Aventura

Resenha #313 O Rei Corvo

Por Barbara em 16 Maio • 2020
31mar • 20 Aventura, Fantasia, jovem adulto, literatura estrangeira, Maggie Stiefvater, resenha, Resenhas de Livros, Romance, Verus

Resenha #308 Lírio Azul, Azul Lírio

Título: Lírio Azul, Azul Lírio
Série: A Saga dos Corvos
Ordem: 3
Autor: Maggie Stiefvater
Editora: Verus
Gênero: Fantasia/ Aventura/ Jovem Adulto/ Literatura Estrangeira
Páginas: 347
Ano: 2015
Classificação: 5 estrelas
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Sinopse: A complexa teia de intrigas, magia e ação torna-se ainda mais enigmática no terceiro volume da série

Blue Sargent encontrou coisas. Pela primeira vez na vida, ela tem amigos em quem pode confiar e um grupo ao qual pertencer. Os ¬garotos corvos a acolheram como se ela fosse um deles. Os infortúnios deles tornaram-se dela e vice-versa.
O problema de coisas encontradas, porém, é a facilidade com que podem se perder. Amigos podem trair. Mães podem desaparecer. Visões podem iludir. Certezas podem se desfazer.
Em Lírio azul, azul lírio, o leitor vai descobrir para onde Blue, Gansey, Adam, Ronan e Noah serão levados em sua jornada para encontrar o lendário rei galês Glendower.

Chegamos ao terceiro livro da Saga dos Corvos, se você não leu os anteriores, pode ser que encontre pequenos spoilers por aqui. Continue a leitura por sua conta e risco.

Bom, finalizamos Ladrões de Sonhos com a notícia chocante do desaparecimento de Maura, mãe de Blue. Lírio Azul começa alguns dias após o sumiço de Maura, todos acreditam que ela voltará em breve, mas isso não acontece e não temos notícias dela ainda. Com as aulas prestes a voltar, o tempo de exploração de nossos jovens aventureiros está mais curto e a verdade é que todos querem é encontrar Maura.

Tudo indica que o desaparecimento tem relação com todos os eventos extraordinários ocorridos após o despertar das linhas Ley, e a chegada do professor e mentor de Gansey leva-os a crer que em breve encontrarão as respostas que tanto buscam e possivelmente, Glendower.

Em paralelo a essa trama principal, cada personagem vai enfrentar várias questões próprias: Adam está cada vez mais envolvido com sua missão com Cabeswater, ele precisa aprender a controlar tudo o que está acontecendo, antes que seja tarde demais. Ronan tendo que lidar com a realidade de sua família e o perigo de ser quem é e possuir os poderes que tem.

Gansey em sua constante busca por Glendower e o motivo de ter sobrevivido, precisa entender as mudanças drásticas que ocorreu entre seus amigos após os eventos anteriores, e ainda lidar com o que sente por Blue… um conflito tenso, já que ela é meio que ex de Adam rs. E Blue precisa encontrar a mãe, tentar não beijar Gansey e encontrar em jeito de mantê-lo vivo, mesmo que seu tempo esteja cada vez mais perto de acabar.

Novos personagens, perigos sobrenaturais e se você está se perguntando porque não falei do Noah, bom, é melhor você descobrir por conta própria…

Em Lírio Azul, Azul Lírio, o foco da história volta para a busca por Glendower e entender o poder das linhas Ley e se seria possível trazer esse rei galês de volta à vida. Ao longo das páginas, o mistério vai se desfazendo e cada personagem vai entender seu papel nessa busca. Eles são uma equipe perfeita, onde cada um complementa a fraqueza do outro.

Como já disse, a Maggie criou personagens cheios de nuances e camadas, eles são interessantes em particular e perfeitos juntos. Os conflitos dessa amizade é o que deixa tudo mais real, onde é impossível não se identificar.

Não vou entrar em mais detalhes, só vou dizer que tem muito mais aventura, emoção e revelações nesse livro. A busca por Glendower está prestes a chegar ao fim, muitos mistérios são revelados, novos personagens aparecendo e a sensação e de que em breve o desfecho chegará. Leiam, essa série fica melhor a cada livro.

Até breve!

“Mas o que ela não tinha percebido a respeito de Blue e seus garotos era que todos estavam apaixonados uns pelos outros. Ela não estava menos obcecada por eles do eles por ela, ou uns pelos outros, analisando cada conversa e gesto, tornando cada piada uma brincadeira interminável cada vez maior, passando cada momento juntos ou pensando em quando se encontrariam de novo. Blue sabia perfeitamente que era possível existir uma amizade que não tomasse tanto sua vida, que não a excitasse. A questão era que, agora que ela tinha uma desse tipo, não queria outra.”

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