17abr • 26 Alexandre Dumas, clássico, Conto de Fadas, ETA Hoffman, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros, Zahar

Resenha 494 O quebra-nozes

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Eis um livro para aquecer o coração! 

A história do quebra nozes é bastante conhecida, principalmente por conta do ballet e obviamente por ser um conto de fadas constantemente retratado. Eu conheci através do ballet e do filme da Barbie kkkk, mas recentemente decidi conhecer o original e adquiri o livro na Bienal, essa edição belíssima da Zahar e que conta com duas versões, a mais popular que é do Alexandre Dumas e a original do E.T.A Hoffmann. Ambas são muito semelhantes com um detalhe ou outro de diferença, mas já falaremos sobre isso, vamos a um resumo do livro. 

Esse conto de fadas vai nos apresentar a história de Marie e o dia de natal em que ela ganha um presente diferenciado, o Quebra Nozes. Era bem comum, na sua família, ela e o irmão ganharem presentes especiais do padrinho que era um inventor, eram presentes até bastante tecnológicos para a época, mas especificamente nesse ano eles ganham também o quebra nozes e esse, apesar de não ser dos mais belos presentes foi o que mais encantou nossa mocinha. 

Nessa mesma noite sua mãe permite que ela brinque um pouco mais de tempo com seus brinquedos novos e quando toda a casa já está dormindo, Marie vive uma das maiores aventuras de sua vida. Ela vê os seus brinquedos tomarem vida e o seu querido Quebra Nozes liderar uma batalha sangrenta contra o Rei dos Camundongo, e ele quase perde se não fosse a intervenção de Marie que acaba se ferindo gravemente. 

Durante seu período de recuperação ela ouve do padrinho a história do Quebra Nozes e como ele se transformou nessa criatura e a maldição que a rainha dos Camundongos tinha jogado sobre ele, motivo para ele ser tão feio apesar de útil e corajoso. Dali vai se desenvolver toda a história e o conto de fadas onde torcemos por um final feliz. 

Eu gostei bastante de conhecer a versão original de um conto que já é tão popular, mas que sofreu diversas modificações para se adaptar as diversas representações que ele tem. No ballet a principal mudança é o nome da personagem principal que é Clara e não Marie, bem curioso rs. 

A história é encantadora e eu amei ler, acho que ganha um encanto a mais quando lemos no período do natal, então fica a dica! Outra questão que quero comentar é sobre a edição possuir as duas versões, eu considerei sem necessidade, por elas serem muito semelhantes com uma diferença mínima. Acho que seria mais interessante se fossem livros separados e as pessoas adquirissem apenas se quisessem uma versão ou outra, entendo ter as duas na mesma edição como um bônus, mas fica repetitivo ler um e logo em seguida ler o outro. 

Sobre a edição, ela é belíssima, como todos os trabalhos da Zahar, amei as ilustrações, também confesso que um livro de capa dura não é dos mais confortáveis para se ler, mas tudo bem rs. Indico a leitura e já aviso que gostei mais da versão do Dumas, mais lúdica e encantadora, a do Hoffmann é mais fria e direta. Valeu pela comparação e pelo conhecimento, fica a dica e até breve!

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