drama

Resenha 497 Hamnet

Por Barbara em 15 out • 2026
10jul • 14 Fantasia, resenha, Verus

Resenha #40 A Corrida de Escorpião

Título: A Corrida de Escorpião
Autor: Maggie Stiefvater
Editora: Verus
Páginas: 378
Classificação: 5 estrelas

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Sinopse: “Na pequena ilha de Thisby, poucos cavaleiros são bravos o suficiente para competir na corrida de escorpião que acontece a cada novembro. Pela primeira vez uma mulher, a jovem Puck Connolly, vai competir. Ela tem dois irmãos e ficou órfã depois que os pais foram devorados pelos cavalos assassinos. Por isso, ela está determinada não só a competir como ganhar a corrida. Para isso, Puck terá que enfrentar outro jovem corajoso e encantador. Sean Kendrick também perdeu o pai, atropelado pelas sanguinárias criaturas.

Apesar de terríveis, os cavalos do mar são uma grande atração turística. O turismo é a principal fonte de renda dos habitantes de Thisby. A ilha é um lugar fascinante e, ao mesmo tempo que atrai, também amedronta. A descrição que Maggie faz dos desfiladeiros do local é carregada de poesia. Com a narrativa alternando entre o ponto de vista de Sean e de Puck, a autora criou uma trama envolvente, classificada por críticos do New York Times e do Los Angeles Times como inovadora.
Em A corrida de escorpião, Maggie Stiefvater nos leva até o limite, em que o amor e a vida encontram seus maiores obstáculos e apenas os fortes de coração podem sobreviver. Uma leitura inesquecível.”
Que livro incrível!
Todos os elogios possíveis ainda são insuficientes para descrever esse livro! Se você o tiver na estante, abandone sua leitura atual e vá lê-lo! Se ainda não tiver comprado, sério, compre! #ficadica
Maggie Stiefvater nos leva para a ilha Thisby e nos apresenta os seus cavalos mágicos: Os Capaill Uisce. Tão letais quanto belos, esses cavalos são a grande atração da pequena ilha onde moram nossos protagonistas Sean Kendrick e Puck Connolly.
Todo começo de novembro acontece A Corrida de Escorpião que é a atração da ilha e quando o maior número de turistas vem conhecer os Capaill, participar da corrida, apostar e fazer negócios.

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06jul • 14 Cassandra Clare, Galera Record, resenha

Resenha #39 Cidade das Cinzas (Os Instrumentos Mortais #2)

Título: Cidade das Cinzas
Autor: Cassandra Clare
Editora: Galera Record
Classificação: 4 estrelas

Compre o Livro

Sinopse: “Clary Fray só queria que sua vida voltasse ao normal. Mas o que é “normal” quando você é uma Caçadora de Sombras assassina de demônios, sua mãe está em um coma magicamente induzido e você de repente descobre que criaturas como lobisomens, vampiros e fadas realmente existem? Se Clary deixasse o mundo dos Caçadores de Sombras para trás, isso significaria mais tempo com o melhor amigo, Simon, que está se tornando mais do que só isso. Mas o mundo dos Caçadores não está disposto a abrir mão de Clary — especialmente o belo e irritante Jace, que por acaso ela descobriu ser seu irmão. E a única chance de salvar a mãe dos dois parece ser encontrar o perverso ex-Caçador de Sombras Valentim, que com certeza é louco, mau… e também o pai de Clary e Jace.

Para complicar ainda mais, alguém na cidade de Nova York está matando jovens do Submundo. Será que Valentim está por trás dessas mortes? E se sim, qual é o seu objetivo? Quando o segundo dos Instrumentos Mortais, a Espada da Alma, é roubada, a aterrorizante Inquisidora chega ao Instituto para investigar — e suas suspeitas caem diretamente sobre Jace. Como Clary pode impedir os planos malignos de Valentim se Jace está disposto a trair tudo aquilo em que acredita para ajudar o pai?

Nessa sequência de tirar o fôlego da série Os Instrumentos Mortais, Cassandra Clare atrai os leitores de volta para o lado mais obscuro do submundo de Nova York, onde amar nunca é seguro e o poder se torna a mais mortal das tentações.”

 

Chegamos ao segundo livro da série Os Instrumentos Mortais – Cidade das Cinzas – e Cassandra Clare me lembrou porque gosto tanto desses livros!
Li Cidade das Cinzas pela primeira vez em 2011, louca de curiosidade pra saber como todas as confusões do primeiro livro iriam se desenvolver… Nessa releitura eu pude ir com calma e analisar os detalhes, uma dica sobre os livros da Cassie Clare é ficar ligado nas entrelinhas. Ela está montando uma trama, vai deixando pistas pelo caminho como migalhas de pão… lá na frente (se prestar atenção aos detalhes) você com certeza vai ter um estalo e dizer: “Caraca! Essa mulher me deu a resposta disso no primeiro livro, mas só no terceiro ficou claro…” rsrsrs

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04jul • 14 internacional, Review

Resenha #38 The Dark Duet

Depois de muitos dias pensando nessa história, eu ainda não sei exatamente o que dizer. Confesso que o mundo que estou prestes a apresentar é intenso e chocante e complexo e, nem sei mais o que falar aqui. Eu levei muito tempo para montar essa resenha sem nenhum spoiler e tentar passar, de maneira verdadeira, o que esse livro significou para mim.
Claro que seria difícil escrever sobre ele, já que a autora levou 9 anos para termina-lo, mas é muito mais que isso. Como falar de um livro que te levou a extremos desde o começo? Um livro com personagens obscuros e complexos, mas também tão humanos, que você não sabe se deve amá-los ou se tudo que eles merecem é seu ódio?
Devo avisar que esta não é uma história de amor com finais felizes e pássaros cantando, onde você sorri do começo ao fim. É cheia de dor, angústia, dúvidas e crueldade. E, é claro, se você é sensível, NÃO LEIA ESTA RESENHA!

Título: Captive In The Dark
Série: The Dark Duet
Autor: C.J. Roberts
Editora: Neurotica Books
Classificação: 4 estrelas

Sinopse: Caleb é um homem com um único interesse: VINGANÇA. Raptado ainda menino e vendido como escravo por um gangster faminto por poder, ele não pensa em nada além disso. Por 12 anos, ele esteve imerso no mundo da escravidão sexual, procurando pelo homem que julga ter sido o responsável. Finalmente, o culpado por seu sofrimento aparece com uma nova identidade, mas não sem a mesma natureza. Se Caleb quer chegar perto o bastante para agir, deve se tornar exatamente aquilo que ele odeia e raptar uma garota bonita, para treiná-la com o fim de ser tudo o que ele foi um dia.

 
Olivia Ruiz, 18, acorda em um lugar estranho. Vendada e amarrada, existe apenas a voz calma de um homem para lhe dar as boas-vindas. Seu nome é Caleb, embora ele exija que ela o chame de Mestre. Olivia é jovem, bonita, ingênua e voluntariosa. Possui um sensualidade sombria que não pode ser contida ou negada, apesar de tentar fazer os dois. Embora amendrontada pelo homem forte, sadístico e arrogante que a mantém cativa, o que a mantém acordada em meio a escuridão é indesejada atração por ele.
 
AVISO: Este livro contém situações muito perturbadoras, duplo sentido, linguagem inapropriada e violência.

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03jul • 14 internacional, new adult, Review

Resenha #37 Better When He’s Bad (Welcome to The Point #1)

Título: Better When He’s Bad
Autor: Jay Crownover
Editora: William Morrow Paperbacks
Classificação: 4 estrelas

Sinopse: Bem-vindo à The Point… 

Há uma diferença entre um bad boy e um garoto que é mau… 

Conheça Shane Baxter. Sexy, obscuro e perigoso, Bax não está apenas no lado errado da estrada, ele é o lado errado da estrada. Um criminoso, bandido e brigão, ele era o mestre das más escolhas, até que uma dessas escolhas o fez ser preso por cinco anos. Agora Bax foi liberado e está procurando por respostas, e ele não se importa com o que precisa fazer ou com quem ele deve ferir para consegui-las. Mas há uma nova jogadora nesse jogo, e ela é muito inocente e delicada… e está bem em seu caminho. Dovie Pryce sabe tudo sobre ter uma vida difícil e sobre as duras escolhas que ela traz. Ela sempre tentou ser boa e ajudar os outros, e tentou não deixar que a escuridão tomasse conta de sua vida. Mas as ruas estão lutando, as coisas estão indo de mal a pior, e a única pessoa que pode ajudá-la é o mais assustador, sexy e complicado ex-condenado que The Point já colocou no mundo. Bax a aterroriza e desperta sentimentos que ela nunca imaginou vir a ter por um cara como ele. Mas não demora muito para que Dovie perceba … alguns garotos são melhores quando são maus.

 

“Você não precisa que ninguém te mostre como ser bom,
você é muito melhor quando é mau.”

 

Primeiro livro da série ‘Welcome to The Point’, este livro nos apresenta The Point, um lugar onde apenas os maus sobrevivem. E é nessa pegada que o livro começa, nos apresentando Bax, já metido em uma confusão.
Bax é um ex-condenado que acabou de sair da prisão, onde passou cinco anos se preparando para obter as respostas sobre a armação que o fez ir parar lá. A única coisa que ele não esperava, era que seu melhor amigo teria sumido da face da terra, sem deixar nenhum rastro e ter deixado Dovie, sua irmã, em sua proteção e atrapalhando seu caminho. Dovie é delicada, um pouco inocente demais para um cara como Baxter, mas a atração é inevitável.

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30jun • 14 internacional, intrínseca, resenha

Resenha #36 A Menina Que Roubava Livros

“Uma roubava livros, o outro roubava o céu…“
FATO: TODOS ROUBARAM O MEU CORAÇÃO.
Bem-Vindo à 2a. Guerra Mundial. Em plena Alemanha nazista, acontece uma história tão comovente, que conseguiu atrair a atenção da própria Morte e esta, por sua vez, se sente impelida a contá-la…
Preciso dizer que tinha meus receios com esse livro, mas não sei dizer por que. Tudo mudou quando um amigo começou a recitar o prólogo em pleno CHAT do facebook.

 

UM PEQUENO AVISO SOBRE CALEB HENRIQUE
Não deixe que este viajante literário recite nenhum prólogo de nenhum de seus livros favoritos para você. Ele tem o dom de fazer você se apaixonar e fazer loucuras pelo livro… 

 

Fui até a Livraria Cultura um dia e dei de cara com ele e confesso que pude sentir que ele me chamava. Era como se houvesse um imã, algo que me forçava a pegá-lo na mão e me agarrar a ele, tal qual a Liesel, nossa pequena roubadora de livros, fazia. Foi exatamente o que fiz e, após um fila básica e um cartão de crédito, ele estava em minhas mãos, forçando-me a abri-lo e embarcar em um trem em direção a um mundo que me ensinaria lições tão grandes, por meio de personagens tão simples.

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27jun • 14 Literatura Nacional, resenha

Resenha #35 Apaixonada Por Palavras

Título: Apaixonada Por Palavras
Autor: Paula Pimenta
Editora: Gutenberg
Classificação: 5 estrelas

Sinopse: Nos romances das séries “Fazendo meu filme” e “Minha vida fora de série”, Paula Pimenta conta a história de seus personagens. Já as 55 crônicas de “Apaixonada por palavras” contam o próprio dia a dia da autora. Aqui a protagonista é a Paula. Aqui é o destino dela que conta e que se conta. Aqui nos identificamos com ela e torcemos por ela. Aqui nos apaixonamos não por um personagem inventado, mas por uma pessoa de carne, osso, alma e, claro, palavras.


“Meu mundo se resume a palavras que me perfuram, as
canções que me comovem, a paixões que já nem lembro, a perguntas sem respostas,
a respostas que não me servem, à constante perseguição do que ainda não sei.
Meu mundo se resume ao encontro do que é terra e fogo dentro de mim, onde não
me enxergo, mas me sinto.” – Martha Medeiros


“O que me comove são palavras…”

Este é o tipo de livro que vai te deixar com um sorriso bobo nos lábios e fará com que lágrimas brotem dos seus olhos, da primeira palavra até a última. Confesso nunca ter lido um livro da Paula Pimenta antes e posso afirmar que não faço a mínima ideia do motivo, mas hoje me pergunto: “POR QUE NÃO LI ISSO ANTES?”. Acredito que esta foi a melhor escolha para começar a ler os livros desta autora maravilhosa. Pude me encontrar em quase todas as palavras contidas neste livro, foi incrível!

O modo como Paula escreve é tão humano! Faz você balançar a cabeça no meio do metrô lotado e atrair olhares de pessoas que pensam estar na presença de um maluco. Suas crônicas me fizeram rir alto em lugares estranhos, me fizeram chorar. Achei lindo o fato de ela derramar sua alma em cada linha e também achei muito louco o fato de sentir como se estivesse olhando no espelho.

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24jun • 14 Review

#8 Review Game of Thrones The Children – S04E10 ~ Season Finale ~

Essa demorou a sair porque eu não queria que acabasse (e estava doente), agora só ano que vem. Valar Dohaeris.

Eu sou saudosista, isso é uma verdade minha. Acho que ‘Saudades’ da Clarice me define inteiramente, mas não vim aqui para filosofar. Nesse episódio eu prestei atenção em cada detalhe da abertura, cada nome, foi tão triste e tão bom. Vi Porto Real (que ainda tem o Veado Coroado de Baratheon, o que eu acho estranho, ter só o Veado, porque a “bandeira” de Tommen, e de Joffrey também, é o Veado e o Leão, deveriam mudar isso), Braavos com seu Titã, Fosso Cailin que me fez lembrar dos homens de ferro esfolados, Winterfell que está destruída, a Muralha, Meeren a cidade de Dany, enfim olhei tudo o que pude, esse é o último episódio inédito que veremos nesse ano.

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24jun • 14 internacional, new adult, resenha

Resenha #34 Frigid

Título: Frigid
Autor: J. Lynn
Editora: Spencer Hill Contemporary
Classificação: 5 estrelas
Sinopse: Para Sydney, 21 anos, estar apaixonada por Kyler não é nenhuma novidade. Eles são amigos desde que ele a empurrou no parquinho e ela o obrigou a comer lama. Em algum momento, dentre todos esses anos, ela se apaixonou por ele e pra valer. Qual é o grande problema? Kyler é um galinha. Ele nunca ficou com uma menina por mais que algumas noites, e considerando que eles estão no último ano da faculdade, Syd não quer estragar sua amizade ao declarar seu amor.

 Kyler sempre colocou Syd em um pedestal que era muito alto para o seu alcance. Para ele, ela é tudo e perfeita. Mas seus sentimentos por ela foram sempre escondidos ou focados em qualquer outra mulher. Afinal, Kyler será sempre o coitadinho do lado errado do caminho, e Syd será sempre a única garota que ele nunca poderá ter.

Mas quando eles são colocados juntos em um Resort de Ski devido à uma grande tempestade de neve, não há nada que impeça seus intensos sentimentos pelo outro de aparecer. Sua amizade poderá sobreviver à atração? Ou melhor, será que eles sobreviverão? Porque enquanto a neve cai, alguém está à espreita, e essa viagem pode mudar suas vidas de várias maneiras.
 
“Eu te amei a vida toda, e te amaria pelo resto dela se você permitisse, Syd.” – Kyler
“Eu te amo e isso é eterno.” – Sydney
Preciso começar falando que esta foi uma das leituras mais fofinhas e “quentinhas” (sim, é isso mesmo que vocês leram :3) que eu já tive o prazer de fazer em minha vida. Este livro, como todos os livros da J, é lindo. O jeito que ela escreve alternando entre os dois personagens quase me fez ter um ataque. Meu coração batia mais forte a cada página que eu virava. Sim, isso é o quão bom este livro foi para mim!

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