Clichê

Resenha 459 Lugar Feliz

Por Barbara em 16 maio • 2024

Categoria: clássico

30mar • 24 12 livros para 2023, Bertrand Brasil, clássico, desafio, Ernest Hemingway, Ficção, Literatura Americana, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha 457 O Sol Também Se Levanta

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Olá! Tudo bem com vocês?

Meu segundo Hemingway e como eu estava animada para ler esse livro, mas confesso que dei com os burros n’água rsrs. Eu gostei tanto da minha primeira experiência com o autor e imaginei que essa seria tão boa quanto, mas não foi bem assim.

Em seu livro de estreia, Hemingway nos apresenta o mundo das touradas. Jake é o personagem principal, um jornalista que vivia na Europa depois do período da segunda guerra onde ele sofreu um ferimento de guerra e isso o deixou com uma deficiência física não visível. A princípio ele está vivendo ali com seus amigos na França como um bon vivant, preso entre as confusões deles, muitas festas e bebida em excesso, até que chega o período das touradas e ele vai para a Espanha na companhia de alguns amigos e de Lady Brett, a mulher por quem ele nutre uma paixão e apesar da reciprocidade, a deficiência de Jake o impede de viver esse amor, fora que ela era uma mulher comprometida, não que isso fosse um grande impedimento para ela rs.

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19mar • 24 As Crônicas da Nárnia, Aventura, C S Lewis, clássico, Fantasia, Haper Collins Brasil, Infantojuvenil, Literatura irlandesa, resenha, Resenhas de Livros

Resenha 455 O Cavalo e seu Menino

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O terceiro livro de Crônicas é um dos mais interessantes, lançado antes d’O Sobrinho do Mago, ele é o terceiro em ordem cronológica e o quinto em ordem de lançamento.

Minha ama, não se destrua, pois, se viver, ainda poderá alcançar o favor do destino; mas os mortos são iguais a todos os mortos.

A história se inicia num outro país, a Calormânia, se passando na Era de Ouro de Nárnia, ou seja, durante o reinado dos Pevensie como Reis e Rainhas de Nárnia. Há uma expansão do universo, antes tão detido nas Terras de Nárnia, conhecemos outro país, outros reinos e realidades.

Eu, que sei muitas coisas do presente – replicou o eremita com um sorriso -, pouco sei das coisas futuras. Por isso não sei se qualquer homem ou mulher ou animal, em todo o mundo, estará ainda vivo quando anoitecer hoje. Mas incline-se à esperança.

As inspirações para o povo da Calormânia são, evidentemente, os povos árabes e da África Setentrional, descritos como pessoas de pele acobreada, com vestes de linho, uso de cores fortes, construções abobadadas e com mosaicos, armados com cimitarras, porém, estamos falando de uma história narrada por um europeu do século XX, então a representação dos calormanos cai em alguns estereótipos, como crueldade, cobiça, traição e escravagismo. Ainda, sua religião politeísta possui um viés ruim, demandando sacrifícios em seu favor, de uma forma pejorativa. Apesar disso, são descritos como bons contadores de histórias e possuem uma sociedade “avançada”, baseada no livre comércio e expansão.

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16jan • 24 As Crônicas da Nárnia, C S Lewis, clássico, Fantasia, Haper Collins Brasil, Infantojuvenil, literatura estrangeira, Literatura irlandesa, resenha, Resenhas de Livros

Resenha 453 O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa

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O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa é o segundo e, talvez, mais importante livro da fantástica e épica saga escrita por Clives Staples Lewis também conhecido como C. S. Lewis.

Trata-se do primeiro livro lançado pelo autor dentro das terras de Nárnia e traz a chegada de Pedro, Susana, Edmundo e Lúcia a esse universo fantástico. Os personagens são os mais emblemáticos desse universo, sendo muito recorrentes nas histórias vindouras, mas um passo de cada vez.

Também o filme (eu falo muito da sétima arte, desculpa) me marcou muito quando mais jovem, mas o Volume Único da história me afastava (eu tenho minhas questões, estou me tratando), mas as novas edições individuais da Harper Collins Brasil me deram um novo ânimo.

Pois bem, O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa acompanha a chegada dos Pevensie numa Nárnia bem diferente da que deixamos em O Sobrinho do Mago, a terra de Aslam está num sempre inverno e nunca Natal há mais de cem anos, devido ao regime autoritário da Feiticeira Branca, sim, ela mesma que foi trazida à Nárnia por Polly e Digory. Aqui cabe dizer que O Sobrinho foi o penúltimo livro a ser lançado na ordem cronológica, justamente para tentar “explicar” algumas questões.

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17out • 23 12 livros para 2023, clássico, Desafio das GeLs, Excelsior, Jane Austen, Literatura Inglesa, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha 448 Persuasão

Título: Persuasão
Autor: Jane Austen
Editora: Excelsior
Páginas: 240
Ano: 2021
Gênero: Romance/ Literatura Inglesa/ Clássico/ Literatura Estrangeira
Classificação: 5 estrelas

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Sinopse: Vivendo na Inglaterra rural do século XIX, Anne Elliot encontra o amor no seu pretendente Frederick Wentworth, mas é persuadida pela melhor amiga da sua mãe já falecida e uma espécie de tutora da família a não se casar com ele por conta da situação financeira inferior que ele possui. Passados alguns anos, a família de Anne perde uma parte das suas posses e a antiga casa é colocada para locação. Quem a aluga é nada menos do que a irmã do seu antigo amor, que retorna após oito anos na Marinha e se tornou um homem rico. Esse reencontro ao acaso traz de volta toda a tensão e gera uma profusão dos mais diferentes sentimentos entre eles. Será possível viverem uma história de amor depois de tantos anos? Seria justo Anne tentar recuperá-lo após ter desmanchado o relacionamento? Seria ela merecedora de uma segunda chance e estaria ele disposto a retomar a relação após ser desprezado? O amor entre eles é forte e verdadeiro o suficiente para sobreviver ao tempo e a toda sorte de infortúnios? Em Persuasão, último livro escrito por Jane Austen, uma das maiores autoras de todos os tempos e muito à frente do seu tempo, personagens marcantes trazem vida a uma história envolvente, cheia de reviravoltas, críticas sociais, amor e redenção.

Hey galera, tudo bem com vocês? Hoje gostaria de compartilhar um pouco sobre as minhas impressões após a leitura do livro Persuasão, vamos nessa?

O livro vai nos apresentar a história de Anne Elliot, uma jovem dama que vive com o pai e a irmã mais velha no interior da Inglaterra. Anne pode ser considerada uma garota bem sensata, diferente de seu pai e irmã que possuem um quê de afetação e soberba. Nossa mocinha vive uma vida bem tranquila até que situação financeira da família sofre um revés e eles são obrigados a colocar a casa onde vivem para alugar e se mudar para Bath. A casa é alugada por uma família de militares da marinha, mas logo Anne descobre que essa família tem uma ligação com o seu passado.

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02out • 23 C S Lewis, clássico, Fantasia, Haper Collins Brasil, Infantojuvenil, literatura estrangeira, Literatura irlandesa, resenha, Resenhas de Livros

Resenha 447 O Sobrinho do Mago

Título: O Sobrinho do Mago
Série: As Crônicas de Nárnia
Ordem: Livro 1 de 7
Autor: C. S. Lewis
Editora: Haper Collins Brasil
Páginas: 192
Ano: 2023
Gênero: Fantasia/ Infanto Juvenil/ Literatura Estrangeira/ Literatura Irlandesa
Classificação: 3,5 estrelas

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Sinopse: Reinos mágicos, criaturas inesquecíveis e batalhas épicas entre o bem e o mal: essas histórias são narradas em As Crônicas de Nárnia – uma série de sete livros que acompanha crianças curiosas e suas aventuras entre o nosso mundo e outros universos mágicos e que, por décadas, encanta leitores de todas as idades.

Em O Sobrinho do Mago, o menino Gregório e sua vizinha Polly vão parar num bosque mágico que dá acesso a diversos mundos. Isso acontece antes de Pedro, Susana, Edmundo e Lúcia nascerem, antes mesmo de a própria Nárnia existir! Os dois mal têm tempo de aproveitar a descoberta, pois no encalço deles há uma rainha malvada, um mago medíocre e um cocheiro muito assustado.

Ainda bem que no meio da confusão há também um misterioso leão, poderoso o suficiente para colocar tudo em ordem – e dar vida a um novo mundo.

O Sobrinho do Mago é o primeiro livro da fantástica e épica saga d’As Crônicas de Nárnia e o sexto livro na ordem cronológica. 

Particularmente, não sou muito afeito a livros que tentam explicar a origem, destrinchar os conceitos e coisas do tipo. O livro original pode suscitar dúvidas e trazer questionamentos, claro, observando para não deixar furos na história, mas não precisa explicar tudo. Deixar algo para o imaginário subjetivo de cada um também é, para mim, característica de uma boa escrita. 

Quando as coisas vão mal, parece que vão de mal a pior durante certo tempo; mas quando começam a ir bem, parecem cada vez melhores 

A história se passa antes das aventuras dos Irmãos Pevensie, seguimos as aventuras de Polly e Digory, que se encontram no início das férias de verão e se tornam amigos. O menino vive com os tios André e Letícia e a mãe, que se encontra acamada. Tio André é uma espécie de feiticeiro, daí o título do livro. Em determinado momento os jovens são enganados pelo Tio do menino e acabam encontrando um Mundo entre Mundos. 

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24jul • 23 12 livros para 2023, clássico, Desafio das GeLs, Editora 34, Fiódor Dostoiévski, literatura estrangeira, Literatura Russa, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha 442 Noites Brancas

Título: Noites Brancas
Autor: Fiódor Dostoiévski
Editora: Editora 34
Páginas: 96
Ano: 2009
Gênero: Romance/ Literatura Russa/ Literatura Estrangeira
Classificação: 5 estrelas

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Sinopse: Durante uma das singulares “noites brancas” do verão de São Petersburgo, em que o sol praticamente não se põe, dois jovens se encontram numa ponte sobre o rio Nievá e dão início a uma história repleta de fantasia e lirismo. Publicado em 1848, na contracorrente de sua época, que privilegiava o Realismo, este livro é, na obra de Dostoiévski, aquele que mais se aproxima da escola romântica. Não apenas pelo tipo do Sonhador, figura central da novela, mas também pela atmosfera delicada e fantasmagórica, que envolve a trama, o cenário e os protagonistas.

Aqui, a própria cidade de São Petersburgo — com seus palácios e pontes, seus espaços monumentais — revela-se como personagem. Não por acaso, Noites brancas atraiu a atenção de diretores de cinema como Luchino Visconti e Robert Bresson, que procuraram traduzir para a tela todo o encanto desta que se tornou uma das obras mais famosas de Dostoiévski — agora pela primeira vez no Brasil em tradução direta do russo.

Que seja claro o seu céu, que seja luminoso e sereno o seu lindo sorriso; abençoada seja você pelo momento de júbilo e felicidade que concedeu a um coração solitário e agradecido!

Oi galera, hoje vim trazer para vocês as minhas impressões sobre o livro Noites Brancas. Foi minha primeira experiência com um clássico russo e eu acho que o mais legal da experiência é poder desmistificar um pouco algo que aparentemente seria difícil de ler. Bora lá?

O livro se passa no período do verão em São Petersburgo e por esse motivo o título, durante o verão, o tempo de luz solar é maior e as noites ficam claras. Bom, é nesse contexto que conhecemos o Sonhador, um jovem rapaz que está divagando ao andar pela cidade, se sentindo “abandonado” pela cidade estar vazia até que ele se depara com uma jovem passando por uma tentativa de assédio. Ele naturalmente vai ajudá-la e então conhece Nastiénska.

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17dez • 22 12 livros para 2022, clássico, Desafio das GeLs, Elizabeth Gaskell, literatura estrangeira, Literatura Inglesa, Pedrazul, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha #429 Margaret Hale – Norte e Sul

Título: Margaret Hale – Norte e Sul
Autor: Elizabeth Gaskell
Editora: Pedrazul
Páginas: 428
Ano: 2015
Gênero: Romance/ Literatura Inglesa/ Literatura Estrangeira/ Clássico
Classificação: 3,5 estrelas

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Sinopse: “Vamos, pobre e pequeno coração! Seja alegre e corajoso. Seremos muita coisa um para o outro, se formos jogados fora e deixados desolados!”

Margaret Hale é arrancada de seu idílico e pastoril Sul e levada para o industrializado Norte, para a poluída cidade de Milton. Infeliz, sentindo-se perdida, logo desenvolve um senso apaixonado de justiça social, intensificado pelo seu tempestuoso relacionamento com Mr. Thornton, cuja oposição feroz oculta uma atração mais profunda.
Elogiado por Charles Dickens como uma “história admirável, cheia de personalidade e poder”, o romance entre uma heroína arrogante, porém, sensível, e um industrial inteligente e dinâmico aborda questões políticas, filosóficas e econômicas. Uma descrição inabalável das condições sombrias dos trabalhadores da Era Vitoriana.
O confronto entre Margaret Hale e John Thornton é considerado uma reminiscência das desavenças entre Elizabeth Bennet e Mr. Darcy, personagens de Orgulho e Preconceito, de Jane Austen.

Hey galera, vamos para um clássico da literatura? 

Margaret Hale ou Norte e Sul como ficou conhecido, é um clássico da literatura que vai nos apresentar a história de Margaret, uma jovem que depois de ter passado vários anos vivendo com a família da tia em Londres, e sendo dama de companhia de sua prima, volta para a casa dos pais após o casamento dessa prima. 

Margaret tinha boas lembranças de sua casa de infância, que ficava em Hellstone, uma cidade pequena ao Sul da Inglaterra. Lá a vida era bem pacata e com seu pai sendo o vigário local, ela tinha uma boa relação com os moradores da cidade. Tudo muda quando seu pai toma uma decisão que transforma completamente a vida da família. Eles mudam de cidade e saem de Hellstone para a cidade de Milton, uma cidade industrial ao norte da Inglaterra. 

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07ago • 21 12 livros para 2021, Biblioteca Azul, clássico, distopia, Ficção, Literatura Americana, literatura estrangeira, Ray Bradbury, resenha, Resenhas de Livros

Resenha #375 Fahrenheit 451

Título: Fahrenheit 451
Autor: Ray Bradbury
Editora: Biblioteca Azul
Páginas: 215
Ano: 2012
Gênero: Distopia / Literatura Americana/ Literatura Estrangeira/ Clássico
Classificação: 4 estrelas

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Sinopse: Escrito após o término da Segunda Guerra Mundial, em 1953, Fahrenheit 451, de Ray Bradubury, revolucionou a literatura com um texto que condena não só a opressão anti-intelectual nazista, mas principalmente o cenário dos anos 1950, revelando sua apreensão numa sociedade opressiva e comandada pelo autoritarismo do mundo pós-guerra. Agora, o título de Bradbury, que morreu recentemente, em 6 de junho de 2012, ganhou nova edição pela Biblioteca Azul, selo de alta literatura e clássicos da Globo Livros, e atualização para a nova ortografia.

A singularidade da obra de Bradbury, se comparada a outras distopias, como Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, ou 1984, de George Orwell, é perceber uma forma muito mais sutil de totalitarismo, uma que não se liga somente aos regimes que tomaram conta da Europa em meados do século passado. Trata-se da “indústria cultural, a sociedade de consumo e seu corolário ético – a moral do senso comum”, segundo as palavras do jornalista Manuel da Costa Pinto, que assina o prefácio da obra. Graças a esta percepção, Fahrenheit 451 continua uma narrativa atual, alvo de estudos e reflexões constantes.

O livro descreve um governo totalitário, num futuro incerto, mas próximo, que proíbe qualquer livro ou tipo de leitura, prevendo que o povo possa ficar instruído e se rebelar contra o status quo. Tudo é controlado e as pessoas só têm conhecimento dos fatos por aparelhos de TVs instalados em suas casas ou em praças ao ar livre. A leitura deixou de ser meio para aquisição de conhecimento crítico e tornou-se tão instrumental quanto a vida dos cidadãos, suficiente apenas para que saibam ler manuais e operar aparelhos.

Fahrenheit 451 tornou-se um clássico não só na literatura, mas também no cinema. Em 1966, o diretor François Truffaut adaptou o livro e lançou o filme de mesmo nome estrelado por Oskar Werner e Julie Christie.

Olá para todos, hoje vim comentar com vocês as minhas impressões sobre o livro Fahrenheit 451. Um clássico distópico da literatura, e como boa fã de distopia que conheceu o gênero através de Jogos Vorazes, Divergente e semelhantes, decidi que era o momento de beber das fontes originais, e Fahrenheit 451 é um desses livros.

O livro começa com uma introdução do meu querido escritor Neil Gaiman, ele vai nos apresentar a história e dizer que ali vamos encontrar uma declaração de amor aos livros, mas que não é apenas isso. O livro é composto de diversos fatores e ele é muito mais do que uma pessoa possa te explicar. Fahrenheit 451 nos convida a uma reflexão e te exige interpretação de um mundo onde os livros são proibidos, onde bombeiros são pagos para incendiar e destruir aquilo que consideramos precioso: os livros.

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07maio • 20 clássico, Ficção, Franz Kafka, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros

Resenha #312 A Metamorfose

Título: A Metamorfose
Autor: Franz Kafka
Editora: Antofágica
Páginas: 232
Ano: 2019
Gênero: Clássico/ Literatura Estrangeira
Classificação: 5 estrelas

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Sinopse: Quando Gregor Samsa, certa manhã, acordou de sonhos intranquilos, tudo mudou. Não só em sua vida, mas no mundo. Ao se encontrar metamorfoseado em um inseto monstruoso, Gregor acompanha as reações de sua família ao perceberem o estranho ser em que ele se tornou. E, enquanto luta para se manter vivo e entender a sua nova realidade, reflete sobre o comportamento de seus pais, de sua irmã e de seu chefe, e de forma ainda mais angustiante, pensa na própria vida até então.

Uma mítica que criei para mim foi de que clássicos possuem uma leitura mais complicada e isso me afastou de grandes livros e consagrados autores, porém isso agora é passado.

Lutando contra tal estigma enveredei na leitura de A Metamorfose, conto mais conhecido do autor, lançado em 1915.

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10dez • 19 Aventura, Buddy Read, clássico, Fantasia, literatura estrangeira, Marion Zimmer Bradley, Planeta, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha #292 A Grande Rainha

Título: A Grande Rainha
Autor: Marion Zimmer Bradley

Série: As Brumas de Avalon #2
Editora: Planeta
Páginas: 232
Ano: 2017
Gênero: Fantasia/ Ficção/ Literatura Estrangeira
Classificação: 4 estrelas

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Sinopse: Neste romance, a lenda do rei Artur e contada pela primeira vez através das vidas, das visões e da percepção das mulheres que nela tiveram um papel central. Pela primeira vez, o mundo arturiano de Avalon e Camelot, com todas as suas paixões e aventuras – o mundo que, através dos seculos, cada geração recriou em incontáveis obras de ficção, poesia, drama – e revelado, como se poderia esperas, pelas suas heroínas – pela rainha Guinevere, mulher de Artur; por Igraine, mãe de Artur; por Viviane, a impressionante Senhora do Lago, Grande Sacerdotisa de Avalon; e principalmente pela irma de Artur, Morgana, também conhecida como Morgana das Fadas, como a Fada Morgana – como feiticeira, como bruxa – e que nesta épica versão da lenda desempenha um papel crucial, tanto na coroação como na destruição de Artur. Trata-se, acima de tudo, da historia de um profundo conflito entre o cristianismo e a velha religião de Avalon.

É treta o que vocês querem? Treta vocês encontram aqui!

Muito melhor que o primeiro livro, muito mais instigante e ainda assim me fez passar muita raiva!!!!!! Sério, aqui temos uma aula de como se aborrecer com decisões e atitudes idiotas de algumas mulheres rsrsrs.

O livro começa com Morgana, agora morando com a tia Morgause em seu reino, ela está grávida e o pai sabemos muito bem quem é, mas é necessário segredo sobre tudo. Não está sendo uma gravidez fácil para Morgana e ela está numa fase muito ressentida de seu destino, convenhamos que não podemos tirar a razão da moça.

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27mar • 19 12 livros para 2019, Best Bolso, clássico, Jane Austen, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha #265 Razão e Sensibilidade

Título: Razão e Sensibilidade
Autor: Jane Austen
Editora: Best Bolso
Páginas: 400
Ano: 2013
Gênero: Clássico/ Romance/ Literatura Estrangeira
Classificação: 4 estrelas

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Sinopse: “Primeiro romance de Jane Austen, ‘Razão e Sensibilidade’ conta a história de duas irmãs com personalidades muito diferentes: Elinor é razão, Marianne é sensibilidade, e Jane Austen usa ambas para mostrar os perigos de ser franco demais numa sociedade essencialmente hipócrita onde há muito mais mérito em esconder do que em mostrar.” -Julia Romeu, no prefácio “Cérebro e Coração”.

Após a morte de Henry Dashwood, sua esposa e filhas – a sensata Elinor, a romântica Marianne e a jovem Margaret – veem-se subitamente empobrecidas e obrigadas a trocar sua confortável mansão por um pequeno chalé em Barton Park. Enquanto Elinor é controlada e cautelosa, Marianne demonstra abertamente seus sentimentos, recusando-se a adotar a conduta hipócrita que é esperada dela. Apesar de sua prudência, Elinor torna-se cada vez mais apegada a um homem inacessível. Marianne, por sua vez, descobre que seu temperamento afetuoso não é suficiente para garantir sua felicidade. As irmãs enfrentam grandes desafios em suas vidas amorosas e são forçadas a encontrar o equilíbrio entre razão e emoção antes de conquistarem o verdadeiro amor. Com sua ironia característica, a autora faz um retrato mordaz da sociedade inglesa do início do século XIX.

Hey galera, como estamos?

Hoje vim conversar com vocês sobre Razão e Sensibilidade, o primeiro livro publicado pela maravilhosa Jane Austen. Esse é o quarto livro do desafio #12livrospara2019 e eu estava bem ansiosa para comentar com vocês as minhas impressões, mas antes um breve resumo do enredo. Vou tentar ser breve para evitar spoilers.

Razão e Sensibilidade traz duas irmãs como protagonistas, Elinor e Marianne, as duas jovens vivem com a irmã mais nova e a mãe que acabou de ficar viúva. Elas tem ainda um irmão mais velho, fruto do primeiro casamento do Sr. Dashwood, que após a morte do pai herda toda a herança da família e a responsabilidade de cuidar das meias-irmãs. Porém as promessas feitas no leito de morte nem sempre são bem interpretadas e nossas mocinhas ficam à mercê da boa vontade do irmão e de sua esposa nada generosa.

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