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04dez • 21 AllBook Editora, Devney Perry, Literatura Americana, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha #387 Desejos de Aniversário

Título: Desejos de Aniversário
Série: Maysen Jar
Ordem: 1
Autor: Devney Perry
Editora: AllBook Editora
Gênero: Literatura Estrangeira/ Romance/ Literatura Americana
Páginas: 324
Ano: 2021
Classificação: 4 estrelas

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Sinopse: UM ROMANCE SOBRE SEGUNDAS CHANCES.
Poppy Maysen carrega um diário na bolsa. As páginas foram preenchidas há muito tempo por um homem que desejava aventuras e que viveu plenamente e nunca deixou de fazê-la sorrir. Esse diário é a lista de desejos de aniversário dele, uma que Poppy prometeu completar.
Ela fará as coisas que ele mais desejou, porque, quem sabe, se conseguir finalizar a lista, talvez possa voltar a viver.
Poppy sabe que será difícil. Doloroso. Mas o que não imagina é que Cole entrará em sua vida.
Será que o homem que presenciou seu coração ser despedaçado será capaz de curá-lo de novo?

Hey galera, prontos para se apaixonarem por essa história emocionante? Então prepare-se e continue a leitura.

Desejos de Aniversário nos apresenta a história de Poppy, ela é uma jovem mulher que ficou viúva muito cedo. Ela perde seu marido após apenas um ano de casamento, ele é assassinado em um assalto, e esse acontecimento leva nossa mocinha a um estado profundo de depressão. Os anos passam, Poppy aos poucos vai se reerguendo e ela decidiu que esse era o ano de seguir em frente. Para isso ela resolve honrar os desejos de seu falecido marido, Jamie.

Jamie era um cara muito engraçado, amigo de todos e muito querido, ele vivia por suas boas ideias e em um ano, ele decidiu montar uma lista de desejos de aniversário, nada mais era do que pequenos (alguns nem tanto assim rs) desejos que ele gostaria de realizar em determinada idade. As ideias eram muitas, desde nadar em uma piscina de gelatina verde até dar um restaurante para Poppy.

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02dez • 21 adulto, Julie Capulet, Literatura Americana, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha #386 Nashville Days

Título: Nashville Days
Série: Music City Lovers
Ordem: 1
Autor: Julie Capulet
Editora: Independente
Gênero: Romance /Literatura Americana
Páginas: 471
Ano: 2020
Classificação: 1,5 estrelas

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Sinopse: É o verão mais quente já registrado …
Travis Tucker é o vocalista ultra-quente de uma banda country-rock cujos quatro álbuns alcançaram o primeiro lugar. A vida como superstar é boa. O único problema é que ele fica cercado aonde quer que vá. Então ele decide comprar para si uma escapadela secreta no interior para trabalhar em seu próximo disco e clarear a cabeça.
Ruby Hayes está em uma missão. Nada pode impedi-la de realizar seu sonho de se tornar uma cantora e compositora. Ela vai passar o verão escrevendo canções no piano de cauda na casa de fazenda abandonada ao lado.
Então ela está a caminho de Nashville.
Quando Travis encontra Ruby, cantando como um anjo ao piano, ela acende uma obsessão selvagem e uma luxúria consumidora que fará deste verão o mais quente já registrado.
Mas será que a ambição de Ruby, um melhor amigo ciumento e as demandas da vida de alto perfil de Travis ficarão entre eles? Ou esta é uma combinação feita no paraíso da música country?

Indicado para +18

Olá pessoal, hoje trago para vocês as minhas impressões sobre o livro Nashville Days, o primeiro de uma série musical que tinha tudo para conquistar meu coração, porém não foi isso que aconteceu…

O livro vai contar a história de Travis e Ruby. Ele é um músico famoso de uma banda formada com os irmãos, eles estão no auge do sucesso e no melhor momento da carreira. Já ela é uma recém formada no ensino médio, cujo o sonho é ir para Nashville e lá se tornar uma grande cantora de sucesso.

Ruby cresceu em um colégio interno de freiras, ela não teve muito contato com o “mundo”, nem celular a pobre tem rs e é um tanto “inocente”. O Travis é um cara mundano, já experimentou de tudo na vida e quando se depara com Ruby é amor à primeira vista rs.

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27nov • 21 12 livros para 2021, Fantasia, Ficção, Leya, Literatura Americana, literatura estrangeira, resenha, Robin Hobb

Resenha #385 O Navio Arcano

Título: O Navio Arcano
Série: Os Mercadores de Navios-Vivos
Ordem: 1
Autor: Robin Hobb
Editora: Leya
Gênero: Ficção /Fantasia /Literatura Americana
Páginas: 864
Ano: 2017
Classificação: 5 estrelas

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Sinopse: George R.R. Martin é um dos maiores fãs da literatura de Robin Hobb, que, no mundo todo, é uma das mais celebradas e cultuadas autoras contemporâneas de literatura fantástica. Em a “Saga do Assassino”, Robin Hobb retorna, numa nova trilogia, “Os Mercadores de Navios-Vivos”, ao universo ficcional conhecido como o Reino dos Antigos. Nesse primeiro volume, O Navio Arcano, Robb faz referências a clássicos como Moby Dick e Mestre dos Mares para conduzir o leitor por uma aventura marítima repleta de magia, contando a história de um orgulhoso grupo de famílias que navega por mares bravios repletos de piratas e serpentes, a bordo do seu protagonista: os seus navios-vivos – embarcações raríssimas e mágicas feitas de madeira-arcana, capazes de adquirir vida própria. Com personagens muito bem caracterizados, tanto física quanto psicologicamente, Robin Hobb tece uma trama envolvente e complexa, que seduz o leitor a cada página.

Hey pessoal, fantasia na área! Prepara que se esse é o seu gênero favorito, você com certeza vai adicionar esse livro à sua TBR.

O Navio Arcano era um livro que estava na minha lista de leituras há bastante tempo, porém ele estava muito caro e eu queria a edição física. Uma promoção na livraria e voilá, lá estava eu com o meu livro. Ele faz parte do desafio 12 livros para 2021, com mais de 800 páginas eu pensei que demoraria um tempinho para finalizar, mas não foi o que aconteceu. Em uma semana e meia eu devorei o livro, ele dominava meus dias, meus sonos kkkk e vou contar um pouco sobre o enredo para vocês agora.

O livro vai girar em torno da família Vestrit e seu navio-vivo Vivácia. Os Vestrit fazem parte das famílias que fundaram e colonizaram o litoral amaldiçoado. Seus antepassados enfrentaram muitos desafios para colonizar a região e como recompensa, receberam o monopólio do comércio dos produtos encontrados ali e o principal, os Navios-Vivos.

Os Navios são feitos de madeira arcana, são encantados e estão ligados à família que o encomendou. Para ganhar vida é necessário que três gerações da família morram dentro do navio. Vivácia está prestes a chegar nesse momento, Ephron Vestrit, o capitão do navio, está morrendo, e quando Vivácia chega em Vilamontes, todos se organizam para levar Ephron até seu navio, pois ele tinha ficado um ano em terra convalescendo e durante esse período, seu genro Kyle é quem estava no comando de Vivácia.

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04nov • 21 Clichê, comédia romantica, Literatura Americana, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros, Romance, Sarah Adams

Resenha #384 The Cheat Sheet

Título: The Cheat Sheet
Autor: Sarah Adams
Editora: Independente
Páginas: 306
Ano: 2021
Gênero: Romance/ Literatura Americana/ Literatura Estrangeira
Classificação: 4 estrelas

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Sinopse: É tarde demais para sair da friend zone?
Olá, meu nome é Bree Camden, e estou perdidamente apaixonada por meu melhor amigo e quarterback estrela Nathan Donelson (assim como metade da América, a julgar pelos tablóides e por quanto o cara namora).
O primeiro passo é admitir, certo?
Exceto que nunca posso admitir para ele, porque ele claramente não me vê dessa forma, e a última coisa que eu quero é que as coisas fiquem estranhas entre nós.
Nada além da boa e antiquada amizade platônica para nós!
Tudo está exatamente como eu gosto! Sim. Bem. (Não estou chorando, estou apenas descascando uma cebola.)
Nossa amizade está indo muito bem até que acidentalmente derramo meu feijão para um repórter depois de muita tequila, e agora o mundo parece pensar que Nathan e eu pertencemos um ao outro. Ah, e eu mencionei que temos que namorar publicamente por três semanas até depois do Super Bowl porque assinamos um contrato com… oops, esqueci que não posso contar a ninguém sobre isso!
O ponto principal é que agora meu melhor amigo está borrando todas as linhas e agindo de forma nada platônica, e estou apenas tentando evitar que meu corpo queime em chamas cada vez que ele me toca.
Como vou sobreviver a várias semanas de namoro falso com Nathan sem que nada mude entre nós?
Especialmente, quando quase meio que parece que ele está lutando por um resultado completamente diferente?
Envie ajuda.
XO Bree

Hey galera, tudo bem por aí?

Li The Cheat Sheet e durante a leitura eu só conseguia pensar o quanto gostaria de compartilhar as minhas impressões sobre esse livro com vocês. Vou fazer um pequeno resumo sobre a história, e já vou logo avisando, vocês que gostam de um clichê friends to lovers, vão amar essa história. Bora lá?

O livro vai contar a história de Bree e Nathan. Eles são amigos desde os tempos do colégio e não simplesmente bons amigos, mas melhores amigos. Um conta com o outro, confia no outro e são a pessoa mais importante da vida do outro. Isso te soa como amizade ou casamento? Kkk
Enfim, eles se importam e se amam de verdade, ao ponto de que se alguma namorada do Nathan não gostasse de Bree e pedisse para ele escolher entre as duas, a escolha seria a Bree sem pensar duas vezes. Pois é, esse é o nível rs.

Nathan é um jogador profissional de futebol americano, um quarterback, e após o fim dramático de um dos seus muitos relacionamentos aleatórios com garotas aleatórias, ele se vê em uma grande confusão. A garota vai para os jornais e revistas de fofoca falar mal do desempenho do nosso mocinho como amante kkk, Nathan pouco se importa, mas Bree se sente muito ofendida pelo seu amigo kkk.

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23out • 21 Amy Harmon, Fantasia, Literatura Americana, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha #383 The First Girl Child

Título: The First Girl Child
Série: The Chronicles of Saylok
Ordem: 1
Autor: Amy Harmon
Editora: 47 North
Gênero: Romance /Fantasia /Literatura Americana
Páginas: 400
Ano: 2019
Classificação: 5 estrelas

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Sinopse: Bayr de Saylok, filho bastardo de um chefe poderoso e ciumento, é assombrado pela maldição uma vez lançada por sua mãe moribunda. Negociada, abandonada e raramente amada, ela atormentou a terra com suas palavras: Deste dia em diante, não haverá filhas em Saylok.
Criado entre os Guardiões em Temple Hill, Bayr é dotado de força desumana. Mas ele também é abençoado com um coração humano que bate com um propósito: proteger Alba, a primeira menina nascida em quase duas décadas e a salvação de um país em risco.
Agora o destino de Saylok está com Alba e Bayr, cujo vínculo fica mais profundo com cada sussurro do caos que se aproxima. Encarregado de lutar contra os inimigos de seu povo, tanto internos quanto externos, Bayr é alimentado ainda mais pelo amor de uma garota que desafiou o flagelo de Saylok.
O que Bayr e Alba não sabem é que cada um deles ameaça o rei, um homem ganancioso que construiu seu trono com base em mentiras, assassinato e traição. Só há uma maneira de defender sua terra da corrupção que se abateu sobre ela. Ao quebrar a maldição, eles poderiam derrotar o rei … mas também poderiam se destruir.

Amy Harmon na área!

Hey galera, tudo bom com vocês? Hoje trago as minhas impressões sobre o livro The First Girl Child, uma fantasia dessa autora que é uma das minhas queridinhas, e já vou logo avisando, se você ainda não leu, depois dessa resenha tenho certeza que ele vai entrar para a sua TBR.

Vamos lá?

O livro conta a história de Bayr e Alba. No dia do nascimento de Bayr, sua mãe amaldiçoou o país através de uma runa de sangue. Desdemona disse que não nasceriam mais meninas, os homens do país não honravam suas mulheres e por isso elas não mais nasceriam. Bayr então é criado por seu tio Dagmar, no templo onde ele vivia, uma espécie de mosteiro onde homens de diversos clãs estudavam o poder das runas e eram os protetores delas.

Os anos vão passando e Bayr cresce como uma criança muito forte e com um poder extraordinário, ao mesmo tempo em que a maldição vai causando grandes danos ao país. Não nascem mais filhas e aos poucos o país entra em uma seca de meninas, o que deixa o futuro da nação comprometido.

E então Alba nasce.

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12out • 21 12 livros para 2021, Charlie Donlea, desafio, Faro Editorial, Literatura Americana, literatura estrangeira, mistério, Policial, resenha, Suspense

Resenha #382 A Garota do Lago

Título: A Garota do Lago
Autor: Charlie Donlea
Editora: Faro Editorial
Páginas: 295
Ano: 2017
Gênero: Suspense/ Mistério / Literatura Americana/ Literatura Estrangeira
Classificação: 3,5 estrelas

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Sinopse: ALGUNS LUGARES PARECEM BELOS DEMAIS PARA SEREM TOCADOS PELO HORROR…”

Summit Lake, uma pequena cidade entre montanhas, é esse tipo de lugar, bucólico e com encantadoras casas dispostas à beira de um longo trecho de água intocada.
Duas semanas atrás, a estudante de direito Becca Eckersley foi brutalmente assassinada em uma dessas casas. Filha de um poderoso advogado, Becca estava no auge de sua vida. Atraída instintivamente pela notícia, a repórter Kelsey Castle vai até a cidade para investigar o caso.

“E LOGO SE ESTABELECE UMA CONEXÃO ÍNTIMA QUANDO UM VIVO CAMINHA NAS MESMAS PEGADAS DOS MORTOS…”

E enquanto descobre sobre as amizades de Becca, sua vida amorosa e os segredos que ela guardava, a repórter fica cada vez mais convencida de que a verdade sobre o que aconteceu com Becca pode ser a chave para superar as marcas sombrias de seu próprio passado…

Olha o suspense chegando!!!!

E aí galera, tudo bem?

A Garota do Lago foi uma das leituras que elegi para o desafio #12livrospara2021. O livro está na lista dos mais vendidos da Veja, tem um hype muito grande que o cerca e não vou negar que fiquei bem curiosa, fora que comprei a minha edição por um preço maravilhoso. Mas deixa eu fazer um resumo do que vocês encontrarão nessa história.

O livro vai contar o mistério do assassinato de Becca, uma jovem estudante de direito, filha de um grande advogado e com toda uma vida promissora pela frente. Becca foi assassinada na casa de veraneio da família, estava lá para estudar e se preparar com mais tranquilidade para suas futuras provas e inicialmente as investigações são comprimidas e a linha segue para um latrocínio – roubo seguido de morte, mas essa teoria deixa muitas brechas.

É então que a jornalista criminal Kelsey Castle é enviada para Summit Lake, a cidade paradisíaca onde o crime aconteceu, para investigar por conta própria o ocorrido. Ela foi para lá com a desculpa de descansar e tentar se recuperar após ter vivido uma experiência traumática na própria vida, mas Kelsey não estava preparada para o que encontraria e nem imaginava que a vida de Becca fosse ser tão cercada de mistério.

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09out • 21 Christina Lauren, comédia romantica, Gallery Books, Literatura Americana, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha #381 The Soulmate Equation

Título: The Soulmate Equation
Autor: Christina Lauren
Editora: Gallery Books
Páginas: 368
Ano: 2022
Gênero: Romance / Literatura Americana/ Literatura Estrangeira
Classificação: 5 estrelas

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Sinopse: Uma empresa de namoro encontra matches ideais de acordo com o DNA dos usuários. Uma mãe solo cética sobre o amor descobre que tem 98% de compatibilidade com o insuportável fundador da empresa – mas será que na prática o relacionamento dos dois é compatível com as estatísticas?

Jessica Davis não está interessada em namorar. Sendo mãe solo, está sempre muito ocupada criando a amada filha, Juno, e para isso conta com a ajuda de seus avós (que também criaram Jess). Entre seu trabalho com estatística, ajudar Juno com projetos escolares e salvar a mãe adicta sempre que ela se mete em encrencas, a rotina de Jess já está bem atribulada.

Certo dia, porém, quando ela e sua melhor amiga Fizzy estão trabalhando num café, elas começam a conversar com um freguês habitual. Ele é o dr. River Peña, fundador de uma recém-aberta agência de namoros, a GeneticÀmente, que dá matches nos usuários com base no DNA de cada um. Ao ceder ante a insistência de Fizzy, entregando uma amostra de sua saliva para a empresa, Jess descobre que tem uma compatibilidade de 98% com River, um homem que ela já não suporta, e com quem não tem o menor interesse de explorar nada.

Mas, com problemas financeiros se acumulando, Jess vê na GeneticÀmente uma solução, pois a agência lhe oferece uma tentadora quantia de dinheiro caso dê uma chance ao match. E, à medida que Jess conhece o verdadeiro River, ela passa a imaginar que os dados talvez estejam mais corretos do que ela própria gostaria de admitir.

Alerta de livro amorzinhooooo

Hey galera, tudo bem com vocês? Hoje é dia de comentar a minha opinião sobre o livro The Soulmate Equation, e antes que vocês se desesperem, sim, tem ele em português e lançado aqui no Brasil. Só clicar no link no topo que vocês conseguem comprar A Equação Perfeita do Amor.

Mas bora pra história!

The Soulmate Equation vai contar a história de Jess e River. Eles são frequentadores da mesma cafeteria, Jess vai para lá todas as manhãs para trabalhar na companhia de sua melhor amiga. River passa na cafeteria todos as manhãs para buscar a sua dose diária de cafeína. Jess repara sempre nele, por ele ser obviamente muito bonito, mas também por ser um cara frio e que nunca dá boas gorjetas kkk.

Um dia as amigas estão comentando sobre o tal “Americano” quando o barista fala que ele é um cientista importante e que tem uma empresa que está lançando um aplicativo de namoro, para Jess isso é totalmente incoerente com a imagem que River passa, e ela o confronta sobre isso. Ele simplesmente a convida para ir a empresa e conhecer o projeto, e ela obviamente vai!

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25set • 21 drama, intrínseca, Literatura Coreana, literatura estrangeira, Min Jin Lee, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha #380 Pachinko

Título: Pachinko
Autor: Min Jin Lee
Editora: Intrínseca
Páginas: 528
Ano: 2020
Gênero: Romance / Literatura Coreana/ Literatura Estrangeira/ Ficção Histórica
Classificação: 5 estrelas

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Sinopse: No início dos anos 1900, a adolescente Sunja, filha adorada de um pescador aleijado, apaixona-se perdidamente por um rico forasteiro na costa perto de sua casa, na Coreia. Esse homem promete o mundo a ela, mas, quando descobre que está grávida ― e que seu amado é casado ―, Sunja se recusa a ser comprada. Em vez disso, aceita o pedido de casamento de um homem gentil e doente, um pastor que está de passagem pelo vilarejo, rumo ao Japão. A decisão de abandonar o lar e rejeitar o poderoso pai de seu filho dá início a uma saga dramática que se desdobrará ao longo de gerações por quase cem anos.

Neste romance movido pelas batalhas enfrentadas por imigrantes, os salões de pachinko ― o jogo de caça-níqueis onipresente em todo o Japão ― são o ponto de convergência das preocupações centrais da história: identidade, pátria e pertencimento. Para a população coreana no Japão, discriminada e excluída — como Sunja e seus descendentes —, os salões são o principal meio de conseguir trabalho e tentar acumular algum dinheiro.

Uma grande história de amor, Pachinko é também um tributo aos sacrifícios, à ambição e à lealdade de milhares de estrangeiros desterrados. Das movimentadas ruas dos mercados aos corredores das mais prestigiadas universidades do Japão, passando pelos salões de aposta do submundo do crime, os personagens complexos e passionais deste livro sobrevivem e tentam prosperar, indiferentes ao grande arco da história.

Olá galera! Finalizei a leitura de Pachinko e agora é hora de contar as minhas impressões sobre o livro, espero que vocês gostem e se interessem pela história, pois já vou logo adiantando que é maravilhosa!

Como boa dorameira que sou, a cultura asiática invadiu a minha vida após começar a assistir essas séries/novelas produzidas no leste europeu. A curiosidade se aprofundou para além das linhas de fã de atores, cantores e grupos e kpop, passou também para a cultura e literatura. Pachinko foi o primeiro livro que li de uma autora coreana e eu não estava preparada para o que encontraria ali.

A história vai começar na Coréia, no inicio do século 20. Vamos acompanhar uma família e com o passar dos anos, suas próximas gerações. Sunja é a personagem principal, mas antes de entrar na história dela, conhecemos seus pais e avós. Os pais de Sunja se uniram através de um casamento arranjado, algo muito comum até hoje por lá e não tão distante assim da nossa realidade. Yangjin e Hoonie se casam e após vários abortos conseguem ter Sunja, a jovem que seria filha única do casal.

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14set • 21 adulto, Erótico, Fantasia, Gena Showalter, Haper Collins Brasil, Literatura Americana, literatura estrangeira, resenha, resenha dupla, Romance

Resenha #379 A Noite Mais Sombria

Título: A Noite Mais Sombria
Série: Senhores do Mundo Subterrâneo
Ordem: 1
Autor: Gena Showalter
Editora: Haper Collins Brasil
Gênero: Romance /Fantasia /Literatura Americana/ Erótico
Páginas: 320
Ano: 2016
Classificação: 3 estrelas

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Sinopse: Muitos milênios atrás, quando os deuses habitavam o mundo, doze guerreiros gregos assassinaram Pandora e violaram a caixa que ela protegia, libertando os demônios nela confinados. Condenados pelos deuses a serem guardiões desses espíritos pela eternidade, eles precisam sair em busca da única relíquia com poder de dar fim ao seu sofrimento Ainda que possa destruí-los

Ashlyn Darrow sempre fora atormentada por vozes de diversas épocas, sobrepostas, interligadas, vindas de todas as direções, causando-lhe profundo sofrimento. Só havia um lugar onde ela talvez pudesse encontrar a cura para seu mal: a misteriosa fortaleza habitada pelos imortais, em Budapeste. Homens com poderes extraordinários, cada um carregava em si um dos demônios libertados da caixa de Pandora. Porém, somente Maddox, o guerreiro castigado com a mais cruel de todas as maldições, seria capaz de livrar Ashlyn de seu desespero. Morrendo todas as noites e renascendo à alvorada, o guardião do demônio Violência agonizava com o desejo de tocar Ashlyn, mas receava perder o controle sobre o espírito maligno e se tornar uma ameaça para ela.

“Os guerreiros haviam libertado o mal para vingar seu orgulho pungente; agora, eles o conteriam. Assim, nasciam os Senhores do Mundo Subterrâneo.”

Hey galera, olha a resenha nova por aqui! Dessa vez vocês vão conhecer a opinião da Ra e da Ba sobre o livro A Noite Mais Sombria, primeiro da série Senhores do Mundo Subterrâneo, então bora lá para um breve resumo.

Obs.: A cor rosa são palavras da Raquel e roxa, palavras da Barbara.

Já havia topado com esta série há muito tempo, mas nunca dei a mínima para ela. Como estava lendo uma outra série que também foi muito panfletada pela Mi, resolvi dar uma chance para essa quando ela disse que seria ainda melhor.
Senhores do Mundo Subterrâneo me surpreendeu muito, mas muuuuito mesmo. Apesar de ser hot e ter umas descrições horrorosas e que me fizeram gargalhar, eu super recomendo se jogar de cabeça, pois vale muito a pena. A autora jogou uma treta mitológica como pano de fundo e eu super comprei isso e estou curiosa para ver no que vai dar.

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GeL
11set • 21 12 livros para 2021, Colleen Hoover, Galera Record, Literatura Americana, literatura estrangeira, new adult, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha #378 Essa Garota

Título: Essa Garota
Série: Slammed
Ordem: 3
Autor: Colleen Hoover
Editora: Galera Record
Gênero: Romance /New Adult /Literatura Americana
Páginas: 336
Ano: 2014
Classificação: 4 estrelas

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Sinopse: O amor de Will e Layken enfrentou — e venceu — proibições, impedimentos, ciúme, tragédia. Mas, agora casados, os dois se sentem seguros do sentimento que os une.

Lake e Will estão em plena lua de mel, encantados com o futuro que têm pela frente. Lake quer saber tudo que há para saber sobre o marido — mesmo quando este se torna reticente quanto a despertar memórias dolorosas. Pouco a pouco, Lake convence Will a desembaraçar os nós da própria história e, pela primeira vez, seus mais íntimos sentimentos e pensamentos ganham voz.
Sob a ótica de Will, revisitamos os bons e maus momentos. E conhecemos alguns fatos chocantes. O futuro de Will e Lake agora depende de como os dois lidarão com essas revelações…

Hey galera, tudo bem com vocês? Hoje trago minhas impressões sobre o livro Essa Garota, terceiro da série Slammed. Se você não leu os primeiros livros, te aconselho a lê-los para entender a história desse livro e já aviso que você corre um leve risco de pegar spoiler aqui rs.

Com isso dito, vamos a um resumo da história.

Essa Garota vai nos apresentar os principais momentos do relacionamento entre Lake e Will, com a vantagem dessa vez, a história estar sendo contada por nosso mocinho poeta rs. Will e Lake acabaram de se casar, o tempo passou e as coisas estão encaminhadas na vida de ambos, eles finalmente podem desfrutar de uma vida a dois. É durante a lua de mel que o livro vai se passar, enquanto passam o dia juntos, nosso casal amorzinho vai relembrar momentos importantes e marcantes da história deles.

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14ago • 21 Christina Lauren, comédia romantica, Gallery Books, Literatura Americana, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha #376 The Honey Don’t List

Título: The Honey Don’t List
Autor: Christina Lauren
Editora: Gallery Books
Páginas: 320
Ano: 2020
Gênero: Romance / Literatura Americana/ Literatura Estrangeira/ Comédia Romântica
Classificação: 2,5 estrelas

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Sinopse: Carey Douglas trabalha para os gurus de reforma e design de casas Melissa e Rusty Tripp há quase uma década. Uma garota do interior, Carey começou em sua primeira loja aos dezesseis anos e – mais do que se poderia suspeitar – os ajudou a construir um império. Com um novo show e um livro prestes a lançar, os Tripps estão à beira do estrelato. Só existe um problema: o casal favorito da América não suporta um ao outro.
James McCann, gênio da engenharia e com pós-graduação do MIT, foi originalmente contratado como engenheiro estrutural, mas o trabalho não é tudo o que ele pensava. A última gota? Tanto ele como Carey devem sair em turnê com os Tripps e impedir que as rodas caiam do proverbial ônibus.
Infelizmente, nenhum deles está em posição de desistir. Carey precisa de seguro de saúde, e foi prometido a James o papel de uma vida se ele puder manter o casal no caminho certo por mais algumas semanas. Enquanto viajam com os Tripps até a costa oeste, Carey e James prometem trabalhar juntos para manter escondidos os segredos de seus chefes e garantir seu próprio emprego. Mas se eles começarem a seguir o jogo – e começarem a jogar pra valer – poderão ter a chance de construir algo bonito juntos…

Hey galera, mais um livro das autoras Christina Lauren aqui no blog. Sou grande fã dos livros de romance delas, e aos poucos estou lendo com gosto cada livro que elas lançam. Recentemente li O Amor e Outras Coisas e amei tanto o livro que ele entrou para a lista dos meus favoritos do ano, então imaginem o gás que eu estava quando peguei The Honey Don’t List para ler…

O livro vai trazer como protagonistas Carey e James, eles são assistentes de um casal muito famoso do mundo dos programas de reforma de casas na tv, Rusty e Melissa Tripp. Os Tripp são um sucesso, estão lançando um livro sobre conselhos matrimoniais e prestes a estrelar o próprio show em um famoso aplicativo de streaming. Uma família de sucesso e cada vez mais rica, os Tripp estão no auge e prontos para subirem cada vez mais, mas o que ninguém imagina é que a vida desse casal invejável é uma mentira.

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07ago • 21 12 livros para 2021, Biblioteca Azul, clássico, distopia, Ficção, Literatura Americana, literatura estrangeira, Ray Bradbury, resenha, Resenhas de Livros

Resenha #375 Fahrenheit 451

Título: Fahrenheit 451
Autor: Ray Bradbury
Editora: Biblioteca Azul
Páginas: 215
Ano: 2012
Gênero: Distopia / Literatura Americana/ Literatura Estrangeira/ Clássico
Classificação: 4 estrelas

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Sinopse: Escrito após o término da Segunda Guerra Mundial, em 1953, Fahrenheit 451, de Ray Bradubury, revolucionou a literatura com um texto que condena não só a opressão anti-intelectual nazista, mas principalmente o cenário dos anos 1950, revelando sua apreensão numa sociedade opressiva e comandada pelo autoritarismo do mundo pós-guerra. Agora, o título de Bradbury, que morreu recentemente, em 6 de junho de 2012, ganhou nova edição pela Biblioteca Azul, selo de alta literatura e clássicos da Globo Livros, e atualização para a nova ortografia.

A singularidade da obra de Bradbury, se comparada a outras distopias, como Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, ou 1984, de George Orwell, é perceber uma forma muito mais sutil de totalitarismo, uma que não se liga somente aos regimes que tomaram conta da Europa em meados do século passado. Trata-se da “indústria cultural, a sociedade de consumo e seu corolário ético – a moral do senso comum”, segundo as palavras do jornalista Manuel da Costa Pinto, que assina o prefácio da obra. Graças a esta percepção, Fahrenheit 451 continua uma narrativa atual, alvo de estudos e reflexões constantes.

O livro descreve um governo totalitário, num futuro incerto, mas próximo, que proíbe qualquer livro ou tipo de leitura, prevendo que o povo possa ficar instruído e se rebelar contra o status quo. Tudo é controlado e as pessoas só têm conhecimento dos fatos por aparelhos de TVs instalados em suas casas ou em praças ao ar livre. A leitura deixou de ser meio para aquisição de conhecimento crítico e tornou-se tão instrumental quanto a vida dos cidadãos, suficiente apenas para que saibam ler manuais e operar aparelhos.

Fahrenheit 451 tornou-se um clássico não só na literatura, mas também no cinema. Em 1966, o diretor François Truffaut adaptou o livro e lançou o filme de mesmo nome estrelado por Oskar Werner e Julie Christie.

Olá para todos, hoje vim comentar com vocês as minhas impressões sobre o livro Fahrenheit 451. Um clássico distópico da literatura, e como boa fã de distopia que conheceu o gênero através de Jogos Vorazes, Divergente e semelhantes, decidi que era o momento de beber das fontes originais, e Fahrenheit 451 é um desses livros.

O livro começa com uma introdução do meu querido escritor Neil Gaiman, ele vai nos apresentar a história e dizer que ali vamos encontrar uma declaração de amor aos livros, mas que não é apenas isso. O livro é composto de diversos fatores e ele é muito mais do que uma pessoa possa te explicar. Fahrenheit 451 nos convida a uma reflexão e te exige interpretação de um mundo onde os livros são proibidos, onde bombeiros são pagos para incendiar e destruir aquilo que consideramos precioso: os livros.

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