Clichê

Resenha 459 Lugar Feliz

Por Barbara em 16 maio • 2024

Categoria: Romance

16maio • 24 Clichê, drama, Emily Henry, Literatura Americana, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros, Romance, Verus

Resenha 459 Lugar Feliz

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Lugar feliz, mas não tanto assim…

Hey meus amores, tudo bem com vocês? Hoje vim comentar um pouco sobre a minha leitura de Lugar Feliz, bora para um resuminho?

O livro vai nos contar a história de Harriet, ela está indo encontrar os amigos de longa data em uma casa de praia onde tradicionalmente eles passavam as férias. A casa será vendida e essa é a última oportunidade de todos passarem um tempo juntos no lugar onde viveram tantos momentos bons, porém a vida mudou e eles já não são os jovens que se conheceram na faculdade, cada um tem suas vidas e responsabilidades, mas ainda sim estão se esforçando para se verem.

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30mar • 24 12 livros para 2023, Bertrand Brasil, clássico, desafio, Ernest Hemingway, Ficção, Literatura Americana, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha 457 O Sol Também Se Levanta

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Olá! Tudo bem com vocês?

Meu segundo Hemingway e como eu estava animada para ler esse livro, mas confesso que dei com os burros n’água rsrs. Eu gostei tanto da minha primeira experiência com o autor e imaginei que essa seria tão boa quanto, mas não foi bem assim.

Em seu livro de estreia, Hemingway nos apresenta o mundo das touradas. Jake é o personagem principal, um jornalista que vivia na Europa depois do período da segunda guerra onde ele sofreu um ferimento de guerra e isso o deixou com uma deficiência física não visível. A princípio ele está vivendo ali com seus amigos na França como um bon vivant, preso entre as confusões deles, muitas festas e bebida em excesso, até que chega o período das touradas e ele vai para a Espanha na companhia de alguns amigos e de Lady Brett, a mulher por quem ele nutre uma paixão e apesar da reciprocidade, a deficiência de Jake o impede de viver esse amor, fora que ela era uma mulher comprometida, não que isso fosse um grande impedimento para ela rs.

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22fev • 24 12 livros para 2023, Desafio das GeLs, Fantasia, jovem adulto, Literatura Americana, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros, Romance, Sabaa Tahir, Verus

Resenha 454 Um céu além da tempestade

E finalmente chegamos ao fim dessa série, cheia de altos e baixos e não sendo a minha favorita, mas que me surpreendeu com o final.

Eu comecei a ler a série Uma Chama Entre as Cinzas completamente fascinada com o universo e a trama que a Sabaa tinha criado, achei emocionante, envolvente e que tinha tudo para ser umas das minha favoritas da vida. O livro de estreia é sensacional, logo a gente se pega vivendo o mundo de Elias e Helene na academia, os desafios de Laia e encantados com os seres extraordinários que vão aparecendo, mas o fascínio acabou junto com o primeiro livro. As continuações me decepcionaram, mas ainda sim eu dei uma chance e segui com série e felizmente o último livro foi muito bom.

Aqui nós vamos ter os nossos protagonistas vivendo vidas separadas, cada um em uma missão e comprometidos a salvar a humanidade. Laia está em busca de uma forma para destruir o Portador da Noite, o grande vilão e que está tocando o terror na terra, claro que é uma tarefa bem complicada e ela vai estar a frente de um grupo disposto a ajudar nessa missão, afinal a vida de toda a humanidade depende deles.

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26out • 23 Clichê, Galera Record, jovem adulto, Literatura Americana, literatura estrangeira, Rachel Lynn Solomon, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha 449 Hoje, depois, amanhã

Título: Hoje, depois, amanhã
Autor: Rachel Lynn Solomon
Editora: Galera Record
Páginas: 382
Ano: 2023
Gênero: Romance/ Jovem Adulto/ Literatura americana
Classificação: 3 estrelas

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Sinopse: É o último dia do ensino médio. Rowan Roth e Neil McNair são rivais ferrenhos desde… bem, desde sempre. Os dois disputam por notas, concursos de redação, eleições do conselho estudantil e até mesmo nas aulas de educação física. E mesmo que Rowan esteja ansiosa pelo que o futuro tem reservado para ela, de uma coisa está certa: precisa derrotar o insuportável Neil antes.

E depois que o garoto é nomeado o orador da turma, Rowan só tem mais uma chance: o Uivo, um jogo para os formandos que os fará percorrer Seattle enquanto decifram enigmas. Isso é, se os demais alunos não atrapalharem. Quando Rowan e Neil descobrem que alguns de seus colegas de turma estão dispostos a se unir para derrotá-los, decidem então somar forças para que sejam os finalistas e, assim, possam competir apenas entre si.

Contudo, quanto mais tempo passam juntos nessa espécie de passeio de despedida da cidade que tanto ama, mais Rowan percebe que Neil é bem mais do que o nerd desajeitado com quem competiu durante todo o ensino médio. E percebe que ele, a quem sempre afirmou desprezar, talvez seja na verdade o cara dos seus sonhos.

Hoje, depois, amanhã é um romance arrebatador que fará todos se apaixonarem.

Hoje, ela o odeia.

Depois, ela o tolera.

Amanhã… ela talvez já esteja apaixonada por ele.

Olá galera! Tudo bom com vocês? Hoje é vim comentar um pouco sobre as minhas impressões do livro que dá título a essa resenha, bora lá?

Tudo vai começar no último dia de aula do ensino médio de Rowan, ela está prestes a encerrar um ciclo em sua vida estudantil e tudo o que ela mais deseja é finalizar com chave de ouro, e isso seria conseguindo se tornar oradora da turma, porém ela tem um grande rival a essa vaga, Neil.

Neil e Rowan sempre estudaram juntos e nunca se deram bem, ambos viviam disputando sobre qualquer questão, desde as mais simples como ser o melhor em N matérias e até mesmo ser o presidente do conselho estudantil. Bom, eles tinham disputas épicas e que ficaram bem conhecidas em toda a escola e agora no final de tudo, obviamente isso não iria mudar.

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17out • 23 12 livros para 2023, clássico, Desafio das GeLs, Excelsior, Jane Austen, Literatura Inglesa, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha 448 Persuasão

Título: Persuasão
Autor: Jane Austen
Editora: Excelsior
Páginas: 240
Ano: 2021
Gênero: Romance/ Literatura Inglesa/ Clássico/ Literatura Estrangeira
Classificação: 5 estrelas

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Sinopse: Vivendo na Inglaterra rural do século XIX, Anne Elliot encontra o amor no seu pretendente Frederick Wentworth, mas é persuadida pela melhor amiga da sua mãe já falecida e uma espécie de tutora da família a não se casar com ele por conta da situação financeira inferior que ele possui. Passados alguns anos, a família de Anne perde uma parte das suas posses e a antiga casa é colocada para locação. Quem a aluga é nada menos do que a irmã do seu antigo amor, que retorna após oito anos na Marinha e se tornou um homem rico. Esse reencontro ao acaso traz de volta toda a tensão e gera uma profusão dos mais diferentes sentimentos entre eles. Será possível viverem uma história de amor depois de tantos anos? Seria justo Anne tentar recuperá-lo após ter desmanchado o relacionamento? Seria ela merecedora de uma segunda chance e estaria ele disposto a retomar a relação após ser desprezado? O amor entre eles é forte e verdadeiro o suficiente para sobreviver ao tempo e a toda sorte de infortúnios? Em Persuasão, último livro escrito por Jane Austen, uma das maiores autoras de todos os tempos e muito à frente do seu tempo, personagens marcantes trazem vida a uma história envolvente, cheia de reviravoltas, críticas sociais, amor e redenção.

Hey galera, tudo bem com vocês? Hoje gostaria de compartilhar um pouco sobre as minhas impressões após a leitura do livro Persuasão, vamos nessa?

O livro vai nos apresentar a história de Anne Elliot, uma jovem dama que vive com o pai e a irmã mais velha no interior da Inglaterra. Anne pode ser considerada uma garota bem sensata, diferente de seu pai e irmã que possuem um quê de afetação e soberba. Nossa mocinha vive uma vida bem tranquila até que situação financeira da família sofre um revés e eles são obrigados a colocar a casa onde vivem para alugar e se mudar para Bath. A casa é alugada por uma família de militares da marinha, mas logo Anne descobre que essa família tem uma ligação com o seu passado.

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25set • 23 Essência, fadas, Fantasia, internacional, literatura estrangeira, magia, Nora Roberts, Outros, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha 446 A Transformação

Título: A Transformação
Série: Legado do Coração de Dragão
Ordem: Livro 2 de 3
Autor: Nora Roberts
Editora: Essência
Páginas: 543
Ano: 25/11/2022
Gênero: Fantasia
Classificação: 4 estrelas

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Sinopse: O mundo mágico e o mundo dos homens estão separados há muito tempo, mas algumas pessoas são capazes de transitar entre esses dois universos – e uma delas é Breen Siobhan Kelly. Ela acabou de voltar para Talamh junto de seu amigo Marco, que está deslumbrado (e desorientado) pela magia do reino: um lugar repleto de dragões, fadas e sereias, mas sem wi-fi. Em Talamh, Breen não é mais a professora comum que costumava ser. Lá ela está aprendendo a lidar com o verdadeiro poder que carrega.

Marco é muito bem recebido pelo povo férico, e pelo líder de Talahm, Keegan, um homem misterioso que treinou Breen para ser uma grande guerreira. Mas o que esse líder não esperava era que seu desejo por Breen fosse crescer na mesma intensidade que as habilidades de luta dela. No entanto, nem todos os membros da linhagem de Breen estão dispostos a recebê-la de braços abertos. Pelo contrário, seu avô, Odran, planeja destruir Talamh.

Nessa guerra haverá perda, traição e morte. Mas Breen Siobhan Kelly seguirá adiante em sua jornada para se tornar a líder que nasceu para ser.

“NA LUZ VIVEM OS BRAVOS.”

Breen está de volta. E, nossa, que reviravolta, hein? O mundo da garota virou de cabeça pra baixo, foi remexido violentamente e virou de cabeça pra cima novamente em menos tempo do que poderia ser possível e sem que ela imaginasse.

O primeiro livro terminou com um cliffhanger monstro e bem clichê, mas nem um pouco menos intenso com nosso amado Marco pendurado bem no meio de um portal entre dois mundos, depois que Keegan, nosso guerreiro meio ogro e totalmente apaixonante, apareceu procurando por Breen e convencendo-a a voltar antes do planejado para Talamh, pois seu avô malucão, que é um deus das trevas e que está louquinho para matá-la está causando. Nossa adorada mocinha é a chave tanto para derrotá-lo quanto para que ele vença e destrua todos os mundos.

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31ago • 23 comédia romantica, Dicas da Ba, intrínseca, Literatura Americana, literatura estrangeira, Lynn Painter, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha 445 Melhor do que nos filmes

Título: Melhor do que nos filmes
Autor: Lynn Painter
Editora: Intrínseca
Páginas: 352
Ano: 2023
Gênero: Romance/ Literatura Americana/ Jovem Adulto/ Literatura Estrangeira
Classificação: 5 estrelas

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Sinopse: Elizabeth Buxbaum sempre soube que seu vizinho não seria um bom namorado. Apesar de todos acharem Wesley Bennett simpático e muito bonito, Liz tinha certeza de que, na verdade, ele era um chato de galochas.

Mas Michael Young era diferente. O amor de infância de Liz estava à altura dos protagonistas das comédias românticas que ela tanto gostava, só que havia se mudado para longe quando os dois ainda eram crianças. Dez anos depois, ele estava de volta, mais lindo e charmoso do que nunca.

Esbarrar com o garoto na escola foi como um sinal do universo. O último ano do ensino médio clamava por acontecimentos grandiosos, um baile inesquecível e momentos apaixonantes. Por isso, como uma boa romântica incurável, Liz estava determinada a fazer qualquer coisa para conquistar o verdadeiro amor. Até mesmo pedir ajuda ao vizinho irritante.

O plano era infalível: fazer com que Michael notasse sua existência e a convidasse para o tão sonhado baile de formatura. Mas à medida que Wes e Liz se aproximam, ela vai questionar tudo o que sabe sobre o amor e descobrir que talvez seu “felizes para sempre” seja surpreendente – e melhor do que ela poderia imaginar.

Eu jurava que não tinha mais paciência para jovens adultos que não fossem do gênero fantasia, bom, Melhor do que nos filmes chegou para provar o contrário.

O livro vai contar a história de Liz e Wes, eles são vizinhos e estudam na mesma escola, mas o que poderia ser uma boa relação de amizade ou ao menos de conhecidos que se dão bem é o contrário. Esses dois vivem em pé de guerra por vários motivos e o mais recente é por conta de uma vaga de estacionamento na rua em que ambos moram.

Liz é uma garota sonhadora e apaixonada por filmes de romance, ela sonha em viver o próprio romance na vida real, ao estilo “Uma linda mulher”, “10 coisas que odeio em você” ou “O diário de Bridgert Jones”. Ela aprendeu a amar os filmes por causa de sua mãe que também era amante desse gênero e que infelizmente faleceu quando ela ainda era criança.

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23ago • 23 dragão, dragões, Essência, fadas, Fantasia, internacional, magia, Nora Roberts, resenha, Resenhas de Livros, Review, Romance

Resenha 444 O Despertar

Título: O Despertar
Série: Legado do Coração de Dragão
Ordem: Livro 1 de 3
Autor: Nora Roberts
Editora: Essência
Páginas: 534
Ano: 2022
Gênero: Fantasia
Classificação: 4 estrelas

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Sinopse: Prepare-se para embarcar em uma jornada arrebatadora – repleta de magia, amor e sedução – pelas colinas verdejantes da Irlanda: a nova fantasia de Nora Roberts, uma das autoras mais lidas da história, com mais de 400 milhões de cópias vendidas! 

No reino de Talamh, um guerreiro emerge de um lago mítico. Com ele, uma espada que representa o poder e a responsabilidade de proteger o povo feérico. Em outro reino, conhecido como Filadélfia, uma jovem mulher acaba de descobrir um grande tesouro, algo capaz de mudar o rumo da sua vida para sempre.

Breen Kelly é uma mulher ansiosa de vinte e poucos anos, que trabalha num emprego que odeia para pagar a faculdade. Mas, quando ela descobre uma herança escondida, Breen decide realizar um grande sonho: visitar a Irlanda, terra de seus antepassados.

Lá, sua vida se transforma de uma maneira drástica, e Breen se depara com mistérios que vão além de sua imaginação. Finalmente ela irá entender por que sempre vê um homem misterioso de cabelos prateados e por que ouve sua voz dizendo: “Venha para casa, Breen Siobhan. Está na hora de você voltar para casa”. E por que sempre sonha com dragões.

Brenn descobrirá onde está seu verdadeiro destino, repleto de emoções e perigos, numa jornada através de um portal que a levará para uma terra povoada por fadas e sereias… e para os braços de um homem chamado Keegan.

“Você tem que procurar para encontrar.
Tem que perguntar para obter respostas.
Tem que despertar para ser.”

Este livro foi tão bom que resolvi sair do buraco das blogueiras em hiato, depois de muitos anos, para contar tudinho para vocês. Um feito e tanto!

A história se passa na Filadélfia, mas também na Irlanda. E isso, por si só, já é apaixonante porque Norinha tem a capacidade de fazer você querer embarcar para a Irlanda assim que começa a descrever a paisagem. Meu coração já está lá, podem ter certeza!

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24jul • 23 12 livros para 2023, clássico, Desafio das GeLs, Editora 34, Fiódor Dostoiévski, literatura estrangeira, Literatura Russa, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha 442 Noites Brancas

Título: Noites Brancas
Autor: Fiódor Dostoiévski
Editora: Editora 34
Páginas: 96
Ano: 2009
Gênero: Romance/ Literatura Russa/ Literatura Estrangeira
Classificação: 5 estrelas

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Sinopse: Durante uma das singulares “noites brancas” do verão de São Petersburgo, em que o sol praticamente não se põe, dois jovens se encontram numa ponte sobre o rio Nievá e dão início a uma história repleta de fantasia e lirismo. Publicado em 1848, na contracorrente de sua época, que privilegiava o Realismo, este livro é, na obra de Dostoiévski, aquele que mais se aproxima da escola romântica. Não apenas pelo tipo do Sonhador, figura central da novela, mas também pela atmosfera delicada e fantasmagórica, que envolve a trama, o cenário e os protagonistas.

Aqui, a própria cidade de São Petersburgo — com seus palácios e pontes, seus espaços monumentais — revela-se como personagem. Não por acaso, Noites brancas atraiu a atenção de diretores de cinema como Luchino Visconti e Robert Bresson, que procuraram traduzir para a tela todo o encanto desta que se tornou uma das obras mais famosas de Dostoiévski — agora pela primeira vez no Brasil em tradução direta do russo.

Que seja claro o seu céu, que seja luminoso e sereno o seu lindo sorriso; abençoada seja você pelo momento de júbilo e felicidade que concedeu a um coração solitário e agradecido!

Oi galera, hoje vim trazer para vocês as minhas impressões sobre o livro Noites Brancas. Foi minha primeira experiência com um clássico russo e eu acho que o mais legal da experiência é poder desmistificar um pouco algo que aparentemente seria difícil de ler. Bora lá?

O livro se passa no período do verão em São Petersburgo e por esse motivo o título, durante o verão, o tempo de luz solar é maior e as noites ficam claras. Bom, é nesse contexto que conhecemos o Sonhador, um jovem rapaz que está divagando ao andar pela cidade, se sentindo “abandonado” pela cidade estar vazia até que ele se depara com uma jovem passando por uma tentativa de assédio. Ele naturalmente vai ajudá-la e então conhece Nastiénska.

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19jun • 23 Clichê, comédia romantica, Emily Henry, Literatura Americana, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros, Romance, Verus

Resenha 440 Loucos por Livros

Título: Loucos por Livros
Autor: Emily Henry
Editora: Verus
Páginas: 434
Ano: 2023
Gênero: Romance/ Ficção/ Literatura Estrangeira/ Literatura Americana
Classificação: 5 estrelas

Compre o Livro

Sinopse: Os livros são a vida de Nora Stephens – e ela definitivamente não é o tipo de heroína dos livros. Não é a garota impulsiva, nem a descontraída e especialmente não a meiga. Na verdade, as únicas pessoas para quem Nora pode ser considerada uma heroína são seus clientes, para os quais ela consegue contratos polpudos como agente literária, além de sua amada irmã mais nova, Libby.
E é por isso que Nora concorda em passar o verão em Sunshine Falls, Carolina do Norte, quando LIbby implora por uma viagem de irmãs. Secretamente, Libby espera que uma autêntica experiência no interior transforme a vida de Nora, que a irmã está convencida de que precisa se tornar a heroína de sua própria história. Mas, em vez de piqueniques no campo ou encontros inesperados com um belo médico, ou quem sabe com um barman musculoso, Nora esbarra em Charlie Lastra, um editor ranzinza que ela conhece de Nova York. Seria um daqueles encontros fofos se não fosse o fato de que eles já se viram antes – e nunca foi fofo. Se Nora sabe que não é a heroína ideal, Charlie também sabe que não é o herói de ninguém. Mas, à medida que se veem juntos repetidas vezes – em uma série de coincidências que nenhum editor que se preze permitiria – o que eles descobrem pode acabar por deslindar as histórias cuidadosamente elaboradas que eles escrevem sobre si mesmos.

Hey meu povo, como vocês estão?

Hoje é dia de conversar com vocês sobre a leitura de loucos por livros, bora que vou contar minha experiência de leitura dele.

O livro vai contar a história de Nora, ela é uma agente literária de sucesso, é apaixonada pelo trabalho e por livros, tem uma irmã mais nova e sobrinhas que ama demais, mas ela tem as características físicas das vilãs de livros clichês rs.

O livro já começa com ela tomando um fora do atual namorado, o boy faz uma viagem para o interior e lá encontra uma doce mocinha local, se apaixona e larga a namorada fria e elegante da cidade grande porque agora ele realmente se encontrou. A Nora é a namorada fria e elegante da cidade grande e ela não foi abandonada nem uma ou duas vezes, mas algumas… levemente traumático, certo?

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23maio • 23 Carla Madeira, drama, Ficção, Literatura Brasileira, Literatura Nacional, Record, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha 439 Véspera

Título: Véspera
Autor: Carla Madeira
Editora: Record
Páginas: 280
Ano: 2021
Gênero: Romance/ Literatura Brasileira/ Literatura Nacional/ Ficção
Classificação: 5 estrelas

Compre o Livro

Sinopse: Carla Madeira cria personagens que parecem estar vivos diante de nós. As emoções que sentem são palpáveis e suas reações, autênticas. Temos a sensação de conhecê-los de perto, inclusive as contradições e os pontos cegos. Tal virtude é evidente em seu livro de estreia e grande sucesso, Tudo é rio (2014), mas também no livro seguinte, A natureza da mordida (2018).

Os personagens de Véspera, este seu novo romance, possuem a mesma incrível força vital. Mas se em Tudo é rio Carla os criou com poucas pinceladas e traços incisivos, aqui, para delinear suas personalidades, ela opta por uma superposição de camadas psicológicas. Se antes eles primavam por temperamentos drásticos ― capazes de extremos de paixão, ciúme, ódio e perdão ―, aqui a estratégia gradativa de composição confere-lhes uma dose maior de mistério, sugerindo ao leitor antecipações que só aos poucos se confirmam, ou não. A força emocional continua existindo, porém está menos visível, o que deixa a atmosfera ainda mais carregada de suspense e tensão.

A narrativa começa com a pergunta: como se chega ao extremo? Vedina, uma mulher destroçada por um casamento marcado pelo desamor, em um momento de descontrole abandona seu filho e, imediatamente arrependida, volta para o lugar onde o deixou e não encontra quaisquer vestígios de sua presença. Este é o acontecimento nuclear da trama que expõe as entranhas de uma família – pai alcóolatra, mãe controladora, irmãos gêmeos tensionados pelas diferenças – que, como tantas outras famílias, torna-se um lugar onde as singularidades de cada um não são acolhidas, criando rachaduras por onde a violência se infiltra.

Contada em dois tempos, o dia do abandono e os dias que vieram antes dele, o romance avança como duas ondas até que elas se chocam e se iluminam. O leitor se vê diante de um espantoso presente que expõe o quanto as palavras são capazes de inventar a verdade.

“O tempo flutua invisível e em espesso presente. Nada apodrece sem ele. Nada floresce. Nada se torna amável. Nenhum ódio viceja. Nenhuma umidade seca. Nenhuma sede cede. As tempestades não inquietam nele ventos, as avalanches não podem soterrá-lo, a perplexidade não o paralisa, o mal não o ameaça e o bem não faz com que se demore. Mas eis que um acontecimento, um único acontecimento, captura o tempo e o aprisiona.”

Hey meus amores, como vocês estão? Hoje vim contar um pouco sobre a minha experiência lendo o livro Véspera, da autora Carla Madeira. Vamos nessa?

Bom, o livro vai contar a história de vida dos irmãos gêmeos idênticos Caim e Abel. Tudo começa com a definição dos nomes de ambos, a mãe, dona Custódia, tinha o sonho de engravidar e sempre foi muito frustrada no casamento. Ela acaba se apegando à religião e finalmente engravida dos gêmeos, mas isso não faz com que a relação com o marido se suavize, e quando ela estava perto de dar à luz aos filhos, eles acabam tendo uma grande discussão que faz com que o pai, como um ato de vingança, nomeie os filhos como Caim e Abel.

Inocência ou falta de noção, raiva ou mesquinharia momentânea, a verdade é que a escolha desses nomes iria governar a vida desses meninos. Para quem não sabe, Caim e Abel são os primeiros filhos de Adão e Eva na Bíblia, e eles também são os personagens principais do primeiro homicídio no mundo. Um irmão matando o outro e gêmeos recebendo o mesmo nome não é lá muito auspicioso. Dona Custódia concorda, como boa religiosa que é, e decide que seus filhos se chamarão Abel e Abelzinho, mas essa decisão só perdura até as crianças entrarem na escola e ali o que vale é a certidão de nascimento.

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05abr • 23 12 livros para 2023, Bernard Cornwell, Desafio das GeLs, Fantasia, Ficção, literatura estrangeira, Literatura Inglesa, Record, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha 436 Excalibur

Título: Excalibur
Série: As Crônicas de Artur
Ordem: 3
Autor: Bernard Cornwell
Editora: Record
Gênero: Romance/ Ficção/ Literatura Estrangeira
Páginas: 532
Ano: 2014
Classificação: 5 estrelas
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Sinopse: Neste terceiro volume da série, iniciada com “O Rei do Inverno” e sequenciada por “O Inimigo de Deus”, o escritor imerge o leitor em uma Britânia cercada pela escuridão. E apresenta os últimos esforços de Artur pra combater os saxões e triunfar sobre um casamento e sonhos desfeitos. “Excalibur” mostra, ainda, o desespero de Merlin, o maior de todos os druidas, ao perceber a deserção dos antigos deuses bretões. Sem seu poder, Merlin acha impossível combater os cristãos, mais perigosos para a velha ilha do que uma horda de famintos guerreiros saxões. O livro traz vívidas descrições de lutas de espada e estratégias de guerra, misturadas com descrições da vida comum naqueles dias: longas barbas servindo como guardanapos, festivais pagãos, com sacrifícios de animais, e pragas corriqueiras, como piolhos. Tendo por narrador um saxão criado entre os bretões, Derfel, braço direito de Artur, “Excalibur” acompanha os conflitos internos de Artur, recém-separado da esposa, mas ainda apaixonado por sua rainha. Atacado por velhos inimigos, perseguido por novos perigos. Mas sempre empunhando a espada Excalibur, um dos Tesouros da Britânia legados aos homens pelos antigos deuses dos druidas. Cornwell mostra, ainda, como as ameaças vindas de todos os lados acabam fazendo com que Artur se volte para a religião, chegando a batizar-se como cristão. Todos os sacrifícios são válidos para salvar sua adorada Britânia e conceder-lhe a tão almejada paz.

Hey galera, como estão? Chegamos ao terceiro e último livro da saga de Artur, na versão de Bernard Cornwell, e é hora de descobrir o desfecho da lenda, vamos lá?

O livro começa com um Artur muito magoado após descobrir as traições de sua amada Gwen, digamos que ele está bem raivoso e afastado de todos os bons amigos, principalmente de Derfel, o narrador e a pessoa que testemunhou a traição. Bom, Gwen está presa, Artur seguindo com a própria vida e Derfel o mesmo. Uma nova ameaça saxã está vindo contra a Britânia e dessa vez é completamente diferente, pois os dois principais reis saxões estão unidos para dominar de vez a Britânia e para que isso não aconteça, Artur precisa tentar unir seus aliados e investir para exterminar de uma vez por todas com esses inimigos.

Em paralelo, temos a questão religiosa. Merlin ainda está disposto a invocar os deuses e agora ele tem a vantagem de ter em posse os tesouros da Britânia. Com a ajuda de Nimue e outros aliados, eles pretendem finalmente invocar os deuses e devolver a Britânia para eles e exterminar de vez a ameaça da religião cristã. Temos nesse livro um paralelo de guerras interessante, a religiosa e a humana, e ambas têm o seu quinhão de violência.

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