Clichê

Resenha 459 Lugar Feliz

Por Barbara em 16 maio • 2024

Categoria: C S Lewis

19mar • 24 As Crônicas da Nárnia, Aventura, C S Lewis, clássico, Fantasia, Haper Collins Brasil, Infantojuvenil, Literatura irlandesa, resenha, Resenhas de Livros

Resenha 455 O Cavalo e seu Menino

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O terceiro livro de Crônicas é um dos mais interessantes, lançado antes d’O Sobrinho do Mago, ele é o terceiro em ordem cronológica e o quinto em ordem de lançamento.

Minha ama, não se destrua, pois, se viver, ainda poderá alcançar o favor do destino; mas os mortos são iguais a todos os mortos.

A história se inicia num outro país, a Calormânia, se passando na Era de Ouro de Nárnia, ou seja, durante o reinado dos Pevensie como Reis e Rainhas de Nárnia. Há uma expansão do universo, antes tão detido nas Terras de Nárnia, conhecemos outro país, outros reinos e realidades.

Eu, que sei muitas coisas do presente – replicou o eremita com um sorriso -, pouco sei das coisas futuras. Por isso não sei se qualquer homem ou mulher ou animal, em todo o mundo, estará ainda vivo quando anoitecer hoje. Mas incline-se à esperança.

As inspirações para o povo da Calormânia são, evidentemente, os povos árabes e da África Setentrional, descritos como pessoas de pele acobreada, com vestes de linho, uso de cores fortes, construções abobadadas e com mosaicos, armados com cimitarras, porém, estamos falando de uma história narrada por um europeu do século XX, então a representação dos calormanos cai em alguns estereótipos, como crueldade, cobiça, traição e escravagismo. Ainda, sua religião politeísta possui um viés ruim, demandando sacrifícios em seu favor, de uma forma pejorativa. Apesar disso, são descritos como bons contadores de histórias e possuem uma sociedade “avançada”, baseada no livre comércio e expansão.

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16jan • 24 As Crônicas da Nárnia, C S Lewis, clássico, Fantasia, Haper Collins Brasil, Infantojuvenil, literatura estrangeira, Literatura irlandesa, resenha, Resenhas de Livros

Resenha 453 O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa

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O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa é o segundo e, talvez, mais importante livro da fantástica e épica saga escrita por Clives Staples Lewis também conhecido como C. S. Lewis.

Trata-se do primeiro livro lançado pelo autor dentro das terras de Nárnia e traz a chegada de Pedro, Susana, Edmundo e Lúcia a esse universo fantástico. Os personagens são os mais emblemáticos desse universo, sendo muito recorrentes nas histórias vindouras, mas um passo de cada vez.

Também o filme (eu falo muito da sétima arte, desculpa) me marcou muito quando mais jovem, mas o Volume Único da história me afastava (eu tenho minhas questões, estou me tratando), mas as novas edições individuais da Harper Collins Brasil me deram um novo ânimo.

Pois bem, O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa acompanha a chegada dos Pevensie numa Nárnia bem diferente da que deixamos em O Sobrinho do Mago, a terra de Aslam está num sempre inverno e nunca Natal há mais de cem anos, devido ao regime autoritário da Feiticeira Branca, sim, ela mesma que foi trazida à Nárnia por Polly e Digory. Aqui cabe dizer que O Sobrinho foi o penúltimo livro a ser lançado na ordem cronológica, justamente para tentar “explicar” algumas questões.

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18nov • 23 C S Lewis, literatura estrangeira, Literatura irlandesa, Não Ficção, resenha, Resenhas de Livros, Thomas Nelson Brasil

Resenha 451 Como cultivar uma vida de leitura

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“No caso de bons livros, a questão não é quantos você consegue ler, mas quantos conseguem ler você.”

Olá, tudo bem por aí? Hoje vim conversar e trazer as minhas impressões sobre esse livro do título. Aqui nós vamos encontrar um compilado de vários textos do Lewis sobre literatura, ele nunca escreveu um livro com esse nome, mas os organizadores juntaram esses textos que são de outros livros e cartas que ele escreveu ao longo da vida e acabou gerando esse livro que é um verdadeiro presente aos leitores.

Lewis vai falar de tudo um pouco aqui rs, literatura fantástica, livros para crianças, o que nos motiva a ler, as preferências de leitura, e o que mais gostei que foi o incentivo que ele dá para que leiamos grandes clássicos sem receios, mas vamos falar sobre cada um com calma rs.

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02out • 23 C S Lewis, clássico, Fantasia, Haper Collins Brasil, Infantojuvenil, literatura estrangeira, Literatura irlandesa, resenha, Resenhas de Livros

Resenha 447 O Sobrinho do Mago

Título: O Sobrinho do Mago
Série: As Crônicas de Nárnia
Ordem: Livro 1 de 7
Autor: C. S. Lewis
Editora: Haper Collins Brasil
Páginas: 192
Ano: 2023
Gênero: Fantasia/ Infanto Juvenil/ Literatura Estrangeira/ Literatura Irlandesa
Classificação: 3,5 estrelas

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Sinopse: Reinos mágicos, criaturas inesquecíveis e batalhas épicas entre o bem e o mal: essas histórias são narradas em As Crônicas de Nárnia – uma série de sete livros que acompanha crianças curiosas e suas aventuras entre o nosso mundo e outros universos mágicos e que, por décadas, encanta leitores de todas as idades.

Em O Sobrinho do Mago, o menino Gregório e sua vizinha Polly vão parar num bosque mágico que dá acesso a diversos mundos. Isso acontece antes de Pedro, Susana, Edmundo e Lúcia nascerem, antes mesmo de a própria Nárnia existir! Os dois mal têm tempo de aproveitar a descoberta, pois no encalço deles há uma rainha malvada, um mago medíocre e um cocheiro muito assustado.

Ainda bem que no meio da confusão há também um misterioso leão, poderoso o suficiente para colocar tudo em ordem – e dar vida a um novo mundo.

O Sobrinho do Mago é o primeiro livro da fantástica e épica saga d’As Crônicas de Nárnia e o sexto livro na ordem cronológica. 

Particularmente, não sou muito afeito a livros que tentam explicar a origem, destrinchar os conceitos e coisas do tipo. O livro original pode suscitar dúvidas e trazer questionamentos, claro, observando para não deixar furos na história, mas não precisa explicar tudo. Deixar algo para o imaginário subjetivo de cada um também é, para mim, característica de uma boa escrita. 

Quando as coisas vão mal, parece que vão de mal a pior durante certo tempo; mas quando começam a ir bem, parecem cada vez melhores 

A história se passa antes das aventuras dos Irmãos Pevensie, seguimos as aventuras de Polly e Digory, que se encontram no início das férias de verão e se tornam amigos. O menino vive com os tios André e Letícia e a mãe, que se encontra acamada. Tio André é uma espécie de feiticeiro, daí o título do livro. Em determinado momento os jovens são enganados pelo Tio do menino e acabam encontrando um Mundo entre Mundos. 

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10abr • 21 12 livros para 2020, Autobiografia, Biografia, C S Lewis, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros, William Collins

Resenha #359 Surprised by Joy

Título: Suprised by Joy
Autor: C. S. Lewis
Editora: William Collins
Páginas: 304
Ano: 207
Gênero: Autobiografia/ Literatura Estrangeira
Classificação: 5 estrelas

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Sinopse: Surpreendido pela Alegria não é uma autobiografia comum. Não é uma confissão. No entanto, é certamente um dos mais belos e inteligentes relatos da caminhada de uma pessoa em direção à fé cristã.

C. S. Lewis, um dos pensadores e escritores mais influentes do século 20, foi ateu por muitos anos. Em Surpreendido pela Alegria, ele descreve de maneira fascinante sua jornada espiritual, com o foco na sua crise de fé, que determinaria o caráter de toda a sua vida e carreira. Um livro de memórias extremamente pessoal e arguto, no qual Lewis guia o leitor em direção à alegria e à surpresa que aguardam todo aquele que busca uma vida além do esperado.

Hey pessoal, tudo bom com vocês?
Hoje vim compartilhar a minha experiência lendo Surprised by Joy, a autobiografia do C. S. Lewis.

Em Surprised by Joy, Lewis vai nos contar sobre a sua jornada de fé, partindo do ateísmo até o cristianismo. Desde suas mais antigas lembranças, ainda na infância, seu período em internatos e depois na faculdade, sua relação turbulenta com o pai e os grandes amigos que fez ao longo da vida, tudo vai contribuir para transformá-lo no homem que era.

Ainda na infância Lewis perde a mãe, um marco na vida do jovem e que faz com sua fé seja minada, conforme vai crescendo e ao ir para a escola, ele enfrenta muitas dificuldades e ao mesmo tempo entra em contato com diversas situações e experiências até se auto declarar um ateu.

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