Categoria: Desafio das GeLs

23fev • 21 12 livros para 2021, Agatha Christie, Desafio das GeLs, Dicas da Ba, Harper Collins Brasi, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros, romance policial, Suspense

Resenha #352 A Casa Torta

Título: A Casa Torta
Autor: Agatha Christie
Editora: Harper Collins Brasil
Páginas: 207
Ano: 2017
Gênero: Mistério/ Suspense/ Romance Policial/ Literatura Estrangeira/ Literatura Inglesa
Classificação: 5 estrelas

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Sinopse: Primeiro a guerra faz com que Charles Hayward adie seu pedido de casamento. Alguns anos depois, ele se vê obrigado a adiar o próprio matrimônio em razão de um mistério – Sophia Leonides, sua noiva, acaba de perder o avô Aristide de forma súbita e um tanto suspeita. Teria sido um assassinato?

O escândalo poderia arruinar o nome da família.

Instruido pelo pai e pelo inspeto-chefe Taverner – ambos da Scotland Yard -, Charles decide se hospedar na residência dos Leonides (A Casa Torta) para descobrir se, entre aqueles familiares tão únicos e motivados a matar seu patriarca, não estaria a prova do crime capaz de colocar o culpado atrás das grades. Porém, uma nova reviravolta promete abalar todas as suas certezas sobre o assunto.

Mais um Agatha Christie pra conta #comemora

Oi galera, hoje é dia de falarmos sobre A Casa Torta, segundo livro do desafio 12 livros para 2021.

Em A Casa Torta nós somos apresentados a Charles, um jovem que trabalha a serviço do governo inglês durante o pós segunda guerra mundial. Ele volta para Londres disposto a finalmente pedir sua namorada de longa data em casamento, porém ele logo descobre que a família dela está envolvida em um caso de assassinato.

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20fev • 21 12 livros para 2021, Clichê, comédia romantica, Desafio das GeLs, Faro Editorial, Lauren Blakely, Literatura Americana, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha #351 Melhor que a Encomenda

Título: Melhor que a Encomenda
Autor: Lauren Blakely
Editora: Faro Editorial
Páginas: 320
Ano: 2019
Gênero: Comédia Romântica / Romance/ Literatura Estrangeira/ Literatura Americana
Classificação: 3 estrelas

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Sinopse: QUAL SERIA O ÚLTIMO LUGAR PARA VOCÊ ENCONTRAR O AMOR? Depois de várias desilusões, April desiste de buscar relacionamentos e passa a focar toda a energia no trabalho, até que surge uma daquelas reuniões familiares. Ela sente-se feliz solteira… mas encarar os interrogatórios de seus pais, da irmã e de todas suas tias casamenteiras durante um fim de semana prolongado é uma ideia desesperadora.

Então, ela pensa numa solução prática: contratar um acompanhante. Parece uma tarefa simples: levar um namorado que deve servir tanto para impressionar a família quanto para afastar pretendentes indesejáveis. Theo é o candidato ideal. Lindo, simpático, atencioso e o principal: depois do fim de semana, ele recebe o pagamento e cada um segue sua vida. Esse era o plano… Só que dividir momentos engraçados e inventar histórias pode ter o efeito oposto…

Primeiro livro do desafio 12 livros para 2021 finalizado com sucesso! Vamos às minhas impressões.

Bom, eu creio que fui com muita sede ao pote quando comecei a leitura desse livro, me animei com a sinopse, já abri com um sorriso no rosto crente que iria me encantar com mais esse romance clichê de namoro fake, mas não foi bem assim.

O livro conta a história de April e Théo, ambos são moradores de Nova York e vivem vidas bem distintas. Ela é uma artista, vive de fazer pinturas em corpo humano e está ficando bem famosa em seu nicho. Théo é barman, luta para pagar as contas e oferece em serviço de acompanhante bem fora do convencional… ele cria personagens de acordo com os pedidos de suas clientes e pode ter certeza que a satisfação é garantida.

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19jan • 21 12 livros para 2020, Desafio das GeLs, Karin Slaughter, literatura estrangeira, Record, resenha, romance policial, Suspense, thriller

Resenha #343 Destroçados

Título: Destroçados
Série: Will Trent
Ordem: 4
Autor: Karin Slaughter
Editora: Record
Gênero: Romance Policial/ Suspense/ Literatura Estrangeira
Páginas: 448
Ano: 2017
Classificação: 5 estrelas

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Sinopse: Existem segredos que não podem ser levados para túmulo
O corpo de uma jovem é encontrado no fundo do gélido lago Grant, e um bilhete deixado sob uma pedra à sua margem sugere que ela tirou a própria vida. Mas, em questão de minutos, fica claro que aquilo não foi suicídio. Trata-se de um assassinato brutal, cometido a sangue-frio. Sara Linton, ex-médica legista do condado de Grant, hospedada na casa dos pais para passar o feriado de Ação de Graças, vê-se envolvida no caso quando o principal suspeito pede desesperadamente para falar com ela. Porém, quando ela chega à delegacia local, depara-se com uma tenebrosa cena na cela do prisioneiro: ele está morto, e as palavras “Não eu” foram rabiscadas na parede. Algo na confissão dele não faz sentido, então Sara convoca o Georgia Bureau of Investigation. Imediatamente, o agente especial Will Trent interrompe suas férias para se unir à equipe de investigação. No entanto, o que ele encontra é apenas uma muralha de silêncio no condado de Grant, uma comunidade extremamente unida, cujos habitantes possuem elos profundos. E a única pessoa que poderia contar a verdade sobre o que realmente aconteceu está morta.

Meu favorito da série Will Trent até o momento!
Ok, eu sei que só li um outro livro, Esposa Perfeita, não tenho como julgar toda a série, mas em comparação, Destroçados é de longe o melhor.

Quem me acompanha por aqui sabe que eu estou numa fase de suspenses, eu tenho lido bastante esse gênero nos últimos anos e conhecer a Karin Slaughter foi um incentivo a mais para o meu novo “vício”. A série do Will Trent vai contar os casos que esse investigador está envolvido, todos sempre muito cabulosos e sangrentos.

Destroçados vai nos levar para uma cidade do interior do Sul dos EUA, a cidade natal de outra personagem da série, a Sara. Sara é médica e legista em Atlanta, mas está de volta a sua cidade para passar o feriado com a família. Há anos que ela não volta para lá por conta das muitas lembranças ruins que a cidade evoca, ela era casada com o chefe de polícia local que foi assassinado enquanto cumpria seu dever. Uma tragédia que a afastou do local e de todos os seus amigos de lá.

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16jan • 21 12 livros para 2020, Desafio das GeLs, José de Alencar, L&PM, Literatura Nacional, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha #342 Senhora

Título: Senhora
Autor: José de Alencar
Editora: L&PM
Gênero: Romance/ Literatura Brasileira
Páginas: 272
Ano: 2017
Classificação: 5 estrelas
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Sinopse: José de Alencar publicou Senhora em 1875, quando o Romantismo vivia já seus últimos anos de glória. Ao lado de Diva e Lucíola, Alencar completa com Senhoraa trilogia com que se propôs a traçar “perfis” de mulher. São perfis marcados pela romântica passionalidade de mulheres que movem os romances urbanos de Alencar, ambientados no Rio de Janeiro do Segundo Império.

Em Senhora, Alencar tematiza o casamento por interesse, envolvendo Aurélia e Fernando num desgaste emocional que instigará o leitor até a situação final dos acontecimentos em nível da paixão humana.

É dia de clássico da literatura nacional por aqui. Senhora foi um dos livros que escolhi para o desafio de 12 livros para 2020, confesso que sempre quis ler essa história, mas acabei enrolado por N motivos, seu eu soubesse que iria gostar tanto com certeza teria lido mais cedo.

O livro vai nos contar a história de Aurélia, uma jovem que acabou de debutar na sociedade fluminense e é cercada de mistérios. De uma beleza ímpar, a jovem era órfã e ninguém sabia muito a seu respeito, mas logo fica claro que além da beleza ela era dotada de muita inteligência e uma fortuna enorme.

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25nov • 20 12 livros para 2020, Desafio das GeLs, ficção científica, jovem adulto, literatura estrangeira, Neal Shusterman, resenha, Resenhas de Livros

Resenha #334 A Nuvem

Título: A Nuvem
Série: Scythe
Ordem: 2
Autor: Neal Shusterman
Editora: Seguinte
Gênero: Ficção Científica/ Literatura Estrangeira/ Jovem Adulto
Páginas: 496
Ano: 2018
Classificação: 5 estrelas

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Sinopse: No segundo volume da série Scythe, a Ceifa está mais corrompida do que nunca, e cabe a Citra e Rowan descobrir como impedir que os ceifadores que não seguem os mandamentos da instituição acabem com o futuro da humanidade.

Em um mundo perfeito em que a humanidade venceu a morte, tudo é regulado pela incorruptível Nimbo Cúmulo, uma evolução da nuvem de dados. Mas a perfeição não se aplica aos ceifadores, os humanos responsáveis por controlar o crescimento populacional. Quem é morto por eles não pode ser revivido, e seus critérios para matar parecem cada vez mais imorais. Até a chegada do ceifador Lúcifer, que promete eliminar todos os que não seguem os mandamentos da Ceifa. E como a Nimbo Cúmulo não pode interferir nas questões dos ceifadores, resta a ela observar.

Enquanto isso, Citra e Rowan também estão preocupados com o destino da Ceifa. Um ano depois de terem sido escolhidos como aprendizes, os dois acreditam que podem melhorar a instituição de maneiras diferentes. Citra pretende inspirar jovens ceifadores ao matar com compaixão e piedade, enquanto Rowan assume uma nova identidade e passa a investigar ceifadores corruptos. Mas talvez as mudanças da Ceifa dependam mais da Nimbo Cúmulo do que deles. Será que a nuvem irá quebrar suas regras e intervir, ou apenas verá seu mundo perfeito desmoronar?

Após o final eletrizante de O Ceifador, finalmente chegou o momento de conversarmos sobre A Nuvem, segundo livro da série. A Nuvem é o livro 9 do desafio #12livrospara2020, confesso que enrolei um pouco com a leitura dele, mas chegou um momento em que foi impossível parar e o final…

Aqui nós vamos acompanhar o primeiro ano após Citra se tornar a ceifadora Anastassia e Rowan o justiceiro ceifador Lúcifer, aquele que eliminava a “banda podre” dos ceifadores. Nesse ano, ambos se tornam muito famosos, ela por sua influência positiva e convicções firmes entre a Ceifa, e ele por tocar o terror entre os ceifadores rs.

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22set • 20 12 livros para 2020, Arqueiro, desafio, Desafio das GeLs, Dicas da Ba, Lisa Kleypas, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros, romance de época, Romance de Época

Resenha #329 Sedução ao Amanhecer

Título: Sedução ao Amanhecer
Série: Os Hathaways
Ordem: 2
Autor: Lisa Kleypas
Editora: Arqueiro
Gênero: Romance de Época/ Literatura Estrangeira
Páginas: 247
Ano: 2013
Classificação: 5 estrelas

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Sinopse: O cigano Kev Merripen é apaixonado pela bela e bem-educada Win Hathaway desde que a família dela o salvou da morte e o acolheu, quando era apenas um menino. Com o tempo, Kev se tornou um homem forte e atraente, mas ainda se recusa a assumir seus sentimentos por medo de que sua origem obscura e seus instintos selvagens prejudiquem a delicada Win. Ela tem a saúde fragilizada desde que contraiu escarlatina, num surto que varreu a cidade. Sua única chance de recuperação é ir à Franca, para um tratamento com o famoso e bem-sucedido Dr. Harrow. Enquanto Win está fora, Kev se dedica a coordenar os trabalhos de reconstrução da propriedade da família, em Hampshire, transformando-se num respeitável administrador, mas também num homem ainda mais contido e severo. Anos depois, Win retorna, restabelecida, mais bonita do que nunca… e acompanhada por seu médico, um cavalheiro sedutor que demonstra um óbvio interesse por ela e desperta o ciúme arrebatado de Kev. Será que Win conseguirá enxergar por baixo da couraça de Kev o homem que um dia conheceu e tanto admirou? E será que o teimoso cigano terá coragem de confrontar um perigoso segredo do passado para não perder a mulher da sua vida?

Confesso que amo um romance de época, mas nos últimos tempos tinha parado de ler, acredito que estava um pouco saturada do gênero. Quando montei o desafio dos 12 livros para 2020, decidi colocar Sedução ao Amanhecer porque queria terminar essa série, e ver se valia a pena continuar a leitura da mesma. Gente… me pergunto os motivos de ter demorado tanto para começar a ler rsrs.

O livro conta a história de Merripen e Win, eles cresceram juntos após Merripen ter sido acolhido pela família Hathaway. Desde que colocou os olhos em Win, ele se apaixonou e o sentimento foi reciproco, mas nosso mocinho não se acreditava merecedor do amor, complicado meus caros.

Win nunca se importou com o passado de Merripen ou até mesmo seu jeito brusco de agir, ela gostava dele de verdade, mas as coisas pioraram quando ela fica doente e mesmo após se recuperar, a doença deixa sequelas em nossa mocinha. Anos mais tarde ela decide que precisa investir em um novo tratamento e vai para a França se internar em uma clínica.

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15set • 20 12 livros para 2020, Desafio das GeLs, Dicas da Ba, drama, intrínseca, Lauren Groff, literatura estrangeira, resenha, Romance

Resenha #328 Destinos e Fúrias

Título: Destinos e Fúrias
Autor: Lauren Groff
Editora: Intrínseca
Gênero: Romance/ Literatura Estrangeira/ Drama
Páginas: 368
Ano: 2016
Classificação: 5 estrelas

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Sinopse: Toda história tem dois lados. Todo relacionamento tem duas perspectivas. E às vezes a chave para um grande casamento não está em suas verdades, mas em seus segredos.

Aos 22 anos, Lotto e Mathilde são jovens, perdidamente apaixonados e destinados ao sucesso. Eles se conhecem nos últimos meses da faculdade e antes da formatura já estão casados. Seguem-se anos difíceis, mas românticos: reuniões com amigos no apartamento em Manhattan; uma carreira que ainda não paga as contas; uma casa onde só cabem felicidade e sexo bom. Uma década depois, o caminho tornou-se mais sólido. Ele é um dramaturgo famoso e ela se dedica integralmente ao sucesso do marido. A vida dos dois é invejada como a verdadeira definição de parceria bem-sucedida.
Porém, nem tudo é o que parece; toda história tem dois lados, e em um casamento essa máxima se faz ainda mais verdadeira. Se em Destinos somos seduzidos pela imagem do casal perfeito, em Fúrias a tempestuosa raiva de Mathilde se revela fervendo sob a superfície. Em uma reviravolta emocionalmente complexa, o que começou como uma ode a uma união extraordinária se torna muito mais.
Com profundidade e um emaranhado de tramas, a prosa vibrante e original de Destinos e fúrias comove, provoca e surpreende. Um romance sobre os muitos casamentos possíveis entre o amor, a arte e o poder e sobre os diferentes pontos de vista pelos quais essas combinações podem ser enxergadas.

Romance finalista do National Book Award de 2015 e do Kirkus Prize, eleito livro do ano pela Amazon e diversos veículos de imprensa, entre eles The Washington Post, Time, Slate e Kirkus Reviews.
Best-seller do The New York Times, Destinos e fúrias teve direitos de publicação vendidos para mais de 20 países.

Olá galera! Essa resenha é para todos que gostam de um bom romance com altas doses de realidade, que poderia muito bem ser a história de vida dos seus vizinhos ou até de seus pais. Sim, Destinos e Fúrias trabalha com a realidade e todos os segredos e verdades que envolvem um casamento.

Comprei esse livro na Bienal, numa promoção boa na Intrínseca. Creio que por não ter feito tanto sucesso, o livro ficou encalhado e eles baratearam para vender. O título de cara me chamou atenção e eu gosto de dramas familiares, desde que pus as mãos nele, eu senti uma vibe positiva de que eu iria gostar. Confesso que enrolei para começar a ler, mas não me arrependo. Foi no momento certo e valeu a expectativa.

Destinos e Fúrias conta a história de Mathilde e Lotto, suas infâncias, como se conheceram, se casaram e todas as peculiaridades que envolve um casamento. A primeira parte é narrada pela perspectiva de Lotto, e apesar do livro não ser em primeira pessoa, conseguimos facilmente entende-lo.

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11ago • 20 12 livros para 2020, Desafio das GeLs, drama, intrínseca, Liane Moriarty, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros, Romance, Suspense

Resenha #325 Até que a Culpa nos Separe

Título: Até que a culpa nos separe
Autor: Liane Moriaty
Editora: Intrínseca
Gênero: Romance/ Literatura Estrangeira/ Ficção/ Suspense
Páginas: 464
Ano: 2017
Classificação: 4 estrelas
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Sinopse: Amigas de infância, Erika e Clementine não poderiam ser mais diferentes. Erika é obsessivo-compulsiva. Ela e o marido são contadores e não têm filhos. Já a completamente desorganizada Clementine é violoncelista, casada e mãe de duas adoráveis meninas. Certo dia, as duas famílias são inesperadamente convidadas para um churrasco de domingo na casa dos vizinhos de Erika, que são ricos e extravagantes.

Durante o que deveria ser uma tarde comum, com bebidas, comidas e uma animada conversa, um acontecimento assustador vai afetar profundamente a vida de todos, forçando-os a examinar de perto suas escolhas – não daquele dia, mas da vida inteira.

Em Até Que a Culpa Nos Separe, Liane Moriarty mostra como a culpa é capaz de expor as fragilidades que existem mesmo nos relacionamentos estáveis, como as palavras podem ser mais poderosas que as ações e como dificilmente percebemos, antes que seja tarde demais, que nossa vida comum era, na realidade, extraordinária.

Chegamos ao sexto livro do desafio dos 12 livros para 2020. Eu comprei Até que a Culpa nos Separe na última Bienal do Rio em 2019, estava empolgada por ter lido O Que Alice Esqueceu e não via a hora de ler mais um título da autora. Confesso que fugi da hype dos livros que viraram série, e por esse motivo foi que Até que a Culpa, me chamou a atenção.

Tudo começa em um belo dia de sol. Um churrasco na casa de uns amigos, os adultos se divertindo e as crianças também. Tudo era muito comum e normal, o dia poderia acabar assim também, mas não é o que acontece.

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30jun • 20 12 livros para 2020, Annie Darling, Chick Lit, comédia romantica, Desafio das GeLs, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros, Romance, Verus

Resenha #321 Amor Verdadeiro na Livraria dos Corações Solitários

Título: Amor Verdadeiro na Livraria dos Corações Solitários
Série: A Livraria dos Corações Solitários
Ordem: 2
Autor: Annie Darling
Editora: Verus
Gênero: Chick Lit/ Romance/ Literatura Estrangeira
Páginas: 336
Ano: 2018
Classificação: 5 estrelas

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Sinopse: Este é mais um romance delicioso da série A Livraria dos Corações Solitários, sobre a vida dos funcionários da livraria, um “alegre bando de desajustados”, que por uma razão ou outra desistiram do amor e, ainda assim, o encontram quando menos esperam. É uma verdade universalmente conhecida que uma mulher solteira, em posse de um bom emprego, quatro irmãs mandonas e um gato carente, deve estar em busca do seu verdadeiro amor. Será? Verity Love — fã de carteirinha de Jane Austen e uma introvertida em um mundo de extrovertidos — está perfeitamente feliz sozinha, muito obrigada. E seu namorado fictício, Peter Hardy, é muito útil para ajudá-la a escapar de eventos sociais indesejados. Mas, quando um mal-entendido a obriga a apresentar um total estranho como namorado para suas amigas, a vida de Verity de repente se torna muito mais complicada. Uma namorada fictícia também pode ser bem útil para Johnny. Indo contra todos os instintos de Verity, ela se deixa convencer a fazer uma parceria com ele para um único verão recheado de casamentos, aniversários e festas no jardim, com apenas uma promessa: não se apaixonarem um pelo outro. Mas isso não tem nem chance de acontecer, pois Verity jurou nunca mais ter um namorado, e o coração de Johnny já tem dona…

Chegamos ao quinto livro do desafio dos #12livrospara2020. Ah se eu soubesse que essa história era tão gostosinha, já teria lido faz tempo rs. Amor Verdadeiro na Livraria dos Corações Solitários é o segundo livro da série, e sinceramente? Um amor! Você pode conferir a resenha do primeiro aqui ou na barra das resenhas mais acessados do blog <3

Mas vamos falar sobre o livro!

Tudo começa com Verity, uma das funcionárias da livraria mais fofa de Londres, a Felizes Para Sempre. Ela é uma solteira convicta, que está de saco cheio de ter seus amigos convencidos de que não era possível ela ser feliz sozinha e que por isso precisa de um par. Eles viviam arrumando encontros para ela e nenhum era bem sucedido kkk. Ela resolve então criar um namorado fake, mas o que era para durar poucos dias, acaba durando meses! E tudo o que seus amigos querem é conhecer Peter Hardy, oceanógrafo. Porém ele não existe!!! Como faz?

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23jun • 20 12 livros para 2020, Bernard Cornwell, Desafio das GeLs, Ficção, literatura estrangeira, Record, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha #320 O Rei do Inverno

Título: O Rei do Inverno
Série: As Crônicas de Artur
Ordem: 1
Autor: Bernard Cornwell
Editora: Record
Gênero: Romance/ Ficção/ Literatura Estrangeira
Páginas: 546
Ano: 2015
Classificação: 4 estrelas
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Sinopse: O Rei do Inverno conta a mais fiel história de Artur, sem os exageros míticos de outras publicações. A partir de fatos, este romance genial retrata o maior de todos os heróis como um poderoso guerreiro britânico, que luta contra os saxões para manter unida a Britânia, no século V, após a saída dos romanos. “O livro traz religião, política, traição, tudo o que mais me interessa,” explica Cornwell, que usa a voz ficcional do soldado raso Derfel para ilustrar a vida de Artur. O valoroso soldado cresce dentro do exército do rei e dentro da narrativa de Corwell até se tornar o melhor amigo e conselheiro de Artur na paz e na guerra.

Finalmente mais um livro do desafio #12livrospara2020 foi finalizado! Sim, esse demorou, mas acabou e agora vou contar as minhas impressões sobre a leitura.

Eu ganhei o box “As Crônicas de Artur” há algumas bienais passadas, calhou de anos depois eu começar a ler muitos livros sobre o universo mítico de Artur, vocês podem conferir minhas resenhas aqui, aqui e aqui. Esse ano decidi que queria conhecer uma nova perspectiva dessa lenda. Foi minha segunda tentativa de ler o livro, a primeira vez abandonei porque não estava na vibe certa, mas dessa vez foi e vou contar um pouco do enredo desse livro 1.

Tudo começa com Derfel, o narrador da história e um padre já idoso, ele está contando para sua rainha Igraine, algumas das história de quando era guerreiro. Ela tinha muita curiosidade sobre Artur, e como Derfel tinha sido um dos guerreiros mais próximos de Artur, ele começa a escrever sobre seus dias naqueles tempos há muito passados, como um favor para ela.

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03mar • 20 12 livros para 2020, Agatha Christie, Desafio das GeLs, literatura estrangeira, mistério, Nova Fronteira, resenha, Resenhas de Livros, romance policial

Resenha #306 Morte no Nilo

Título: Morte no Nilo
Autor: Agatha Christie
Editora: Nova Fronteira
Páginas: 256
Ano: 2014
Gênero: Policial/ Mistério/ Suspense/ Literatura Estrangeira
Classificação: 4 estrelas

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Sinopse: Bela, rica e inteligente, a jovem herdeira Linnet Ridgeway parece conseguir tudo o que quer. No entanto, quando rouba o noivo de sua melhor amiga e se casa com ele sem pensar duas vezes, talvez Linnet esteja indo longe demais…
Em sua viagem de lua de mel num cruzeiro pelo rio Nilo, no Egito, o casal apaixonado se depara com uma série de antagonistas interessados em sua fortuna e em provocar sua infelicidade. Então alguém é encontrado morto, com um tiro na cabeça. O detetive Hercule Poirot, que por acaso também estava no navio, entra em ação para tentar montar mais esse quebra-cabeça.

Agatha Christie na área! Mais um livro da rainha do mistério finalizado, o segundo do desafio 12 livros para 2020.

Em Morte no Nilo nós temos uma trama muito interessante. Um triângulo amoroso formado ainda na Inglaterra, um assassinato aparentemente sem explicação, vários personagens de índole duvidosa – e por isso muito suspeitos, e por fim uma viagem pelo Egito.

Linnet e Simon Doyle acabaram de se casar e saíram em lua de mel pelo Egito, durante a viagem eles conhecem outras pessoas e nesse meio está o detetive mais famoso da Agatha, Poirot.

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27jan • 20 12 livros para 2019, Desafio das GeLs, distopia, literatura estrangeira, Margaret Atwood, Record, resenha, Resenhas de Livros

Resenha #300 O Conto da Aia

Título: O Conto da Aia
Autor: Margaret Atwood
Editora: Rocco
Páginas: 368
Ano: 2017
Gênero: Distopia/ Literatura Estrangeira
Classificação: 4 estrelas

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Sinopse: Escrito em 1985, o romance distópico O conto da aia, da canadense Margaret Atwood, tornou-se um dos livros mais comentados em todo o mundo nos últimos meses, voltando a ocupar posição de destaque nas listas do mais vendidos em diversos países. Além de ter inspirado a série homônima (The Handmaid’s Tale, no original) produzida pelo canal de streaming Hulu, o a ficção futurista de Atwood, ambientada num Estado teocrático e totalitário em que as mulheres são vítimas preferenciais de opressão, tornando-se propriedade do governo, e o fundamentalismo se fortalece como força política, ganhou status de oráculo dos EUA da era Trump. Em meio a todo este burburinho, O conto da aia volta às prateleiras com nova capa, assinada pelo artista Laurindo Feliciano.

Um aviso, se você viu a série antes de ler o livro, provavelmente irá se decepcionar.

O Conto da Aia é o último livro do desafio dos 12 livros para 2019. Confesso que estou explodindo de alegria por finalmente conseguir finalizar esse desafio, mas esse comentário à parte, vamos falar sobre o livro.

Em O Conto da Aia nós temos o relato de uma mulher em sua vida cotidiana. Ela conta sobre sua alimentação, os serviços feitos na casa onde trabalha e fora dela, suas observações sobre os outros empregados, seus patrões e sua vida antes de chegar ali.

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