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Resenha #333 Method

Por Barbara em 10 nov • 2020

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21jul • 15 book, distopia, lançamento, resenha

Resenha #101 Fragmentados (Unwind Dystology #1)

Título: Fragmentados
Autor: Neal Shusterman
Editora: Novo Conceito
Páginas: 320
Gênero: Distopia
Classificação: 5 estrelas

Compre o Livro
Sinopse: Em uma sociedade em que os jovens rejeitados são destinados a terem seus corpos reduzidos a pedaços, três fugitivos lutam contra o sistema que os fragmentaria .
Unidos pelo acaso e pelo desespero, esses improváveis companheiros fazem uma alucinante viagem pelo país, conscientes de que suas vidas estão em jogo. Se conseguirem sobreviver até completarem 18 anos, estarão salvos. No entanto, quando cada parte de seus corpos desde as mãos até o coração é caçada por um mundo ensandecido, 18 anos parece muito, muito longe.
O vencedor do Boston Globe-Horn Book Award, Neal Shusterman, desafia as ideias dos leitores sobre a vida: não apenas sobre onde ela começa e termina, mas sobre o que realmente significa estar vivo.

Estou surtando!

Gente! Que livro incrível!!! Estou me perguntando até agora como não tinha lido ele antes!!!

30 segundos de surtos depois…

Hey pessoal, como estão?

Hoje eu estou muito empolgada e louca para escrever sobre esse livro para vocês. Sério, a minha mente ficou alucinada e eu ainda estou na ‘vibe’ do livro, que acabei de terminar de ler, então preparem-se para uma resenha apaixonada!

“Eu prefiro ser parcialmente grande a ser completamente imprestável.

Fragmentados é uma distopia que nos apresenta uma sociedade reformulada após a Guerra de Heartland, que nada mais foi que a população dividida entre os Pró-Vida, aqueles que eram contra o aborto, e os Pró-Escolha, que entendiam que era uma opção da mãe abortar ou não. Para chegar a paz, foi desenvolvido uma lei que agradou ambos os lados e enfim a paz foi restabelecida.

Essa lei foi chamada de A Lei da Vida, ela protegia o feto, a criança e o adolescente até a idade de 13 anos. Sua vida deveria ser mantida e protegida até essa idade, a partir de então os pais teriam a opção de “abortar” a criança retroativamente caso não quisessem mantê-la por qualquer motivo, ou seja, doar seus órgãos e partes do corpo para que assim ela fosse útil para a sociedade de alguma forma. Esse processo passou a ser chamado de Fragmentação e uma pratica muito comum naquela sociedade.

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04jul • 14 internacional, Review

Resenha #38 The Dark Duet

Depois de muitos dias pensando nessa história, eu ainda não sei exatamente o que dizer. Confesso que o mundo que estou prestes a apresentar é intenso e chocante e complexo e, nem sei mais o que falar aqui. Eu levei muito tempo para montar essa resenha sem nenhum spoiler e tentar passar, de maneira verdadeira, o que esse livro significou para mim.
Claro que seria difícil escrever sobre ele, já que a autora levou 9 anos para termina-lo, mas é muito mais que isso. Como falar de um livro que te levou a extremos desde o começo? Um livro com personagens obscuros e complexos, mas também tão humanos, que você não sabe se deve amá-los ou se tudo que eles merecem é seu ódio?
Devo avisar que esta não é uma história de amor com finais felizes e pássaros cantando, onde você sorri do começo ao fim. É cheia de dor, angústia, dúvidas e crueldade. E, é claro, se você é sensível, NÃO LEIA ESTA RESENHA!

Título: Captive In The Dark
Série: The Dark Duet
Autor: C.J. Roberts
Editora: Neurotica Books
Classificação: 4 estrelas

Sinopse: Caleb é um homem com um único interesse: VINGANÇA. Raptado ainda menino e vendido como escravo por um gangster faminto por poder, ele não pensa em nada além disso. Por 12 anos, ele esteve imerso no mundo da escravidão sexual, procurando pelo homem que julga ter sido o responsável. Finalmente, o culpado por seu sofrimento aparece com uma nova identidade, mas não sem a mesma natureza. Se Caleb quer chegar perto o bastante para agir, deve se tornar exatamente aquilo que ele odeia e raptar uma garota bonita, para treiná-la com o fim de ser tudo o que ele foi um dia.

 
Olivia Ruiz, 18, acorda em um lugar estranho. Vendada e amarrada, existe apenas a voz calma de um homem para lhe dar as boas-vindas. Seu nome é Caleb, embora ele exija que ela o chame de Mestre. Olivia é jovem, bonita, ingênua e voluntariosa. Possui um sensualidade sombria que não pode ser contida ou negada, apesar de tentar fazer os dois. Embora amendrontada pelo homem forte, sadístico e arrogante que a mantém cativa, o que a mantém acordada em meio a escuridão é indesejada atração por ele.
 
AVISO: Este livro contém situações muito perturbadoras, duplo sentido, linguagem inapropriada e violência.

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