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Resenha #350 The Play

Por Barbara em 30 jan • 2021

Posts arquivados em: Tag: drama familiar

29dez • 20 Devney Perry, drama, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha #340 Letters to Molly

Título: Letters to Molly
Série: Maysen Jar
Ordem: 2
Autor: Devney Perry
Editora: Independente
Gênero: Literatura Estrangeira/ Romance
Páginas: 300
Ano: 2019
Classificação: 5 estrelas

Compre o Livro

Sinopse: Molly Alcott não esperava abrir sua caixa de correio em uma manhã de verão e encontrar uma velha carta enfiada entre as contas e um panfleto de supermercado. Escrita com letra familiar, datada de mais de quinze anos, a carta foi escrita para Molly depois de seu primeiro encontro com o homem que ela nunca esquecerá.
Semana após semana, novas cartas apareceram. Cada uma delas marca um evento na história de seu épico caso de amor. Cada uma cura uma ferida. Cada uma detém a confissão do homem que ainda possui o coração de Molly.
As cartas estão cheias de promessas, esperança e amor, mas, verdade seja dita, Molly deseja poder não ler todas elas.
Porque o homem que escreveu estas cartas não é quem as envia.

Eu amo um livro com drama entre casais e com segundas chances para o amor. Amo com força! Letters to Molly é exatamente assim.

Finn e Molly estão divorciados a seis anos, são pais dedicados de duas crianças e vivem suas vidas com muita tranquilidade. Finalmente eles encontraram aquele equilíbrio para fazer a família e o relacionamento com os filhos funcionar de maneira saudável. Molly parece que finalmente está pronta para um novo relacionamento, decidida a investir no vizinho simpático, trocou de carro, já aceita o fato de Finn ter uma namorada fixa e todos estão bem com o momento atual.

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14abr • 20 Colleen Hoover, drama, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha #310 Regretting You

Título: Regretting You
Autor: Colleen Hoover
Editora: Montlake Romance
Páginas: 365
Ano: 2019
Gênero: Romance/ Drama/ Literatura Estrangeira
Classificação: 5 estrelas

Compre o Livro

Sinopse: Morgan Grant e sua filha de dezesseis anos, Clara, gostariam de não ser parecidas.

Morgan está determinada a impedir que sua filha cometa os mesmos erros que cometeu. Ao engravidar e se casar muito jovem, Morgan colocou seus próprios sonhos em espera. Clara não quer seguir os passos de sua mãe. Sua mãe, sempre previsível, não tem sequer um grama de espontaneidade no corpo.

Com personalidades antagônicas e objetivos conflitantes, Morgan e Clara acham cada vez mais difícil coexistir. A única pessoa que pode trazer paz à família é Chris — o marido de Morgan, pai de Clara e a âncora da família. Mas essa paz é destruída quando Chris se envolve em um acidente trágico e suspeito. As consequências devastadoras e que vão durar muito tempo vão muito além de apenas Morgan e Clara.

Enquanto luta para reconstruir tudo o que aconteceu ao seu redor, Morgan encontra conforto na última pessoa que espera e Clara se volta para o garoto que está proibida de ver. A cada dia que passa, novos segredos, ressentimentos e mal-entendidos fazem com que mãe e filha se afastem ainda mais. Tão distantes, pode ser impossível para as duas voltarem a ficar juntas.

Se tem uma coisa que ninguém pode contestar é que Colleen Hoover sabe escrever sobre dramas familiares. É fato também que ela consegue flutuar por gêneros (YA, NA, Thriller…), mas em todas, ou a maioria, nós somos absorvidos por uma família e o drama que os cerca. Não nos esqueçamos dos mocinhos apaixonantes que nos fazem suspirar também! Eles são imprescindíveis rs. Em Regretting You, Colleen nos apresenta a história de Morgan e Clara, mãe e filha que estão prestes a sofrer uma mudança radical em suas vidas.

O livro é divido entre as visões de ambas. No primeiro capítulo descobrimos os conflitos que Morgan passa na adolescência ao descobrir a gravidez. Ela está namorando Chris, e não muito certa do que sente por ele, ela também é responsável pela irmã mais nova. Nós entendemos de cara que ela precisou amadurecer muito cedo por conta de tudo o que aconteceu em sua vida. Mas isso tudo não impede que ela sinta um vazio dentro de si.

“Às vezes, quando estamos sozinhos, ele olha para mim de uma maneira que me faz sentir vazia quando desvia o olhar”

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