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Resenha #333 Method

Por Barbara em 10 nov • 2020

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07maio • 20 clássico, Ficção, Franz Kafka, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros

Resenha #312 A Metamorfose

Título: A Metamorfose
Autor: Franz Kafka
Editora: Antofágica
Páginas: 232
Ano: 2019
Gênero: Clássico/ Literatura Estrangeira
Classificação: 5 estrelas

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Sinopse: Quando Gregor Samsa, certa manhã, acordou de sonhos intranquilos, tudo mudou. Não só em sua vida, mas no mundo. Ao se encontrar metamorfoseado em um inseto monstruoso, Gregor acompanha as reações de sua família ao perceberem o estranho ser em que ele se tornou. E, enquanto luta para se manter vivo e entender a sua nova realidade, reflete sobre o comportamento de seus pais, de sua irmã e de seu chefe, e de forma ainda mais angustiante, pensa na própria vida até então.

Uma mítica que criei para mim foi de que clássicos possuem uma leitura mais complicada e isso me afastou de grandes livros e consagrados autores, porém isso agora é passado.

Lutando contra tal estigma enveredei na leitura de A Metamorfose, conto mais conhecido do autor, lançado em 1915.

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27mar • 19 12 livros para 2019, Best Bolso, clássico, Jane Austen, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha #265 Razão e Sensibilidade

Título: Razão e Sensibilidade
Autor: Jane Austen
Editora: Best Bolso
Páginas: 400
Ano: 2013
Gênero: Clássico/ Romance/ Literatura Estrangeira
Classificação: 4 estrelas

Compre o Livro

Sinopse: “Primeiro romance de Jane Austen, ‘Razão e Sensibilidade’ conta a história de duas irmãs com personalidades muito diferentes: Elinor é razão, Marianne é sensibilidade, e Jane Austen usa ambas para mostrar os perigos de ser franco demais numa sociedade essencialmente hipócrita onde há muito mais mérito em esconder do que em mostrar.” -Julia Romeu, no prefácio “Cérebro e Coração”.

Após a morte de Henry Dashwood, sua esposa e filhas – a sensata Elinor, a romântica Marianne e a jovem Margaret – veem-se subitamente empobrecidas e obrigadas a trocar sua confortável mansão por um pequeno chalé em Barton Park. Enquanto Elinor é controlada e cautelosa, Marianne demonstra abertamente seus sentimentos, recusando-se a adotar a conduta hipócrita que é esperada dela. Apesar de sua prudência, Elinor torna-se cada vez mais apegada a um homem inacessível. Marianne, por sua vez, descobre que seu temperamento afetuoso não é suficiente para garantir sua felicidade. As irmãs enfrentam grandes desafios em suas vidas amorosas e são forçadas a encontrar o equilíbrio entre razão e emoção antes de conquistarem o verdadeiro amor. Com sua ironia característica, a autora faz um retrato mordaz da sociedade inglesa do início do século XIX.

Hey galera, como estamos?

Hoje vim conversar com vocês sobre Razão e Sensibilidade, o primeiro livro publicado pela maravilhosa Jane Austen. Esse é o quarto livro do desafio #12livrospara2019 e eu estava bem ansiosa para comentar com vocês as minhas impressões, mas antes um breve resumo do enredo. Vou tentar ser breve para evitar spoilers.

Razão e Sensibilidade traz duas irmãs como protagonistas, Elinor e Marianne, as duas jovens vivem com a irmã mais nova e a mãe que acabou de ficar viúva. Elas tem ainda um irmão mais velho, fruto do primeiro casamento do Sr. Dashwood, que após a morte do pai herda toda a herança da família e a responsabilidade de cuidar das meias-irmãs. Porém as promessas feitas no leito de morte nem sempre são bem interpretadas e nossas mocinhas ficam à mercê da boa vontade do irmão e de sua esposa nada generosa.

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15mar • 19 12 livros para 2019, Aventura, Bertrand Brasil, Desafio das GeLs, Ernest Hemingway, literatura estrangeira, resenha, Romance

Resenha #262 O Velho e o Mar

Título: O Velho e o Mar
Autor: Ernest Hemingway
Editora: Bertrand Brasil
Páginas: 126
Ano: 2013
Gênero: Ficção/ Aventura/ Literatura Estrangeira
Classificação: 5 estrelas

Compre o Livro

Sinopse: Best-seller em todo o mundo e também no Brasil, “O Velho e o Mar” conta a história de um pescador que, depois de 84 dias sem apanhar um só peixe, acaba fisgando um de tamanho descomunal, que lhe oferece inusitada resistências e contra cuja força tem de opor a de seus braços, a de seu corpo, e, mais do que tudo, a de seu espírito.
Um homem só, no mar alto, com seus sonhos e pensamentos, suas fundas tristezas e ingênuas alegrias, amando com certa ternura o peixe com que trava ingente luta até levá-lo a uma derrota leal e honesta.
Uma obra-prima da literatura contemporânea, dotada de profunda mensagem de fé no homem e em sua capacidade de superar as limitações a que a vida o submete.

O Velho e o Mar… não sei nem direito como começar essa resenha, mas vou tentar explicando que aqui não existirá uma resenha como normalmente faço, vou contar a minha experiência com esse livro e eu espero que você aprecie a leitura, como eu estou apreciando escrever sobre.

Ganhei esse livro como presente de aniversário, já queria ler Hemingway há um bom tempo, mas ainda não tinha tido a oportunidade de comprar meu primeiro exemplar físico. Bom, com o livro em mãos, o coloquei na meta de leitura dos #12livrospara2019 e que bom que fiz isso!

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19ago • 15 Outros

#2 Capas, capas e + capas – O Sol é para Todos

Demorou mas chegou!
Hoje na coluna Capas, capas e + capas, vamos mostrar as diferentes edições de O Sol é para Todos da Harper Lee, ao redor do mundo. Confere aí e não deixe de comentar qual é a sua preferida.
Para começar, escolhi essa capa da edição brasileira de 1963. Linda, linda ela pode até não ser, mas eu amo essa montagem com os rostos, a forma como o título está escrito. Bom, eu acho essa capa muito bonita e se eu achar por aí em algum sebo é certeza que compro na hora! rs – Barbara

 

Mais uma edição brasileira. Essa foi lançada recentemente pela Record, através do selo José Olympio, e está linda! Achei bem legal eles colocarem o título original na capa e ao contrário da capa de 63, agora temos o Mockinbird como “protagonista”. Eu acho ela linda, e vocês? Alguém tem essa edição? – Barbara
Adorei a nova capa nacional, adoro esse jeito emborrachado mas tenho que concordar com a Tati Feltrin que para uma edição definitiva faltou uma mini biografia da autora e/ou algum comentário crítico sobre a obra. – Michelli

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