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Resenha #335 Hex

Por Raquel em 29 nov • 2020
adulto

Resenha #333 Method

Por Barbara em 10 nov • 2020

Posts arquivados em: Tag: Ficção Científica

25nov • 20 12 livros para 2020, Desafio das GeLs, ficção científica, jovem adulto, literatura estrangeira, Neal Shusterman, resenha, Resenhas de Livros

Resenha #334 A Nuvem

Título: A Nuvem
Série: Scythe
Ordem: 2
Autor: Neal Shusterman
Editora: Seguinte
Gênero: Ficção Científica/ Literatura Estrangeira/ Jovem Adulto
Páginas: 496
Ano: 2018
Classificação: 5 estrelas

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Sinopse: No segundo volume da série Scythe, a Ceifa está mais corrompida do que nunca, e cabe a Citra e Rowan descobrir como impedir que os ceifadores que não seguem os mandamentos da instituição acabem com o futuro da humanidade.

Em um mundo perfeito em que a humanidade venceu a morte, tudo é regulado pela incorruptível Nimbo Cúmulo, uma evolução da nuvem de dados. Mas a perfeição não se aplica aos ceifadores, os humanos responsáveis por controlar o crescimento populacional. Quem é morto por eles não pode ser revivido, e seus critérios para matar parecem cada vez mais imorais. Até a chegada do ceifador Lúcifer, que promete eliminar todos os que não seguem os mandamentos da Ceifa. E como a Nimbo Cúmulo não pode interferir nas questões dos ceifadores, resta a ela observar.

Enquanto isso, Citra e Rowan também estão preocupados com o destino da Ceifa. Um ano depois de terem sido escolhidos como aprendizes, os dois acreditam que podem melhorar a instituição de maneiras diferentes. Citra pretende inspirar jovens ceifadores ao matar com compaixão e piedade, enquanto Rowan assume uma nova identidade e passa a investigar ceifadores corruptos. Mas talvez as mudanças da Ceifa dependam mais da Nimbo Cúmulo do que deles. Será que a nuvem irá quebrar suas regras e intervir, ou apenas verá seu mundo perfeito desmoronar?

Após o final eletrizante de O Ceifador, finalmente chegou o momento de conversarmos sobre A Nuvem, segundo livro da série. A Nuvem é o livro 9 do desafio #12livrospara2020, confesso que enrolei um pouco com a leitura dele, mas chegou um momento em que foi impossível parar e o final…

Aqui nós vamos acompanhar o primeiro ano após Citra se tornar a ceifadora Anastassia e Rowan o justiceiro ceifador Lúcifer, aquele que eliminava a “banda podre” dos ceifadores. Nesse ano, ambos se tornam muito famosos, ela por sua influência positiva e convicções firmes entre a Ceifa, e ele por tocar o terror entre os ceifadores rs.

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01dez • 17 distopia, Fantasia, ficção científica, Globo Alt

Resenha #207 Filho Dourado (Red Rising #2)

Título: Filho Dourado
Série: Red Rising
Ordem: 2
Autor: Pierce Brown
Editora: Globo Alt
Gênero: Sci-Fi/Distopia/Fantasia/Ficção Científica
Páginas: 549
Ano: 2015
Classificação: 5 estrelas

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Sinopse: Segundo volume da Trilogia Red Rising coloca Darrow diante de novos inimigos em sua luta contra a sociedade.
A esperada sequência de Fúria Vermelha põe novos adversários e desafios terríveis no caminho de Darrow. Dois anos após a conclusão do Instituto, o jovem descobrirá que se infiltrar na elite da sociedade e destruí-la por dentro será mais difícil do que parece. Sua primeira vitória atraiu novos inimigos que usam a intriga e a política em vez das armas. E ele terá que aprender a combatê-los.
O jovem que se uniu aos Filhos de Ares para destruir sociedade de castas que colonizou Marte e escravizou seu povo sobreviveu a batalhas sangrentas, mas terá outras pela frente. Darrow descobre que para viver entre os Ouros não basta ser um grande guerreiro ou estrategista, é essencial sobreviver ao jogo político dos governantes.
Com sua reputação ameaçada, a inimizade declarada da Família Bellona e afastado de seus amigos, Darrow se vê sua vida depender de alianças improváveis. Os Filhos de Ares passam a realizar ataques violentos e se tornam um problema para os Ouros. A luta para destruir a sociedade se torna ainda mais sangrenta e o Ceifeiro precisa lidar com escolhas difíceis, o ódio por ter seu povo escravizado e o desejo de vingança contra os que destruíram o que ele mais amava.
Pierce Brown criou um universo fascinante que mistura viagens espaciais, colônias interplanetárias e alta tecnologia com a mitologia grega. O primeiro livro da trilogia, Fúria Vermelha, será adaptado para o cinema por Marc Forster, diretor de Guerra mundial Z.

 

Quer treta?
É treta mesmo o que vocês querem?
Então meus queridos, venham comigo porque esse livro tem treta, traição, tiro, porrada, bomba, guerra e muito mais!!

Filho Dourado é literalmente a eletrizante sequência de Fúria Vermelha. O livro começa dois anos após os eventos de Fúria, Darrow agora é um pretor na fase final de seu treinamento na academia. Pertencendo a casa Augustus, alguns eventos levam Darrow da glória à derrocada em questões de minutos, agora sua honra e o futuro de seu plano para libertar as Cores está prestes a ruir.

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18mar • 14 best, book, distopia, ficção científica, resenha

Resenha #10 Never Sky – Sob o Céu do Nunca

Título: Never Sky – Sob o Céu do Nunca
Autor: Veronica Rossi
Editora: Prumo
Páginas: 335
Ano: 2013

Classificação: 4,5 estrelas 

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Sinopse: Desde que fora forçada a viver entre os Selvagens, Ária sobreviveu a uma tempestade de Éter, quase teve o pescoço cortado por um canibal, e viu homens sendo trucidados. Mas o pior ainda estava por vir… Banida de seu lar, a cidade encapsulada de Quimera, Ária sabe que suas chances de sobrevivência no mundo além das paredes dos núcleos são ínfimas. Se os canibais não a matarem, as violentas tempestades elétricas certamente o farão. Até mesmo o ar que ela respira pode ser letal. Quando Ária se depara com Perry, o Forasteiro responsável por seu exílio, todos os seus medos são confirmador: ele é um bárbaro violento. É também sua única chance de continuar viva. Perry é um exímio caçador, em um território impiedoso, e vê em Ária como uma menina mimada e frágil – tudo que se poderia esperar de uma Ocupant. Mas ele também precisa da ajuda dela, somente Ária tem a chave de sua redenção. Opostos em praticamente tudo, Ária e Perry precisam tolerar a existência um do outro para alcançar seus objetivos. A aliança pouco provável entre os dois acabará por forjar uma ligação que selará o destino de todos os que vivem sob o céu do nunca.

 

Hoje vou falar sobre o primeiro livro da trilogia distópica Never Sky. Esse livro foi uma das aquisições da última BienalRio e eu adorei completamente!
Nós estamos ainda vivendo uma febre de distopias desde Jogos Vorazes, seguido por Divergente, Legend, A Seleção e muitos outros que tiveram (e tem) bastante sucesso nesse seguimento.
Never Sky é um dos mais diferentes que já li nesse gênero, algumas pessoas vivem dentro de núcleos de proteção desenvolvidos para protege-las do mundo com suas tempestades de éter ou “loja da morte” como é chamado o espaço fora daquele dito como “seguro”. Lá as pessoas não possuem doenças, o controle de natalidade é bem rígido e etc, a diferença é que eles possuem os Reinos: ambientes criados por programas para copiar a vida como era antes de serem enclausurados. Nesse mundo é onde vive Ária.

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