Categoria: resenha

25nov • 14 Atria Books, Colleen Hoover, lançamento, literatura estrangeira, new adult, resenha, Review

Resenha #65 Maybe Not

Título: Maybe Not
Autor: Colleen Hoover
Editora: Atria Books
Páginas: 130
Formato: Digital (ebook)
Classificação: 5 estrelas
 
Sinopse: Quando Warren tem a oportunidade de viver com uma colega de quarto, ele instantaneamente concorda. Poderia ser uma mudança excitante.
 
Ou talvez não.
 
Especialmente quando essa colega é a fria e, aparentemente, calculista Bridgette. Tensões vão a mil e os temperamentos explodem pelo fato de os dois não suportarem estarem juntos no mesmo lugar. Mas Warren tem uma teoria sobre Bridgette: qualquer um que possa odiar com tanta intensidade também pode amar com a mesma intensidade. E ele quer ser o primeiro a testar essa teoria.
 
Será que Bridgette irá dar uma chance para Warren e, finalmente, aprender a amar?
 
Talvez sim.
 
Talvez não.

 

“Ela não é nada do que eu sempre quis em uma garota, 
e exatamente tudo o que eu preciso.”
Já vou logo avisando que essa será mais uma resenha apaixonante, porque não há outra forma de falar dos livros da autora mais espetacular de todas!
Sim, meus amores, a diva da Colleen preparou uma surpresinha para seus leitores: uma novella de Maybe Someday. E advinhem quem pirou com a notícia, comprou na pré-venda, e ficou contando cada segundo de cada dia para ter em mãos essa preciosidade? Sim, euzinha da silva! o/

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13nov • 14 resenha, Verus

Resenha #64 Um Amor de Cinema

Título: Um Amor de Cinema
Autor: Victoria Van Tiem
Editora: Verus
Classificação: 3 estrelas

Compre o Livro
Sinopse: “Neste irresistível romance, Kenzi Shaw, uma designer fanática por filmes, é lançada nas águas turbulentas do amor — ao estilo de Hollywood — quando seu lindo ex-namorado lhe propõe uma série de desafios relacionados a comédias românticas para reconquistar seu coração. Que garota não gostaria de vivenciar a cena das compras de Uma linda mulher? É o desafio número dois da lista. Ou tentar fazer os passos de dança de Dirty dancing? É o número cinco. Uma lista, dez momentos românticos de filmes e várias aventuras depois, Kenzi se pergunta: ela deve se casar com o homem que sua família adora ou arriscar tudo por um amor de cinema?”

Esse livro causou um burburinho por aí, vi muita gente comentando e a editora fez um marketing interessante, eu curiosa como sou corri para ler. Bom, eu juro que pensava que esse livro era uma coisa e acabou sendo outra rsrs

Vou ser bem sincera com vocês nessa resenha e segurar os spoilers. 😉

Vamos ao livro!

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05nov • 14 John Green, resenha

Resenha #63 Quem é você, Alasca?

Título: Quem é você, Alasca?
Autor: John Green
Editora: WMF Martins Fontes
Páginas: 229
Classificação: 4 estrelas

Sinopse: Miles Halter é um adolescente fissurado por célebres últimas palavras que, cansado de sua vidinha pacata e sem graça em casa, vai estudar num colégio interno à procura daquilo que o poeta François Rabelais, quando estava à beira da morte, chamou de o “Grande Talvez”. Muita coisa o aguarda em Culver Creek, inclusive Alasca Young, uma garota inteligente, espirituosa, problemática e extremamente sensual, que o levará para o seu labirinto e o catapultará em direção ao “Grande Talvez”.
 

 

“Às vezes, não entendo você, eu disse. 
Ela nem mesmo olhou pra mim. Apenas sorriu para a tevê e disse: 
Você nunca me entende. Essa é a graça.”
Eu esperava muito mais deste livro, e isso me deixa muito triste. Dois amigos me indicaram, dizendo que era sensacional e, por ser do Green, achei que seria incrível mesmo, mas infelizmente não consigo dizer que é um dos meus favoritos.
O livro é bom, e claro, o Green é um dos melhores escritores da atualidade para mim. Nem preciso dizer muito, só quero confessar que amo o modo como ele escreve e que, quando menos se espera, te arranca aquela gargalhada, ou até mesmo faz com que brotem lágrimas em seus olhos.

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04nov • 14 Chick Lit, lançamento, resenha, Romance

Resenha #62 Quase Casados

Título: Quase Casados
Autor: Jane Costello
Editora: Record
Classificação: 5 estrelas

Compre o Livro
Sinopse: Para Zoe Moore, o dia de seu casamento foi o mais marcante de sua vida. Ou melhor, o dia em que deveria ter se casado, mas em vez disso, foi largada no altar após sete anos de namoro. Arrasada e disposta a se recuperar, ela decide se mudar de Liverpool para os Estados Unidos e trabalhar como babá. Ao chegar em Boston, ela se depara com a esperta Ruby, prestes a completar 6 anos, o adorável Samuel, que acaba de fazer 3, e o pai deles, Ryan Miller. Seu novo chefe, além de fazer uma bagunça sem precedentes e de ter um mau humor imbatível, é incrivelmente bonito. Depois de um começo um tanto decepcionante, Zoe e Ryan começam a se entender, mas ela está prestes a descobrir que recomeços podem ser mais difíceis do que esperava.

Chick Lit tão bom quanto os da Sophie Kinsella!

Deixa eu avisar uma coisa antes de começar essa resenha, eu não sou fã de chick lit, geralmente é um tipo de livro que eu passo longe por N motivos (quem sabe um dia eu conto ou quem tiver curiosidade pergunte nos comentários que eu explico), e não foi por falta de tentativa, tentei alguns autores desse gênero e simplesmente não rolou… Mas um belo dia, conheci Sophie Kinsella e minha vida mudou – nem tanto assim rs. Foi quando passei a gostar de chick lit, na verdade só gostava dos livros dela, uns mais outros menos. Isso nos leva ao livro dessa resenha!

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20out • 14 lançamento, resenha

Resenha #61 Para Onde Ela Foi

Título: Para onde ela foi
Autor: Gayle Forman
Editora: Novo Conceito
Páginas: 240
Classificação: 4 estrelas

Sinopse: Meu primeiro impulso não é agarrá-la nem beijá-la. Eu só quero tocar sua bochecha, ainda corada pela apresentação desta noite. Eu quero atravessar o espaço que nos separa, medido em passos não em milhas, não em continentes, não em anos , e acariciar seu rosto com um dedo calejado. Mas eu não posso tocá-la. Esse é um privilégio que me foi tirado. Com a mesma força dramática de Se Eu Ficar, agora pela voz de Adam, Para Onde Ela Foi expõe o desalento da perda, a promessa da esperança e a chama do amor que renasce.
“Então é assim que ficou? É assim que eu fiquei? Uma contradição ambulante, sou cercado por gente e me sinto sozinho. Clamo por um pouco de normalidade, mas, agora que tenho um pouco, é como se não soubesse o que fazer com isso, não sei mais como ser uma pessoa normal.”
Agonia. Desespero. Vazio. Esses foram alguns dos sentimentos que me inundaram durante a leitura desse livro. Enquanto “Se Eu Ficar” foi uma incerteza, “Para Onde Ela Foi” é como um gigantesco grito de angústia, um apelo do fundo da alma de Adam.
Aqui, Adam nos conduz ao “depois” de sua história com Mia, que nunca teve um final feliz. Na verdade, nem final teve. Mia simplesmente foi embora, sem uma única palavra, sem nenhuma explicação. Enquanto isso, Adam e a Shooting Star explodem nas paradas, e ele vive uma vida de astro do rock. E, enquanto todos acham que é isso que ele quer da vida, ele vai cada dia sentindo o grande vazio que existe por dentro consumi-lo.

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16out • 14 Cassandra Clare, Fantasia, Galera Record, resenha

Resenha #60 Cidade das Almas Perdidas (Os Instrumentos Mortais #5)

Título: Cidade das Almas Perdidas
Autor: Cassandra Clare
Editora: Galera Record
Classificação: 4,5 estrelas

Compre o Livro

Sinopse: Quando Jace e Clary voltam a se encontrar, Clary fica horrorizada ao descobrir que a magia do demônio Lilith ligou Jace ao perverso Sebastian, e que Jace tornou-se um servo do mal. A Clave decide destruir Sebastian, mas não há nenhuma maneira de matar um sem destruir o outro. Mas Clary e seus amigos irão tentar mesmo assim. Ela está disposta a fazer qualquer coisa para salvar Jace, mas ela pode ainda confiar nele? Ou ele está realmente perdido?

 

 

 

Galera o que foi o final de Cidade dos Anjos Caídos?! De pirar não? – eu pirei!

Jace está sumido (WTH!), o corpo de Sebastian está sumido, os caçadores estão desesperados, a Clave está uma loucura.
Bom, quem acompanha essa série da Cassandra Clare sabe muito bem que muita desgraça em um livro ainda é pouco para a nossa autora ruivinha -.- #SeFerremAíFãs, então nós sofremos e sofremos e ansiamos por um final feliz… Bom se você está esperando isso nem abra esse livro. (To brincando! Abra sim e leia!)
Mas vamos voltar a história que é o que interessa.

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13out • 14 Cassandra Clare, resenha

Resenha #59 Magisterium – O Desafio de Ferro

Título: Magisterium – O Desafio de Ferro
Autor: Cassandra Clare, Holly Black
Páginas: 384
Editora: Novo Conceito
Classificação: 5 estrelas

Sinopse: AMIGOS E INIMIGOS. PERIGO E MAGIA. MORTE E VIDA. A maioria dos garotos faria qualquer coisa para passar no Desafio de Ferro. Callum Hunt não é um deles. Ele quer falhar. Se for aprovado no Desafio de Ferro e admitido no Magisterium, ele tem certeza de que isso só irá lhe trazer coisas ruins. Assim, ele se esforça ao máximo para fazer o seu pior… mas falha em seu plano de falhar. Agora, o Magisterium espera por ele, um lugar ao mesmo tempo incrível e sinistro, com laços sombrios que unem o passado de Call e um caminho tortuoso até o seu futuro. Magisterium – O Desafio de Ferro nasceu da extraordinária imaginação das autoras best-seller Holly Black e Cassandra Clare. Um mergulho alucinante em um universo mágico e inexplorado.

 

“Vocês estão prestes a entrar nos corredores do Magisterium. Para alguns, será a realização de um sonho. Para outros, esperamos que seja o início de um. Para todos, digo que o Magisterium existe para sua própria segurança. Vocês possuem um grande poder, e, sem treinamento, esse poder é perigoso. Aqui, nós os ensinaremos a controlá-lo e também os instruiremos sobre as histórias de magos como vocês que datam desde o passado mais remoto. Cada um de vocês possui um destino único, diferente do caminho convencional que trilhariam longe daqui, um destino que encontrarão do outro lado destas paredes. Vocês já devem ter percebido isso quando vislumbraram os primeiros traços de seus poderes. Porém, enquanto estão aqui, diante desta montanha, imagino que pelo menos alguns de vocês devam estar 
pensando onde foi que se meteram.”

 

Esta é a história de Callum Hunt, um menino aparentemente comum, que sofria com o preconceito por ter nascido com uma perna defeituosa. Call sabia que a magia corria em seu sangue, já que seu pai havia sido um mago, ele apenas não fazia ideia do porque ele havia abandonado seus poderes e o mundo ao qual ele pertencia. Tudo o que o pai lhe dizia era que magos eram perigosos, e que quando chegasse a hora, Call deveria se esforçar para falhar nos testes para entrar na escola de magia.

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06out • 14 Bienal 2014, lançamento, Literatura Nacional, resenha, Talentos da Literatura Brasileira

Resenha #58 A Redoma

Título: A Redoma 
Autor: Felipe Benichio 
Editora: Novo Século – Talentos da Literatura Brasileira 
Páginas: 376
Classificação: 5 estrelas


Sinopse: Gerações após o colapso da Terra, a humanidade vaga pelo espaço em busca de um novo lar. E, quando finalmente encontra o planeta Vetter, se depara com uma população inteligente, passando a enfrentar o dilema decorrente de sua pretensa superioridade: seria legítimo dizimar a população do planeta encontrado em nome da preservação da própria espécie? Em um cenário inóspito, guerras e conflitos interpessoais se descortinam do ponto de vista da equipe responsável pela exploração do lado escuro de Vetter, e também da perspectiva de 7814, um vetteriano desajustado, exilado pouco antes da invasão. Dinâmico e envolvente, A Redoma contrapõe o instinto de preservação às inquietações morais que afligem o espírito humano e nos apresenta uma tentativa de quebra da “redoma” que construímos em torno de nós mesmos e que, em muitos momentos, nos impede de enxergar o outro.

“Um grupo eminentemente coletivista que acaba se fechando 
não só fisicamente mas também intelectual e filosoficamente em uma redoma 
só pode sucumbir quando se depara com uma ameaça externa 
tão ou mais inteligente, porém movida por interesses egoísticos.”

 

Me faltam palavras para descrever o porque, exatamente, de esse livro ser espetacular em todos os sentidos possíveis da palavra. Felipe Benichio conseguiu me surpreender muito mais do que eu já esperava com A Redoma, eu não sei dizer se estava preparada para me separar dessa história.
A Redoma é uma história muito original, “a breath of fresh air” (uma lufada de ar fresco), como diriam os falantes da língua inglesa. Uma ficção científica muito bem construída, e finalizada sem deixar nenhuma ponta solta. SIMPLESMENTE BRILHANTE!

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19set • 14 mistério, new adult, resenha, Suspense

Resenha #57 Get Bent (Hard Rock Roots #2)

Título: Get Bent (Hard Rock Roots #2)
Autor: C. M. Stunich
Classificação: 4,5 estrelas

Compre o Livro
Sinopse: Naomi Knox está sumida.
E eu nem p*rra sei se ela está viva.
O que eu sei é que ela é o ar que eu preciso respirar.
Ela é a minha redenção, um fogo que consome e que arde em meu sangue.
E eu vou fazer de tudo para encontrá-la. Qualquer coisa. Mesmo que isso signifique o fim para mim.

***
Turner Campbell está me procurando.
Mas ele não tem a p*rra de ideia o que é que ele está procurando.
Há escuridão ao redor e segredos suficientes para sufocar.
Há anjos e há demônios. É impossível destingui – los .
Luz precisa brilhar sobre a verdade, mas não há ninguém para segurar a tocha. A linha entre a vida e a morte é turva e os jogadores estão completamente enraizados no jogo. A pergunta é: eu ainda sou um deles?

Galera, que final foi aquele do primeiro livro?! Eu fiquei alucinada! A pergunta era: Naomi morreu? O que aconteceu naquele ônibus? Que loucura é essa que ta acontecendo?!

Muitas perguntas e eu ansiosa por respostas, comecei imediatamente o segundo livro.

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17set • 14 mistério, new adult, resenha

Resenha #56 Real Ugly (Hard Rock Roots #1)

Título: Real Ugly
Autor: C. M. Stunich
Classificação: 4 estrelas

Compre o Livro
Sinopse: Turner Campbell é um cretino. Eu o odeio. Mas eu não posso ter o suficiente dele. Ele canta como um anjo e f*de como um demônio. Se pudesse, eu ia fugir e nunca olhar para trás, porque, para dizer a verdade, eu acho que este homem poderia ser a minha morte.
***
Naomi Knox é uma cadela. Eu não posso suportá-la merda. Mas eu não consigo parar de pensar nela também. Ela se parece com um anjo e joga como um demônio. Se pudesse, eu teria uma boa f*da e esquecer tudo sobre ela, mas para dizer a verdade, eu acho que essa mulher poderia ser minha última graça salvadora.




Real Ugly foi uma grata surpresa!

Nesses últimos dias, eu tenho lido uma variedade enorme de New Adults e confesso estar um pouco enjoada daquela fórmulazinha básica de: cara mulherengo + garota inocente = felizes para sempre. Não estou dizendo que essa forma clichê de escrever é ruim (eu gosto do clichê), mas nem todo clichê dá certo, principalmente quando se fecha um livro, começa outro e o novo parece uma repetição do primeiro. Sim, tá rolando um momento desabafo #sorry.

Mas vamos falar de Real Ugly que é o motivo de vocês terem clicado nessa resenha.

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10set • 14 Adaptação, resenha

Resenha #55 Se Eu Ficar

Título: Se Eu Ficar
Autor: Gayle Forman
Editora: Novo Conceito
Páginas: 224
Classificação: 4/5 estrelas

Sinopse: Depois do acidente, ela ainda consegue ouvir a música. Ela vê o seu corpo sendo tirado dos destroços do carro de seus pais – mas não sente nada. Tudo o que ela pode fazer é assistir ao esforço dos médicos para salvar sua vida, enquanto seus amigos e parentes aguardam na sala de espera… e o seu amor luta para ficar perto dela. Pelas próximas 24 horas, Mia precisa compreender o que aconteceu antes do acidente – e também o que aconteceu depois. Ela sabe que precisa fazer a escolha mais difícil de todas.
“Percebo agora que morrer é fácil.
Viver é que é difícil.”
Mia Hall vivia uma vida que muitos considerariam perfeita. Sua família era carinhosa e amorosa e, sem dúvida, muito unida. O tipo de família que apoia suas decisões e escolhas, não importa o quanto elas sejam esquisitas. Ela também tinha uma melhor amiga, que embora fosse completamente diferente, a entendia melhor do ela própria. E embora sua vida fosse boa, e ela estivesse satisfeita com ela, Adam cruza seu caminho. Adam é uma estrela do rock, que embora seja conhecido apenas em sua cidade, não deixa de o ser. É o tipo de cara que é descolado sem se esforçar para ser. O tipo que, por ter uma banda, é o delírio de várias meninas.

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05set • 14 resenha, Romance de Época, romance histórico

Resenha #54 Desejo à Meia Noite (Os Hathaway #1)

Título: Desejo à Meia-Noite
Autor: Lisa Kleypas
Editora: Arqueiro
Ano: 2014
Páginas: 272 páginas
Classificação: 4 estrelas

Sinopse: Após sofrer uma decepção amorosa, Amelia Hathaway perdeu as esperanças de se casar. Desde a morte dos pais, ela se dedica exclusivamente a cuidar dos quatro irmãos – uma tarefa nada fácil, sobretudo porque Leo, o mais velho, anda desperdiçando dinheiro com mulheres, jogos e bebida. Certa noite, quando sai em busca de Leo pelos redutos boêmios de Londres, Amelia conhece Cam Rohan. Meio cigano, meio irlandês, Rohan é um homem difícil de se definir e, embora tenha ficado muito rico, nunca se acostumou com a vida na sociedade londrina. Apesar de não conseguirem esconder a imediata atração que sentem, Rohan e Amelia ficam aliviados com a perspectiva de nunca mais se encontrarem. Mas parece que o destino já traçou outros planos. 
Quando se muda com a família para a propriedade recém-herdada em Hampshire, Amelia acredita que esse pode ser o início de uma vida melhor para os Hathaways. Mas não faz ideia de quantas dificuldades estão a sua espera. E a maior delas é o reencontro com o sedutor Rohan, que parece determinado a ajudá-la a resolver seus problemas. Agora a independente Amelia se verá dividida entre o orgulho e seus sentimentos.
Será que Rohan, um cigano que preza sua liberdade acima de tudo, estará disposto a abrir mão de suas raízes e se curvar à maior instituição de todos os tempos: o casamento?
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Comecei a ler romances históricos há pouco tempo. Iniciei com Julia Queen, adorei, e me tornei uma admiradora desse gênero, que me arrancou muitos sorrisos. Uma leitura leve e agradável que recomendo a todos. Essa repaginada que a Editora Arqueiro deu nos chamados romances de banca, que nunca tinha chamado minha atenção, acabou chamando a da minha mãe que, quando viu a capa de O Duque e Eu, resolveu me presentear. Agora, me aventurei na família Hathaway, e não me arrependo.
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