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Resenha #305 Vicious

Por Barbara em 27 fev • 2020

Categoria: thriller

28dez • 19 12 livros para 2019, Desafio das GeLs, distopia, Globo Alt, Koushun Takami, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros, thriller

Resenha #296 Battle Royale

Título: Battle Royale
Autor: Koushun Takami
Editora: Globo Alt
Páginas: 664
Ano: 2014
Gênero: Distopia/ Aventura/ Thriller/ Literatura Estrangeira
Classificação: 5 estrelas

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Sinopse: Battle Royale é um thriller de alta octanagem sobre violência juvenil em um mundo distópico, além de ser um dos best-sellers japoneses e mais polêmico entre os romances. Como parte de um programa implacável pelo governo totalitário, os alunos do nono ano são levados para uma pequena ilha isolada e recebem um mapa, comida e várias armas. Forçados a usarem coleiras especiais, que explodem quando eles quebram uma regra, eles devem lutar entre si por três dias até que apenas um “vencedor” sobreviva. O jogo de eliminação se torna a principal atração televisiva de reality shows. Esse clássico japonês é uma alegoria potente do que significa ser jovem e sobreviver no mundo de hoje. O primeiro romance do jornalista Koushun Takami, tornou-se um filme ainda mais notório pelo diretor de 70 anos de idade, Kinji Fukusaku.

Distopia na área! Você é órfão de Jogos Vorazes, Divergente e semelhantes? Então essa resenha é para você. E mesmo que você não seja, leia porque esse livro vai te pegar.

No mundo criado por Koushun Takami, todos os anos uma turma do nono ano é escolhida aleatoriamente para participar do que é popularmente conhecido como “O Programa”. O Programa nada mais é que uma competição entre os alunos dessa classe. Eles são enviados para um local e lá são instruídos a matarem seus colegas. Chocados?

Muito surreal certo?!

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11nov • 19 12 livros para 2019, Desafio das GeLs, Fantasia, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros, Suspense, thriller, Única, William Ritter

Resenha #286 Jackaby

Título: Jackaby
Autor: William Ritter

Série: Jackaby #1
Editora: Única
Gênero: Mistério/ Fantasia/ Literatura Estrangeira
Páginas: 256
Ano: 2015
Classificação: 5 estrelas

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Sinopse: “Eu sou um homem de razão e da ciência. Acredito no que vejo e posso provar, e o que vejo geralmente é difícil para os outros compreenderem. Até onde eu descobri, tenho um dom ímpar. Isso me permite ver a verdade quando os outros só enxergam ilusão. E há muitas ilusões, muitas máscaras e fachadas. Como dizem, o mundo todo é um palco e parece que eu tenho a única poltrona da casa, com vista para os bastidores.” Abigail Rook deixou sua família na Inglaterra para encontrar uma vida mais empolgante além dos limites de seu lar. Entre caminhos e descaminhos, no gelado janeiro de 1892 ela desembarca na cidade de New Fiddleham. Tudo o que precisa é de um emprego de verdade, então, sua busca a leva diretamente para Jackaby, o estranho detetive que afirma ser capaz de identificar o sobrenatural. Contratada como assistente, em seu primeiro dia de trabalho Abigail se vê no meio de um caso emocionante: um serial killer está à solta na cidade. A polícia está convencida de que se trata de um vilão comum, contudo, para Jackaby, o assassino com certeza não é uma criatura humana. Será que Abigail conseguirá acompanhar os passos desse homem tão excêntrico? Ela finalmente encontrou a aventura com a qual tanto sonhara. Prepare-se para desvendar este mistério! Um livro destinado aos fãs de Sherlock Holmes e Doctor Who. Eleito o melhor livro jovem 2014 pela Kirkus Review e um dos 40 melhores YA da estação pela CNN e vencedor do prêmio Pacific Northwest 2015.”

Eu não sabia que precisava desse livro até começar a leitura.

Jackaby foi uma aquisição aleatória da Bienal de 2017, passei no estande, estava abaixo da faixa da pobreza e tinha uma sinopse interessante, comprei. Mas só agora fui ler o livro que ficou por bons dois anos encostado na estante. Mal sabia eu o que estava perdendo…

Esse é o primeiro livro de uma série que acompanha o detetive Jackaby. Ele é especializado em resolver casos extraordinários, só mistérios inacreditáveis e com seres que acreditamos viver apenas nos contos de fadas.

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08fev • 19 Colleen Hoover, literatura estrangeira, mistério, resenha, thriller

Resenha #248 Verity

Título: Verity
Autor: Colleen Hoover
Editora: Hoover Ink, Inc.
Páginas: 333
Ano: 2018
Gênero: Thriller
Classificação: 5 estrelas

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Sinopse: Lowen Ashleigh é uma escritora que se encontrava à beira da ruína financeira quando aceitou a melhor oferta profissional de sua vida. Jeremy Crawford, marido autora best-seller Verity Crawford, contratou Lowen para completar os livros restantes de uma série de sucesso que sua esposa é incapaz de terminar.
Lowen chega à casa dos Crawford pronta para analisar os anos de anotações e esboços de Verity, esperando encontrar material suficiente para iniciar seu trabalho. O que Lowen não espera descobrir no escritório caótico é uma autobiografia inacabada que Verity nunca pretendeu que alguém lesse. Página após página de confissões assustadoras incluem a lembrança de Verity sobre o que realmente aconteceu no dia em que sua filha morreu.
Lowen decide manter o manuscrito escondido de Jeremy, sabendo que seu conteúdo iria devasta-lo ainda mais. Porém, à medida que os sentimentos de Lowen por Jeremy começam a se intensificar, ela percebe como poderia se beneficiar se ele lesse as palavras de sua esposa. Afinal de contas, não importa o quão devotado Jeremy seja com sua esposa ferida, uma verdade tão horripilante tornaria impossível continuar a amá-la.

“Minha mãe costumava dizer que casas têm alma.

Se isso for verdade, a alma da casa de Verity é do tipo mais escuro que existe.”

Lowen é uma jovem escritora que não é tão famosa assim, pois nunca mostra suas caras para o público. Uma introvertida, que acabou de perder sua mãe para um câncer, e que está para ser despejada. Em uma manhã típica de Nova Iorque, enquanto ia para uma reunião muito importante com seu agente literário, a jovem presencia um acidente muito de perto; um pedestre distraído com o celular atravessava a rua com o sinal fechado e não percebeu o veículo que vinha em sua direção. Digamos que não foi bonito e que Lowen acabou com o sangue do pobre coitado espalhado por toda sua roupa. No entanto, um rapaz a ajuda e empresta sua camisa para ela.

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