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Resenha #324 Drive

Por Barbara em 28 jul • 2020

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06jun • 16 adulto, drama, Erótico, resenha

Resenha #151 Epilogue (The Dark Duet #3)

Título: Epilogue
Autor: C.J. Roberts
Editora: Neurotica Books
Páginas: 209
Gênero: Adulto, Erotica, Dark, Romance
Classificação: 4 estrelas

Sinopse: Estou escrevendo porque você implorou. Você sabe como eu amo quando me imploram. Aliás, você, provavelmente, sabe de muitas coisas e as conhecem de cor e salteado. Quem sou eu? Bom, isso é o que eu estou tentando descobrir. Eu fui uma prostituta ainda muito jovem, um assassino desde a adolescência, e um monstro desde quando me tornei um homem. Eu sou o homem que raptou Livvie. Eu sou o homem que manteve cativa em um quarto escuro por semanas. Mas, mais importante, eu sou o homem que ela ama. Ela me ama. É perturbador, não é? Claro que há muito em nossa história para explicar em poucas palavras, mas eu não tenho como justificar meu comportamento naquela época. Acredito que, se você está lendo isso, eu não preciso me justificar. Você já encontrou suas próprias justificativas. Você está lendo isto, porque quer saber o resto da história. Você quer saber o que aconteceu naquela noite de verão em Setembro de 2010, a noite em que eu encontrei Livvie no The Paseo. Foi a noite em que minha vida mudou novamente. Não aconteceu exatamente como Livvie disse. Ela foi muito bondosa comigo ao recontar nossa história. A verdade é muito mais … complicada.


“Sobrevivência é a mais importante das coisas. 
Ela nos dá a chance de viver e encontrar todas as coisas 
que fazem a vida valer a pena. Eu encontrei redenção. 
Eu encontrei perdão. Eu encontrei amor.”
 

 

AVISO: Esta resenha pode conter SPOILERS. Se você ainda não leu a resenha dos dois primeiros livros, leia aqui.
Caleb e Livvie estão de volta e preciso confessar que, mesmo com toda a estranheza destes dois, eu senti falta deles. Então, só para situar todo mundo, a série tinha terminado naquele segundo livro, quando Caleb está lendo o livro de Livvie, onde ela conta o que aconteceu com ela quando ele a raptou. Óbvio que ela fez tudo parecer melhor do que realmente aconteceu, se é que podemos usar a palavra “melhor” nesse caso.

 

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