DarkSide Books

Resenha #335 Hex

Por Raquel em 29 nov • 2020
adulto

Resenha #333 Method

Por Barbara em 10 nov • 2020

Categoria: clássico

07maio • 20 clássico, Ficção, Franz Kafka, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros

Resenha #312 A Metamorfose

Título: A Metamorfose
Autor: Franz Kafka
Editora: Antofágica
Páginas: 232
Ano: 2019
Gênero: Clássico/ Literatura Estrangeira
Classificação: 5 estrelas

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Sinopse: Quando Gregor Samsa, certa manhã, acordou de sonhos intranquilos, tudo mudou. Não só em sua vida, mas no mundo. Ao se encontrar metamorfoseado em um inseto monstruoso, Gregor acompanha as reações de sua família ao perceberem o estranho ser em que ele se tornou. E, enquanto luta para se manter vivo e entender a sua nova realidade, reflete sobre o comportamento de seus pais, de sua irmã e de seu chefe, e de forma ainda mais angustiante, pensa na própria vida até então.

Uma mítica que criei para mim foi de que clássicos possuem uma leitura mais complicada e isso me afastou de grandes livros e consagrados autores, porém isso agora é passado.

Lutando contra tal estigma enveredei na leitura de A Metamorfose, conto mais conhecido do autor, lançado em 1915.

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10dez • 19 Aventura, Buddy Read, clássico, Fantasia, literatura estrangeira, Marion Zimmer Bradley, Planeta, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha #292 A Grande Rainha

Título: A Grande Rainha
Autor: Marion Zimmer Bradley

Série: As Brumas de Avalon #2
Editora: Planeta
Páginas: 232
Ano: 2017
Gênero: Fantasia/ Ficção/ Literatura Estrangeira
Classificação: 4 estrelas

Compre o Livro

Sinopse: Neste romance, a lenda do rei Artur e contada pela primeira vez através das vidas, das visões e da percepção das mulheres que nela tiveram um papel central. Pela primeira vez, o mundo arturiano de Avalon e Camelot, com todas as suas paixões e aventuras – o mundo que, através dos seculos, cada geração recriou em incontáveis obras de ficção, poesia, drama – e revelado, como se poderia esperas, pelas suas heroínas – pela rainha Guinevere, mulher de Artur; por Igraine, mãe de Artur; por Viviane, a impressionante Senhora do Lago, Grande Sacerdotisa de Avalon; e principalmente pela irma de Artur, Morgana, também conhecida como Morgana das Fadas, como a Fada Morgana – como feiticeira, como bruxa – e que nesta épica versão da lenda desempenha um papel crucial, tanto na coroação como na destruição de Artur. Trata-se, acima de tudo, da historia de um profundo conflito entre o cristianismo e a velha religião de Avalon.

É treta o que vocês querem? Treta vocês encontram aqui!

Muito melhor que o primeiro livro, muito mais instigante e ainda assim me fez passar muita raiva!!!!!! Sério, aqui temos uma aula de como se aborrecer com decisões e atitudes idiotas de algumas mulheres rsrsrs.

O livro começa com Morgana, agora morando com a tia Morgause em seu reino, ela está grávida e o pai sabemos muito bem quem é, mas é necessário segredo sobre tudo. Não está sendo uma gravidez fácil para Morgana e ela está numa fase muito ressentida de seu destino, convenhamos que não podemos tirar a razão da moça.

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27mar • 19 12 livros para 2019, Best Bolso, clássico, Jane Austen, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha #265 Razão e Sensibilidade

Título: Razão e Sensibilidade
Autor: Jane Austen
Editora: Best Bolso
Páginas: 400
Ano: 2013
Gênero: Clássico/ Romance/ Literatura Estrangeira
Classificação: 4 estrelas

Compre o Livro

Sinopse: “Primeiro romance de Jane Austen, ‘Razão e Sensibilidade’ conta a história de duas irmãs com personalidades muito diferentes: Elinor é razão, Marianne é sensibilidade, e Jane Austen usa ambas para mostrar os perigos de ser franco demais numa sociedade essencialmente hipócrita onde há muito mais mérito em esconder do que em mostrar.” -Julia Romeu, no prefácio “Cérebro e Coração”.

Após a morte de Henry Dashwood, sua esposa e filhas – a sensata Elinor, a romântica Marianne e a jovem Margaret – veem-se subitamente empobrecidas e obrigadas a trocar sua confortável mansão por um pequeno chalé em Barton Park. Enquanto Elinor é controlada e cautelosa, Marianne demonstra abertamente seus sentimentos, recusando-se a adotar a conduta hipócrita que é esperada dela. Apesar de sua prudência, Elinor torna-se cada vez mais apegada a um homem inacessível. Marianne, por sua vez, descobre que seu temperamento afetuoso não é suficiente para garantir sua felicidade. As irmãs enfrentam grandes desafios em suas vidas amorosas e são forçadas a encontrar o equilíbrio entre razão e emoção antes de conquistarem o verdadeiro amor. Com sua ironia característica, a autora faz um retrato mordaz da sociedade inglesa do início do século XIX.

Hey galera, como estamos?

Hoje vim conversar com vocês sobre Razão e Sensibilidade, o primeiro livro publicado pela maravilhosa Jane Austen. Esse é o quarto livro do desafio #12livrospara2019 e eu estava bem ansiosa para comentar com vocês as minhas impressões, mas antes um breve resumo do enredo. Vou tentar ser breve para evitar spoilers.

Razão e Sensibilidade traz duas irmãs como protagonistas, Elinor e Marianne, as duas jovens vivem com a irmã mais nova e a mãe que acabou de ficar viúva. Elas tem ainda um irmão mais velho, fruto do primeiro casamento do Sr. Dashwood, que após a morte do pai herda toda a herança da família e a responsabilidade de cuidar das meias-irmãs. Porém as promessas feitas no leito de morte nem sempre são bem interpretadas e nossas mocinhas ficam à mercê da boa vontade do irmão e de sua esposa nada generosa.

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