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Resenha #262 O Velho e o Mar

Título: O Velho e o Mar
Autor: Ernest Hemingway
Editora: Bertrand Brasil
Páginas: 126
Ano: 2013
Gênero: Ficção/ Aventura/ Literatura Estrangeira
Classificação: 5 estrelas

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Sinopse: Best-seller em todo o mundo e também no Brasil, “O Velho e o Mar” conta a história de um pescador que, depois de 84 dias sem apanhar um só peixe, acaba fisgando um de tamanho descomunal, que lhe oferece inusitada resistências e contra cuja força tem de opor a de seus braços, a de seu corpo, e, mais do que tudo, a de seu espírito.
Um homem só, no mar alto, com seus sonhos e pensamentos, suas fundas tristezas e ingênuas alegrias, amando com certa ternura o peixe com que trava ingente luta até levá-lo a uma derrota leal e honesta.
Uma obra-prima da literatura contemporânea, dotada de profunda mensagem de fé no homem e em sua capacidade de superar as limitações a que a vida o submete.

O Velho e o Mar… não sei nem direito como começar essa resenha, mas vou tentar explicando que aqui não existirá uma resenha como normalmente faço, vou contar a minha experiência com esse livro e eu espero que você aprecie a leitura, como eu estou apreciando escrever sobre.

Ganhei esse livro como presente de aniversário, já queria ler Hemingway há um bom tempo, mas ainda não tinha tido a oportunidade de comprar meu primeiro exemplar físico. Bom, com o livro em mãos, o coloquei na meta de leitura dos #12livrospara2019 e que bom que fiz isso!

O livro começa nos apresentando Santiago, um pescador que já está bem velhinho, ele sai todos os dias para pescar ao mesmo tempo que os pescadores de sua ilha. O problema é que Santiago já está há muitos dias sem conseguir pegar algo que pudesse ajudar em seu sustento. É um homem com muita experiência no mar e que acredita estar longe dos seus dias de glória marítima, mesmo assim, todas as manhãs ele se levanta cedinho, pega seu barco e volta ao mar.

“Tudo o que nele existia era velho, com exceção dos olhos que eram da cor do mar, alegres e indomáveis.”

Viúvo, Santiago conta com a ajuda de Manolin, um garoto que o trata com respeito e carinho e cuida do velho como se fosse da família. Em uma determinada manhã, Santiago está em sua luta por conseguir um bom peixe quando finalmente acontece. Ele fisga um dos maiores peixes que ele já tinha visto e a grande aventura começa.

Ele começa uma verdadeira perseguição/luta com o peixe que era incrivelmente grande e forte, mas paralelo a essa batalha, que dura dias, vemos a luta pessoal do homem contra ele mesmo. Uma batalha psicológica e física.

Esse livro é curto, com apenas 126 páginas e por isso não vou me prolongar mais contando do enredo, mas o que posso falar é sobre o que aprendi e entendi ao ler.

É sobre superação, persistência, disciplina, respeito, um pouco de sorte e principalmente amor. Não amor romântico com casais como costumamos ver nos romances, mas amor ao mar, ao trabalho e até pela vida. É incrível ver a persistência de Santiago que mesmo no momento mais difícil não desistiu e continuou lutando.

“É uma estupidez não ter esperança.”

A narrativa é idílica. Me senti em Cuba, navegando com Santiago, sentindo o sol na pele, o frescor da brisa do mar e até sua confiança ao velejar. Foi um grande experiência literária e não é à toa que Hemingway é um dos maiores e melhores escritores de nossa época.

Leiam, e se minha primeira experiência com um livro do autor foi assim, mal posso esperar para começar o próximo.

Em breve retorno, até lá.

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