09out • 21 Christina Lauren, comédia romantica, Gallery Books, Literatura Americana, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha #381 The Soulmate Equation

Título: The Soulmate Equation
Autor: Christina Lauren
Editora: Gallery Books
Páginas: 368
Ano: 2022
Gênero: Romance / Literatura Americana/ Literatura Estrangeira
Classificação: 5 estrelas

Compre o Livro

Sinopse: Uma empresa de namoro encontra matches ideais de acordo com o DNA dos usuários. Uma mãe solo cética sobre o amor descobre que tem 98% de compatibilidade com o insuportável fundador da empresa – mas será que na prática o relacionamento dos dois é compatível com as estatísticas?

Jessica Davis não está interessada em namorar. Sendo mãe solo, está sempre muito ocupada criando a amada filha, Juno, e para isso conta com a ajuda de seus avós (que também criaram Jess). Entre seu trabalho com estatística, ajudar Juno com projetos escolares e salvar a mãe adicta sempre que ela se mete em encrencas, a rotina de Jess já está bem atribulada.

Certo dia, porém, quando ela e sua melhor amiga Fizzy estão trabalhando num café, elas começam a conversar com um freguês habitual. Ele é o dr. River Peña, fundador de uma recém-aberta agência de namoros, a GeneticÀmente, que dá matches nos usuários com base no DNA de cada um. Ao ceder ante a insistência de Fizzy, entregando uma amostra de sua saliva para a empresa, Jess descobre que tem uma compatibilidade de 98% com River, um homem que ela já não suporta, e com quem não tem o menor interesse de explorar nada.

Mas, com problemas financeiros se acumulando, Jess vê na GeneticÀmente uma solução, pois a agência lhe oferece uma tentadora quantia de dinheiro caso dê uma chance ao match. E, à medida que Jess conhece o verdadeiro River, ela passa a imaginar que os dados talvez estejam mais corretos do que ela própria gostaria de admitir.

Alerta de livro amorzinhooooo

Hey galera, tudo bem com vocês? Hoje é dia de comentar a minha opinião sobre o livro The Soulmate Equation, e antes que vocês se desesperem, sim, tem ele em português e lançado aqui no Brasil. Só clicar no link no topo que vocês conseguem comprar A Equação Perfeita do Amor.

Mas bora pra história!

The Soulmate Equation vai contar a história de Jess e River. Eles são frequentadores da mesma cafeteria, Jess vai para lá todas as manhãs para trabalhar na companhia de sua melhor amiga. River passa na cafeteria todos as manhãs para buscar a sua dose diária de cafeína. Jess repara sempre nele, por ele ser obviamente muito bonito, mas também por ser um cara frio e que nunca dá boas gorjetas kkk.

Um dia as amigas estão comentando sobre o tal “Americano” quando o barista fala que ele é um cientista importante e que tem uma empresa que está lançando um aplicativo de namoro, para Jess isso é totalmente incoerente com a imagem que River passa, e ela o confronta sobre isso. Ele simplesmente a convida para ir a empresa e conhecer o projeto, e ela obviamente vai!

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25set • 21 drama, intrínseca, Literatura Coreana, literatura estrangeira, Min Jin Lee, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha #380 Pachinko

Título: Pachinko
Autor: Min Jin Lee
Editora: Intrínseca
Páginas: 528
Ano: 2020
Gênero: Romance / Literatura Coreana/ Literatura Estrangeira/ Ficção Histórica
Classificação: 5 estrelas

Compre o Livro

Sinopse: No início dos anos 1900, a adolescente Sunja, filha adorada de um pescador aleijado, apaixona-se perdidamente por um rico forasteiro na costa perto de sua casa, na Coreia. Esse homem promete o mundo a ela, mas, quando descobre que está grávida ― e que seu amado é casado ―, Sunja se recusa a ser comprada. Em vez disso, aceita o pedido de casamento de um homem gentil e doente, um pastor que está de passagem pelo vilarejo, rumo ao Japão. A decisão de abandonar o lar e rejeitar o poderoso pai de seu filho dá início a uma saga dramática que se desdobrará ao longo de gerações por quase cem anos.

Neste romance movido pelas batalhas enfrentadas por imigrantes, os salões de pachinko ― o jogo de caça-níqueis onipresente em todo o Japão ― são o ponto de convergência das preocupações centrais da história: identidade, pátria e pertencimento. Para a população coreana no Japão, discriminada e excluída — como Sunja e seus descendentes —, os salões são o principal meio de conseguir trabalho e tentar acumular algum dinheiro.

Uma grande história de amor, Pachinko é também um tributo aos sacrifícios, à ambição e à lealdade de milhares de estrangeiros desterrados. Das movimentadas ruas dos mercados aos corredores das mais prestigiadas universidades do Japão, passando pelos salões de aposta do submundo do crime, os personagens complexos e passionais deste livro sobrevivem e tentam prosperar, indiferentes ao grande arco da história.

Olá galera! Finalizei a leitura de Pachinko e agora é hora de contar as minhas impressões sobre o livro, espero que vocês gostem e se interessem pela história, pois já vou logo adiantando que é maravilhosa!

Como boa dorameira que sou, a cultura asiática invadiu a minha vida após começar a assistir essas séries/novelas produzidas no leste europeu. A curiosidade se aprofundou para além das linhas de fã de atores, cantores e grupos e kpop, passou também para a cultura e literatura. Pachinko foi o primeiro livro que li de uma autora coreana e eu não estava preparada para o que encontraria ali.

A história vai começar na Coréia, no inicio do século 20. Vamos acompanhar uma família e com o passar dos anos, suas próximas gerações. Sunja é a personagem principal, mas antes de entrar na história dela, conhecemos seus pais e avós. Os pais de Sunja se uniram através de um casamento arranjado, algo muito comum até hoje por lá e não tão distante assim da nossa realidade. Yangjin e Hoonie se casam e após vários abortos conseguem ter Sunja, a jovem que seria filha única do casal.

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14set • 21 adulto, Erótico, Fantasia, Gena Showalter, Haper Collins Brasil, Literatura Americana, literatura estrangeira, resenha, resenha dupla, Romance

Resenha #379 A Noite Mais Sombria

Título: A Noite Mais Sombria
Série: Senhores do Mundo Subterrâneo
Ordem: 1
Autor: Gena Showalter
Editora: Haper Collins Brasil
Gênero: Romance /Fantasia /Literatura Americana/ Erótico
Páginas: 320
Ano: 2016
Classificação: 3 estrelas

Compre o Livro

Sinopse: Muitos milênios atrás, quando os deuses habitavam o mundo, doze guerreiros gregos assassinaram Pandora e violaram a caixa que ela protegia, libertando os demônios nela confinados. Condenados pelos deuses a serem guardiões desses espíritos pela eternidade, eles precisam sair em busca da única relíquia com poder de dar fim ao seu sofrimento Ainda que possa destruí-los

Ashlyn Darrow sempre fora atormentada por vozes de diversas épocas, sobrepostas, interligadas, vindas de todas as direções, causando-lhe profundo sofrimento. Só havia um lugar onde ela talvez pudesse encontrar a cura para seu mal: a misteriosa fortaleza habitada pelos imortais, em Budapeste. Homens com poderes extraordinários, cada um carregava em si um dos demônios libertados da caixa de Pandora. Porém, somente Maddox, o guerreiro castigado com a mais cruel de todas as maldições, seria capaz de livrar Ashlyn de seu desespero. Morrendo todas as noites e renascendo à alvorada, o guardião do demônio Violência agonizava com o desejo de tocar Ashlyn, mas receava perder o controle sobre o espírito maligno e se tornar uma ameaça para ela.

“Os guerreiros haviam libertado o mal para vingar seu orgulho pungente; agora, eles o conteriam. Assim, nasciam os Senhores do Mundo Subterrâneo.”

Hey galera, olha a resenha nova por aqui! Dessa vez vocês vão conhecer a opinião da Ra e da Ba sobre o livro A Noite Mais Sombria, primeiro da série Senhores do Mundo Subterrâneo, então bora lá para um breve resumo.

Obs.: A cor rosa são palavras da Raquel e roxa, palavras da Barbara.

Já havia topado com esta série há muito tempo, mas nunca dei a mínima para ela. Como estava lendo uma outra série que também foi muito panfletada pela Mi, resolvi dar uma chance para essa quando ela disse que seria ainda melhor.
Senhores do Mundo Subterrâneo me surpreendeu muito, mas muuuuito mesmo. Apesar de ser hot e ter umas descrições horrorosas e que me fizeram gargalhar, eu super recomendo se jogar de cabeça, pois vale muito a pena. A autora jogou uma treta mitológica como pano de fundo e eu super comprei isso e estou curiosa para ver no que vai dar.

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GeL
11set • 21 12 livros para 2021, Colleen Hoover, Galera Record, Literatura Americana, literatura estrangeira, new adult, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha #378 Essa Garota

Título: Essa Garota
Série: Slammed
Ordem: 3
Autor: Colleen Hoover
Editora: Galera Record
Gênero: Romance /New Adult /Literatura Americana
Páginas: 336
Ano: 2014
Classificação: 4 estrelas

Compre o Livro

Sinopse: O amor de Will e Layken enfrentou — e venceu — proibições, impedimentos, ciúme, tragédia. Mas, agora casados, os dois se sentem seguros do sentimento que os une.

Lake e Will estão em plena lua de mel, encantados com o futuro que têm pela frente. Lake quer saber tudo que há para saber sobre o marido — mesmo quando este se torna reticente quanto a despertar memórias dolorosas. Pouco a pouco, Lake convence Will a desembaraçar os nós da própria história e, pela primeira vez, seus mais íntimos sentimentos e pensamentos ganham voz.
Sob a ótica de Will, revisitamos os bons e maus momentos. E conhecemos alguns fatos chocantes. O futuro de Will e Lake agora depende de como os dois lidarão com essas revelações…

Hey galera, tudo bem com vocês? Hoje trago minhas impressões sobre o livro Essa Garota, terceiro da série Slammed. Se você não leu os primeiros livros, te aconselho a lê-los para entender a história desse livro e já aviso que você corre um leve risco de pegar spoiler aqui rs.

Com isso dito, vamos a um resumo da história.

Essa Garota vai nos apresentar os principais momentos do relacionamento entre Lake e Will, com a vantagem dessa vez, a história estar sendo contada por nosso mocinho poeta rs. Will e Lake acabaram de se casar, o tempo passou e as coisas estão encaminhadas na vida de ambos, eles finalmente podem desfrutar de uma vida a dois. É durante a lua de mel que o livro vai se passar, enquanto passam o dia juntos, nosso casal amorzinho vai relembrar momentos importantes e marcantes da história deles.

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30ago • 21 adulto, Literatura Nacional, Lu Fonseca, Publi Post, resenha, Resenha Publicitária, Resenhas de Livros, Romance

Resenha #377 Despertando para o amor

Título: Despertando para o amor
Série: Família Martin
Ordem: 1
Autor: Lu Fonseca
Editora: Independente
Gênero: Romance /Literatura Nacional
Páginas: 194
Ano: 2021
Classificação: 3,5 estrelas

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Sinopse: Este é o primeiro livro de uma quadrilogia que conta a história de quatro irmãos que encontraram o verdadeiro amor. São histórias de pessoas como você, passadas em Belo Horizonte com um conteúdo levemente erótico, que prendem a atenção do leitor do início ao fim.
Raul é um professor de ginástica que se envolve com uma aluna em sua academia e a engravida. Luíza o abandona com o bebê e ele desiste das mulheres. Três anos depois, um incidente o faz conhecer Joana. Ela o desperta e o faz acreditar novamente no amor.
Raul é um homem forte, que tem que abrir mão de sua juventude, e suas aventuras para aprender a lidar com um bebê e ser pai. Joana é uma nutricionista, de bem com a vida que foi pega de surpresa pelo amor em um acaso do destino. No entanto, para ficar com Raul, ela terá que aceitar o pacote completo. Ela estará pronta para assumir uma criança que não é sua?

+18 anos

Hey galera! Hoje é dia de livro nacional aqui no blog, espero que vocês se interessem pela história e leiam esse livro amorzinho.

Bora lá para um breve resumo.

Despertando para o amor é o primeiro livro de uma série que vai contar a história dos irmãos Martins, nas sequencias vamos conhecer cada um deles, mas nesse primeiro a história se foca em Raul e Joana. Ambos são mineiros, bem sucedidos, jovens e bonitos, o resultado seria a união perfeita né. Mas a vida não é perfeita nem nos livros, e esses dois nos provam isso.

Raul é pai de uma garotinha de 3 anos. Melissa foi uma grata surpresa na vida desse homem, ele definitivamente não tinha planejado engravidar a mulher com quem tinha um relacionamento casual, mas aconteceu e ele resolveu assumir a responsabilidade, mesmo quando a mãe de Mel disse que não queria fazer parte da vida da filha. Tenso, mas isso não impediu nosso mocinho de se esforçar para oferecer uma vida boa e cheia de amor para sua garotinha. Como consequência, Raul ficou sem vontade e sem tempo para investir em novos relacionamentos, seu foco estava em sua filha e se dependesse dele, iria continuar assim por muito tempo rs… Mas aí esse livro não seria um romance e é romance que nós queremos rs.

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14ago • 21 Christina Lauren, comédia romantica, Gallery Books, Literatura Americana, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha #376 The Honey Don’t List

Título: The Honey Don’t List
Autor: Christina Lauren
Editora: Gallery Books
Páginas: 320
Ano: 2020
Gênero: Romance / Literatura Americana/ Literatura Estrangeira/ Comédia Romântica
Classificação: 2,5 estrelas

Compre o Livro

Sinopse: Carey Douglas trabalha para os gurus de reforma e design de casas Melissa e Rusty Tripp há quase uma década. Uma garota do interior, Carey começou em sua primeira loja aos dezesseis anos e – mais do que se poderia suspeitar – os ajudou a construir um império. Com um novo show e um livro prestes a lançar, os Tripps estão à beira do estrelato. Só existe um problema: o casal favorito da América não suporta um ao outro.
James McCann, gênio da engenharia e com pós-graduação do MIT, foi originalmente contratado como engenheiro estrutural, mas o trabalho não é tudo o que ele pensava. A última gota? Tanto ele como Carey devem sair em turnê com os Tripps e impedir que as rodas caiam do proverbial ônibus.
Infelizmente, nenhum deles está em posição de desistir. Carey precisa de seguro de saúde, e foi prometido a James o papel de uma vida se ele puder manter o casal no caminho certo por mais algumas semanas. Enquanto viajam com os Tripps até a costa oeste, Carey e James prometem trabalhar juntos para manter escondidos os segredos de seus chefes e garantir seu próprio emprego. Mas se eles começarem a seguir o jogo – e começarem a jogar pra valer – poderão ter a chance de construir algo bonito juntos…

Hey galera, mais um livro das autoras Christina Lauren aqui no blog. Sou grande fã dos livros de romance delas, e aos poucos estou lendo com gosto cada livro que elas lançam. Recentemente li O Amor e Outras Coisas e amei tanto o livro que ele entrou para a lista dos meus favoritos do ano, então imaginem o gás que eu estava quando peguei The Honey Don’t List para ler…

O livro vai trazer como protagonistas Carey e James, eles são assistentes de um casal muito famoso do mundo dos programas de reforma de casas na tv, Rusty e Melissa Tripp. Os Tripp são um sucesso, estão lançando um livro sobre conselhos matrimoniais e prestes a estrelar o próprio show em um famoso aplicativo de streaming. Uma família de sucesso e cada vez mais rica, os Tripp estão no auge e prontos para subirem cada vez mais, mas o que ninguém imagina é que a vida desse casal invejável é uma mentira.

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07ago • 21 12 livros para 2021, Biblioteca Azul, clássico, distopia, Ficção, Literatura Americana, literatura estrangeira, Ray Bradbury, resenha, Resenhas de Livros

Resenha #375 Fahrenheit 451

Título: Fahrenheit 451
Autor: Ray Bradbury
Editora: Biblioteca Azul
Páginas: 215
Ano: 2012
Gênero: Distopia / Literatura Americana/ Literatura Estrangeira/ Clássico
Classificação: 4 estrelas

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Sinopse: Escrito após o término da Segunda Guerra Mundial, em 1953, Fahrenheit 451, de Ray Bradubury, revolucionou a literatura com um texto que condena não só a opressão anti-intelectual nazista, mas principalmente o cenário dos anos 1950, revelando sua apreensão numa sociedade opressiva e comandada pelo autoritarismo do mundo pós-guerra. Agora, o título de Bradbury, que morreu recentemente, em 6 de junho de 2012, ganhou nova edição pela Biblioteca Azul, selo de alta literatura e clássicos da Globo Livros, e atualização para a nova ortografia.

A singularidade da obra de Bradbury, se comparada a outras distopias, como Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, ou 1984, de George Orwell, é perceber uma forma muito mais sutil de totalitarismo, uma que não se liga somente aos regimes que tomaram conta da Europa em meados do século passado. Trata-se da “indústria cultural, a sociedade de consumo e seu corolário ético – a moral do senso comum”, segundo as palavras do jornalista Manuel da Costa Pinto, que assina o prefácio da obra. Graças a esta percepção, Fahrenheit 451 continua uma narrativa atual, alvo de estudos e reflexões constantes.

O livro descreve um governo totalitário, num futuro incerto, mas próximo, que proíbe qualquer livro ou tipo de leitura, prevendo que o povo possa ficar instruído e se rebelar contra o status quo. Tudo é controlado e as pessoas só têm conhecimento dos fatos por aparelhos de TVs instalados em suas casas ou em praças ao ar livre. A leitura deixou de ser meio para aquisição de conhecimento crítico e tornou-se tão instrumental quanto a vida dos cidadãos, suficiente apenas para que saibam ler manuais e operar aparelhos.

Fahrenheit 451 tornou-se um clássico não só na literatura, mas também no cinema. Em 1966, o diretor François Truffaut adaptou o livro e lançou o filme de mesmo nome estrelado por Oskar Werner e Julie Christie.

Olá para todos, hoje vim comentar com vocês as minhas impressões sobre o livro Fahrenheit 451. Um clássico distópico da literatura, e como boa fã de distopia que conheceu o gênero através de Jogos Vorazes, Divergente e semelhantes, decidi que era o momento de beber das fontes originais, e Fahrenheit 451 é um desses livros.

O livro começa com uma introdução do meu querido escritor Neil Gaiman, ele vai nos apresentar a história e dizer que ali vamos encontrar uma declaração de amor aos livros, mas que não é apenas isso. O livro é composto de diversos fatores e ele é muito mais do que uma pessoa possa te explicar. Fahrenheit 451 nos convida a uma reflexão e te exige interpretação de um mundo onde os livros são proibidos, onde bombeiros são pagos para incendiar e destruir aquilo que consideramos precioso: os livros.

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31jul • 21 Literatura Americana, literatura estrangeira, Mariana Zapata, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha #374 Hands Down

Título: Hands Down
Autor: Mariana Zapata
Editora: Independente
Páginas: 529
Ano: 2020
Gênero: Romance / Literatura Americana/ Literatura Estrangeira
Classificação: 5 estrelas

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Sinopse: ANTES DE SER O BIG TEXAS, ELE ERA ZAC, O SNACK PACK. Bianca Brannen sabe que o tempo, na maior parte, cura todas as feridas. Incluindo as que seus entes queridos podem ter causado involuntariamente. (Essas demoram mais.) Ela acha que está pronta quando uma ligação a faz voltar para a vida do seu velho amigo. Ou pelo menos, o mais preparada possível para ver o quarterback titular da Organização Nacional de Futebol. Antes das luzes, dos fãs e dos milhões, ele era um garoto magro com um coração de ouro. Sair da vida de Zac Travis deveria ser fácil. Tão fácil quanto ele saiu da dela.

Fãs de Mariana Zapata, podem chegar por aqui!

Hey galera, tudo bom com vocês? É dia de comentar sobre essa minha leitura, quem amou The Wall of Winnipeg and Me, vai surtar com esse livro, já fica a dica rs.

Vou fazer um resumo.

O livro vai contar a história de Bianca e Zac, sim o mesmo Zac que era companheiro de quarto do Aiden rs. Bianca conhece Zac desde que literalmente era um bebê e apesar da diferença de 7 anos de idade, eles construíram uma bela amizade. A avó de Bianca tomava conta de Zac quando criança e ele se tornou o melhor amigo de Boogie, primo de Bianca.

Após estourar como quarterback da NFO, Zac começa a viver uma vida dos sonhos, mas ele não esquece suas origens, o problema é que agora, 10 anos depois, ele não está vivendo o melhor momento de sua vida e carreira. Com o contrato desfeito e sem previsão de conseguir um novo time, a aposentadoria parece mais próxima a cada dia.

Faz 10 anos que Bianca não troca uma palavra com Zac, algo no passado aconteceu e eles perderam o contato. Mesmo com Boogie ainda sendo melhor amigo de Zac e ela encontrando regularmente sua família, ambos não se falam.

Até que algo acontece.

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