Clichê

Resenha 482 Sonia

Por Barbara em 22 set • 2025

Categoria: clássico

04fev • 26 12 livros para 2025, clássico, Desafio das GeLs, Infantojuvenil, Lewis Carroll, literatura estrangeira, Literatura Inglesa, resenha, Resenhas de Livros, Zahar

Resenha 488 Alice

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Hey pessoal, tudo bem com vocês? Hoje é dia de Alice por aqui, eu finalmente li o livro e conheci essa personagem tão famosa, que na real, eu só conhecia por alto. A história de Alice e suas peripécias já ganhou vários formatos de adaptação para o cinema, teatro, musical… mas e o livro?! Como eu disse eu conhecia por alto, mas decidi que tinha chegado o tempo de conhecer a verdadeira Alice de Lewis Carroll.

A minha edição é a de bolso de luxo da Zahar, linda toda vida e com ilustrações, ela já estava na minha estante há bastante tempo e ela conta com dois livros em um: As aventuras de Alice no país das maravilhas e Alice através do espelho e o que ela viu por lá. Vou falar um pouco de cada um e no final as minhas impressões no geral.

O no País das Maravilhas começa com a nossa protagonista caindo na toca do coelho rs, ela está no campo brincando com os amigos quando algo extraordinário acontece e ela se vê se nesse lugar com personagens bem interessantes e um tanto fora da caixinha. Ali começam a acontecer situações mais extraordinárias ainda, ela conhece duas rainhas bem peculiares, um certo chapeleiro que está tomando um chá que nunca tem fim, um gato com um sorriso fora do comum e ainda enfrenta um julgamento com um rei antes de retornar de forma maravilhosa para sua casa.

“Mas Alice tinha se acostumado tanto a esperar só coisas esquisitas acontecerem que lhe parecia muito sem graça e maçante que a vida seguisse de maneira habitual.”

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29jan • 26 12 livros para 2025, clássico, Jane Austen, literatura estrangeira, Literatura Inglesa, Martin Claret, resenha, Romance

Resenha 487 Mansfield Park

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Uma novela familiar como só Jane Austen consegue fazer…

Oi pessoal, tudo bem com vocês? Hoje é dia de Mansfield Park, um clássico da literatura inglesa e de uma das minhas autoras favoritas, Jane Austen. Eu estou em uma missão pessoal que é ler todos os livros de Jane publicados e esse foi o quinto, agora só me falta A Abadia – que já me falaram ser bem zzZZzzzZz – oremos, mas a questão é que eu estava super empolgada para ler Mansfield, porém quebrei um pouco a cara. Vamos a um breve resumo.

O livro vai girar em torno dos eventos que vão acontecer na mansão que leva o título do livro. Tudo começa com três irmãs, a do meio faz um ótimo casamento e se casa com o herdeiro de Mansfield – o senhor Bertran, a mais velha, que não era tão bela ou simpática, se casa com o pastor da região e a mais nova e mais rebelde, foge com um rapaz aleatório e isso causa uma ruptura no relacionamento entre as três.

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22ago • 25 12 livros para 2025, Aventura, clássico, Infantojuvenil, Literatura Americana, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros

Resenha 480 As Aventuras de Huckleberry Finn

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Eu não esperava que um livro infantil fosse ter tantas camadas e tantos assuntos importantes para se comentar, mas esse aqui tem. Esse livro é precioso e vai me render umas boas linhas de escrita, então pega sua bebida de preferência e bora conversar. 

As aventuras de Huckleberry Finn é um clássico da literatura infantil americana, já rendeu vários trabalhos e analises sobre ele, mas esse não é o objetivo dessa resenha, aqui eu quero conversar com vocês sobre os motivos de eu ter gostado e como o autor conseguiu retratar de forma clara a sociedade e a região onde ele cresceu.

Mark Twain vai nos apresentar a Huck Finn, um conhecido já do público para quem leu o livro do Tom Sawyer, não foi o meu caso, mas aqui pude conhecer a ambos. Bom, o livro vai contar as aventuras que Huck vai viver enquanto foge pelo rio Mississippi, um dos mais famosos do Sul dos EUA. 

O Huck é uma criança que foi adotado por uma viúva da sua cidade e com ela ele estava aprendendo a ter bons modos, ler e escrever e a se tornar um garoto educado da sociedade e não só mais um dos meninos largados que existiam na região. O pai do nosso protagonista é um homem extremamente abusivo, no livro lemos tudo pela visão do Huck e a minha impressão foi a de que ele narrou já bem mais velho os fatos que viveu durante a infância, então nós vamos ver várias cenas de violência por parte do pai dele. 

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08abr • 25 12 livros para 2025, clássico, Ficção, Gabriel García Marquez, Literatura Colombiana, literatura estrangeira, resenha, Romance

Resenha 471 Cem Anos de Solidão

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E aí galera, tudo bem com vocês?

Cem anos de solidão é um clássico da literatura latina, um livro vencedor de nobel e em um primeiro momento uma história que me deixou muito curiosa, mas que ao mesmo tempo, eu confesso, demorei a começar a ler. Acho que às vezes acontece isso com os clássicos premiados – ao menos comigo – eu tenho vontade de ler, mas nunca é uma prioridade. Pensando em mudar isso eu coloquei o livro no desafio de leituras para o ano, incentivei meus amigos a fazerem uma leitura coletiva comigo e na minha segunda tentativa, a leitura fluiu que foi uma beleza.

Aqui nós vamos encontrar a história da família Buendía, os patriarcas Úrsula e José Arcadio saem da aldeia onde moravam e junto com um grupo de amigos decidem desbravar a região onde viviam. Eles partem e por um longo tempo não encontram o mar que era o grande objetivo deles, a jornada é dura e complicada e por esse motivo eles acabam se estabelecendo no local onde conseguiram chegar e lá fundam Macondo.

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30mar • 24 12 livros para 2023, Bertrand Brasil, clássico, desafio, Ernest Hemingway, Ficção, Literatura Americana, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha 457 O Sol Também Se Levanta

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Olá! Tudo bem com vocês?

Meu segundo Hemingway e como eu estava animada para ler esse livro, mas confesso que dei com os burros n’água rsrs. Eu gostei tanto da minha primeira experiência com o autor e imaginei que essa seria tão boa quanto, mas não foi bem assim.

Em seu livro de estreia, Hemingway nos apresenta o mundo das touradas. Jake é o personagem principal, um jornalista que vivia na Europa depois do período da segunda guerra onde ele sofreu um ferimento de guerra e isso o deixou com uma deficiência física não visível. A princípio ele está vivendo ali com seus amigos na França como um bon vivant, preso entre as confusões deles, muitas festas e bebida em excesso, até que chega o período das touradas e ele vai para a Espanha na companhia de alguns amigos e de Lady Brett, a mulher por quem ele nutre uma paixão e apesar da reciprocidade, a deficiência de Jake o impede de viver esse amor, fora que ela era uma mulher comprometida, não que isso fosse um grande impedimento para ela rs.

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19mar • 24 As Crônicas da Nárnia, Aventura, C S Lewis, clássico, Fantasia, Haper Collins Brasil, Infantojuvenil, Literatura irlandesa, resenha, Resenhas de Livros

Resenha 455 O Cavalo e seu Menino

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O terceiro livro de Crônicas é um dos mais interessantes, lançado antes d’O Sobrinho do Mago, ele é o terceiro em ordem cronológica e o quinto em ordem de lançamento.

Minha ama, não se destrua, pois, se viver, ainda poderá alcançar o favor do destino; mas os mortos são iguais a todos os mortos.

A história se inicia num outro país, a Calormânia, se passando na Era de Ouro de Nárnia, ou seja, durante o reinado dos Pevensie como Reis e Rainhas de Nárnia. Há uma expansão do universo, antes tão detido nas Terras de Nárnia, conhecemos outro país, outros reinos e realidades.

Eu, que sei muitas coisas do presente – replicou o eremita com um sorriso -, pouco sei das coisas futuras. Por isso não sei se qualquer homem ou mulher ou animal, em todo o mundo, estará ainda vivo quando anoitecer hoje. Mas incline-se à esperança.

As inspirações para o povo da Calormânia são, evidentemente, os povos árabes e da África Setentrional, descritos como pessoas de pele acobreada, com vestes de linho, uso de cores fortes, construções abobadadas e com mosaicos, armados com cimitarras, porém, estamos falando de uma história narrada por um europeu do século XX, então a representação dos calormanos cai em alguns estereótipos, como crueldade, cobiça, traição e escravagismo. Ainda, sua religião politeísta possui um viés ruim, demandando sacrifícios em seu favor, de uma forma pejorativa. Apesar disso, são descritos como bons contadores de histórias e possuem uma sociedade “avançada”, baseada no livre comércio e expansão.

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16jan • 24 As Crônicas da Nárnia, C S Lewis, clássico, Fantasia, Haper Collins Brasil, Infantojuvenil, literatura estrangeira, Literatura irlandesa, resenha, Resenhas de Livros

Resenha 453 O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa

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O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa é o segundo e, talvez, mais importante livro da fantástica e épica saga escrita por Clives Staples Lewis também conhecido como C. S. Lewis.

Trata-se do primeiro livro lançado pelo autor dentro das terras de Nárnia e traz a chegada de Pedro, Susana, Edmundo e Lúcia a esse universo fantástico. Os personagens são os mais emblemáticos desse universo, sendo muito recorrentes nas histórias vindouras, mas um passo de cada vez.

Também o filme (eu falo muito da sétima arte, desculpa) me marcou muito quando mais jovem, mas o Volume Único da história me afastava (eu tenho minhas questões, estou me tratando), mas as novas edições individuais da Harper Collins Brasil me deram um novo ânimo.

Pois bem, O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa acompanha a chegada dos Pevensie numa Nárnia bem diferente da que deixamos em O Sobrinho do Mago, a terra de Aslam está num sempre inverno e nunca Natal há mais de cem anos, devido ao regime autoritário da Feiticeira Branca, sim, ela mesma que foi trazida à Nárnia por Polly e Digory. Aqui cabe dizer que O Sobrinho foi o penúltimo livro a ser lançado na ordem cronológica, justamente para tentar “explicar” algumas questões.

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17out • 23 12 livros para 2023, clássico, Desafio das GeLs, Excelsior, Jane Austen, Literatura Inglesa, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha 448 Persuasão

Título: Persuasão
Autor: Jane Austen
Editora: Excelsior
Páginas: 240
Ano: 2021
Gênero: Romance/ Literatura Inglesa/ Clássico/ Literatura Estrangeira
Classificação: 5 estrelas

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Sinopse: Vivendo na Inglaterra rural do século XIX, Anne Elliot encontra o amor no seu pretendente Frederick Wentworth, mas é persuadida pela melhor amiga da sua mãe já falecida e uma espécie de tutora da família a não se casar com ele por conta da situação financeira inferior que ele possui. Passados alguns anos, a família de Anne perde uma parte das suas posses e a antiga casa é colocada para locação. Quem a aluga é nada menos do que a irmã do seu antigo amor, que retorna após oito anos na Marinha e se tornou um homem rico. Esse reencontro ao acaso traz de volta toda a tensão e gera uma profusão dos mais diferentes sentimentos entre eles. Será possível viverem uma história de amor depois de tantos anos? Seria justo Anne tentar recuperá-lo após ter desmanchado o relacionamento? Seria ela merecedora de uma segunda chance e estaria ele disposto a retomar a relação após ser desprezado? O amor entre eles é forte e verdadeiro o suficiente para sobreviver ao tempo e a toda sorte de infortúnios? Em Persuasão, último livro escrito por Jane Austen, uma das maiores autoras de todos os tempos e muito à frente do seu tempo, personagens marcantes trazem vida a uma história envolvente, cheia de reviravoltas, críticas sociais, amor e redenção.

Hey galera, tudo bem com vocês? Hoje gostaria de compartilhar um pouco sobre as minhas impressões após a leitura do livro Persuasão, vamos nessa?

O livro vai nos apresentar a história de Anne Elliot, uma jovem dama que vive com o pai e a irmã mais velha no interior da Inglaterra. Anne pode ser considerada uma garota bem sensata, diferente de seu pai e irmã que possuem um quê de afetação e soberba. Nossa mocinha vive uma vida bem tranquila até que situação financeira da família sofre um revés e eles são obrigados a colocar a casa onde vivem para alugar e se mudar para Bath. A casa é alugada por uma família de militares da marinha, mas logo Anne descobre que essa família tem uma ligação com o seu passado.

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02out • 23 C S Lewis, clássico, Fantasia, Haper Collins Brasil, Infantojuvenil, literatura estrangeira, Literatura irlandesa, resenha, Resenhas de Livros

Resenha 447 O Sobrinho do Mago

Título: O Sobrinho do Mago
Série: As Crônicas de Nárnia
Ordem: Livro 1 de 7
Autor: C. S. Lewis
Editora: Haper Collins Brasil
Páginas: 192
Ano: 2023
Gênero: Fantasia/ Infanto Juvenil/ Literatura Estrangeira/ Literatura Irlandesa
Classificação: 3,5 estrelas

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Sinopse: Reinos mágicos, criaturas inesquecíveis e batalhas épicas entre o bem e o mal: essas histórias são narradas em As Crônicas de Nárnia – uma série de sete livros que acompanha crianças curiosas e suas aventuras entre o nosso mundo e outros universos mágicos e que, por décadas, encanta leitores de todas as idades.

Em O Sobrinho do Mago, o menino Gregório e sua vizinha Polly vão parar num bosque mágico que dá acesso a diversos mundos. Isso acontece antes de Pedro, Susana, Edmundo e Lúcia nascerem, antes mesmo de a própria Nárnia existir! Os dois mal têm tempo de aproveitar a descoberta, pois no encalço deles há uma rainha malvada, um mago medíocre e um cocheiro muito assustado.

Ainda bem que no meio da confusão há também um misterioso leão, poderoso o suficiente para colocar tudo em ordem – e dar vida a um novo mundo.

O Sobrinho do Mago é o primeiro livro da fantástica e épica saga d’As Crônicas de Nárnia e o sexto livro na ordem cronológica. 

Particularmente, não sou muito afeito a livros que tentam explicar a origem, destrinchar os conceitos e coisas do tipo. O livro original pode suscitar dúvidas e trazer questionamentos, claro, observando para não deixar furos na história, mas não precisa explicar tudo. Deixar algo para o imaginário subjetivo de cada um também é, para mim, característica de uma boa escrita. 

Quando as coisas vão mal, parece que vão de mal a pior durante certo tempo; mas quando começam a ir bem, parecem cada vez melhores 

A história se passa antes das aventuras dos Irmãos Pevensie, seguimos as aventuras de Polly e Digory, que se encontram no início das férias de verão e se tornam amigos. O menino vive com os tios André e Letícia e a mãe, que se encontra acamada. Tio André é uma espécie de feiticeiro, daí o título do livro. Em determinado momento os jovens são enganados pelo Tio do menino e acabam encontrando um Mundo entre Mundos. 

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24jul • 23 12 livros para 2023, clássico, Desafio das GeLs, Editora 34, Fiódor Dostoiévski, literatura estrangeira, Literatura Russa, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha 442 Noites Brancas

Título: Noites Brancas
Autor: Fiódor Dostoiévski
Editora: Editora 34
Páginas: 96
Ano: 2009
Gênero: Romance/ Literatura Russa/ Literatura Estrangeira
Classificação: 5 estrelas

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Sinopse: Durante uma das singulares “noites brancas” do verão de São Petersburgo, em que o sol praticamente não se põe, dois jovens se encontram numa ponte sobre o rio Nievá e dão início a uma história repleta de fantasia e lirismo. Publicado em 1848, na contracorrente de sua época, que privilegiava o Realismo, este livro é, na obra de Dostoiévski, aquele que mais se aproxima da escola romântica. Não apenas pelo tipo do Sonhador, figura central da novela, mas também pela atmosfera delicada e fantasmagórica, que envolve a trama, o cenário e os protagonistas.

Aqui, a própria cidade de São Petersburgo — com seus palácios e pontes, seus espaços monumentais — revela-se como personagem. Não por acaso, Noites brancas atraiu a atenção de diretores de cinema como Luchino Visconti e Robert Bresson, que procuraram traduzir para a tela todo o encanto desta que se tornou uma das obras mais famosas de Dostoiévski — agora pela primeira vez no Brasil em tradução direta do russo.

Que seja claro o seu céu, que seja luminoso e sereno o seu lindo sorriso; abençoada seja você pelo momento de júbilo e felicidade que concedeu a um coração solitário e agradecido!

Oi galera, hoje vim trazer para vocês as minhas impressões sobre o livro Noites Brancas. Foi minha primeira experiência com um clássico russo e eu acho que o mais legal da experiência é poder desmistificar um pouco algo que aparentemente seria difícil de ler. Bora lá?

O livro se passa no período do verão em São Petersburgo e por esse motivo o título, durante o verão, o tempo de luz solar é maior e as noites ficam claras. Bom, é nesse contexto que conhecemos o Sonhador, um jovem rapaz que está divagando ao andar pela cidade, se sentindo “abandonado” pela cidade estar vazia até que ele se depara com uma jovem passando por uma tentativa de assédio. Ele naturalmente vai ajudá-la e então conhece Nastiénska.

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17dez • 22 12 livros para 2022, clássico, Desafio das GeLs, Elizabeth Gaskell, literatura estrangeira, Literatura Inglesa, Pedrazul, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha #429 Margaret Hale – Norte e Sul

Título: Margaret Hale – Norte e Sul
Autor: Elizabeth Gaskell
Editora: Pedrazul
Páginas: 428
Ano: 2015
Gênero: Romance/ Literatura Inglesa/ Literatura Estrangeira/ Clássico
Classificação: 3,5 estrelas

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Sinopse: “Vamos, pobre e pequeno coração! Seja alegre e corajoso. Seremos muita coisa um para o outro, se formos jogados fora e deixados desolados!”

Margaret Hale é arrancada de seu idílico e pastoril Sul e levada para o industrializado Norte, para a poluída cidade de Milton. Infeliz, sentindo-se perdida, logo desenvolve um senso apaixonado de justiça social, intensificado pelo seu tempestuoso relacionamento com Mr. Thornton, cuja oposição feroz oculta uma atração mais profunda.
Elogiado por Charles Dickens como uma “história admirável, cheia de personalidade e poder”, o romance entre uma heroína arrogante, porém, sensível, e um industrial inteligente e dinâmico aborda questões políticas, filosóficas e econômicas. Uma descrição inabalável das condições sombrias dos trabalhadores da Era Vitoriana.
O confronto entre Margaret Hale e John Thornton é considerado uma reminiscência das desavenças entre Elizabeth Bennet e Mr. Darcy, personagens de Orgulho e Preconceito, de Jane Austen.

Hey galera, vamos para um clássico da literatura? 

Margaret Hale ou Norte e Sul como ficou conhecido, é um clássico da literatura que vai nos apresentar a história de Margaret, uma jovem que depois de ter passado vários anos vivendo com a família da tia em Londres, e sendo dama de companhia de sua prima, volta para a casa dos pais após o casamento dessa prima. 

Margaret tinha boas lembranças de sua casa de infância, que ficava em Hellstone, uma cidade pequena ao Sul da Inglaterra. Lá a vida era bem pacata e com seu pai sendo o vigário local, ela tinha uma boa relação com os moradores da cidade. Tudo muda quando seu pai toma uma decisão que transforma completamente a vida da família. Eles mudam de cidade e saem de Hellstone para a cidade de Milton, uma cidade industrial ao norte da Inglaterra. 

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07ago • 21 12 livros para 2021, Biblioteca Azul, clássico, distopia, Ficção, Literatura Americana, literatura estrangeira, Ray Bradbury, resenha, Resenhas de Livros

Resenha #375 Fahrenheit 451

Título: Fahrenheit 451
Autor: Ray Bradbury
Editora: Biblioteca Azul
Páginas: 215
Ano: 2012
Gênero: Distopia / Literatura Americana/ Literatura Estrangeira/ Clássico
Classificação: 4 estrelas

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Sinopse: Escrito após o término da Segunda Guerra Mundial, em 1953, Fahrenheit 451, de Ray Bradubury, revolucionou a literatura com um texto que condena não só a opressão anti-intelectual nazista, mas principalmente o cenário dos anos 1950, revelando sua apreensão numa sociedade opressiva e comandada pelo autoritarismo do mundo pós-guerra. Agora, o título de Bradbury, que morreu recentemente, em 6 de junho de 2012, ganhou nova edição pela Biblioteca Azul, selo de alta literatura e clássicos da Globo Livros, e atualização para a nova ortografia.

A singularidade da obra de Bradbury, se comparada a outras distopias, como Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, ou 1984, de George Orwell, é perceber uma forma muito mais sutil de totalitarismo, uma que não se liga somente aos regimes que tomaram conta da Europa em meados do século passado. Trata-se da “indústria cultural, a sociedade de consumo e seu corolário ético – a moral do senso comum”, segundo as palavras do jornalista Manuel da Costa Pinto, que assina o prefácio da obra. Graças a esta percepção, Fahrenheit 451 continua uma narrativa atual, alvo de estudos e reflexões constantes.

O livro descreve um governo totalitário, num futuro incerto, mas próximo, que proíbe qualquer livro ou tipo de leitura, prevendo que o povo possa ficar instruído e se rebelar contra o status quo. Tudo é controlado e as pessoas só têm conhecimento dos fatos por aparelhos de TVs instalados em suas casas ou em praças ao ar livre. A leitura deixou de ser meio para aquisição de conhecimento crítico e tornou-se tão instrumental quanto a vida dos cidadãos, suficiente apenas para que saibam ler manuais e operar aparelhos.

Fahrenheit 451 tornou-se um clássico não só na literatura, mas também no cinema. Em 1966, o diretor François Truffaut adaptou o livro e lançou o filme de mesmo nome estrelado por Oskar Werner e Julie Christie.

Olá para todos, hoje vim comentar com vocês as minhas impressões sobre o livro Fahrenheit 451. Um clássico distópico da literatura, e como boa fã de distopia que conheceu o gênero através de Jogos Vorazes, Divergente e semelhantes, decidi que era o momento de beber das fontes originais, e Fahrenheit 451 é um desses livros.

O livro começa com uma introdução do meu querido escritor Neil Gaiman, ele vai nos apresentar a história e dizer que ali vamos encontrar uma declaração de amor aos livros, mas que não é apenas isso. O livro é composto de diversos fatores e ele é muito mais do que uma pessoa possa te explicar. Fahrenheit 451 nos convida a uma reflexão e te exige interpretação de um mundo onde os livros são proibidos, onde bombeiros são pagos para incendiar e destruir aquilo que consideramos precioso: os livros.

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