho até a resposta começa no olhar abrasador de um completo estranho. Um romance moderno e arrebatador, em que batalhas épicas e um amor proibido unem-se na esperança de um mundo refeito.

 

Que livro meus amigos, que livro!

As GeLs se uniram para mais um BR e a escolha não poderia ser melhor! Essa foi a minha primeira releitura do ano e eu confesso sentir um certo receio com algumas releituras, de ter a sensação de que o livro não era tão bom assim como considerei na primeira vez que li. Por sorte isso não aconteceu aqui.

Feita se Fumaça e Osso é uma fantasia sensacional da Laini Taylor. O livro foi lançado na época do boom dos livros com anjos como protagonistas, então eu já estava saturada de romances entre humanos e anjos “caídos”, mas Feita de Fumaça me mostrou que dá pra ser criativo dentro dessa temática.

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21jun • 18 intrínseca, literatura estrangeira, mistério, resenha, Resenhas de Livros, Suspense

Resenha #225 Objetos Cortantes

Título: Objetos Cortantes
Autor: Gillian Flynn
Editora: Intrínseca
Páginas: 254
Ano: 2015
Gênero: Suspense/Thriller/Literatura Estrangeira
Classificação: 2,5 estrelas

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Sinopse: Uma narrativa tensa e cheia de reviravoltas. Um livro viciante, assombroso e inesquecível. Recém-saída de um hospital psiquiátrico, onde foi internada para tratar a tendência à automutilação que deixou seu corpo todo marcado, a repórter de um jornal sem prestígio em Chicago, Camille Preaker, tem um novo desafio pela frente. Frank Curry, o editor-chefe da publicação, pede que ela retorne à cidade onde nasceu para cobrir o caso de uma menina assassinada e outra misteriosamente desaparecida.

Desde que deixou a pequena Wind Gap, no Missouri, oito anos antes, Camille quase não falou com a mãe neurótica, o padrasto e a meia-irmã, praticamente uma desconhecida. Mas, sem recursos para se hospedar na cidade, é obrigada a ficar na casa da família e lidar com todas as reminiscências de seu passado. Entrevistando velhos conhecidos e recém-chegados a fim de aprofundar as investigações e elaborar sua matéria, a jornalista relembra a infância e a adolescência conturbadas e aos poucos desvenda os segredos de sua família, quase tão macabros quanto as cicatrizes sob suas roupas.

 

Hey pessoas! Prontos para um suspense de leve?

Então vem comigo rs.

A leitura de Objetos Cortantes foi proposta pelo Jão, nosso Snow aqui do blog. Ele comentou sobre a série que vai estrear pela HBO e antes da estreia resolvemos fazer um Buddy Read do livro. Então eu, a Mi e o Jão começamos a leitura.

Eu confesso que não consegui respeitar o cronograma de leitura, comecei o livro de manhã e terminei a noite. Foi impossível parar! O que eu considero um ponto positivo quando uma história te prende dessa forma.

O livro traz Camille, uma jornalista mediana de um jornal mediano de Chicago, como protagonista. Quando o desaparecimento de uma adolescente acontece em sua cidade natal, o chefe de Camille acredita ser essa a chance que ela precisa para fazer a matéria investigativa de sua vida.

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28set • 17 intrínseca, resenha

Resenha #201 Tony & Susan

Título: Tony & Susan
Autor: Austin Wright
Editora: Intrínseca
Gênero: Suspense/Thriller
Páginas: 334
Ano: 2011
Classificação: 3,5 estrelas
Compre o Livro

Sinopse: Há vinte e cinco anos, Susan Morrow deixou Edward Sheffield, seu primeiro marido. Certo dia, instalada confortavelmente na casa em que mora, com os filhos e o segundo marido, inesperadamente ela recebe, pelo correio, um embrulho que contém o manuscrito do primeiro romance escrito por Edward. Ele lhe pede que leia seu livro: Susan sempre foi sua melhor crítica, justifica. Tony e Susan, de Austin Wright, publicado originalmente nos Estados Unidos em 1993, ganha nova edição, dezoito anos depois de seu lançamento, por se tratar, segundo seus editores, da “mais impressionante obra de arte da ficção americana desde Revolutionary Road, de Richard Yeats”, publicado no Brasil como Foi apenas um sonho.
Ao iniciar a leitura, Susan é arrastada para dentro da vida do personagem Tony Hastings, um professor de matemática que leva a família de carro para a casa de veraneio no Maine. Quando a vida comum e civilizada dos Hastings é desviada de seu curso de forma violenta e desastrosa, Susan se vê novamente às voltas com seu passado, obrigada a encarar a própria escuridão e a dar um nome para o medo que corrói seu futuro e que vai mudar sua vida.

Tony e Susan foi um livro que comprei na bienal de 2013 ou 2015 numa promoção bem boa e acabei deixando o tempo passar sem ler, recentemente ele foi o escolhido para a leitura do mês das GeLs e fui com bastante sede ao livro porque esperava um suspense grandioso rsrs.

Tudo estava indo muito bem, história fluindo, narrativa sagaz e inteligente. Eu sentia que o livro ia em um crescente e me preparava para um desfecho no mínimo digno! E, bom…

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13maio • 16 Balada Literária, intrínseca, universo dos livros

#4 Balada Literária

Ta atoa nessa sexta-feira?
Vai deixar de ficar agora!
Porque está no ar mais uma edição do Balada Literária… tunts tunts tunts
Se é a sua primeira vez em nossa balada, vou explicar o que acontece por aqui. É simples, a balada favorita de qualquer leitor é aquela que acontece entre ele e sua leitura atual, então aqui nós indicamos três livros que podem ser lidos no fim de semana, fica a seu critério lê-los e nos contar depois sua opinião ;).

 

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