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Resenha #324 Drive

Por Barbara em 28 jul • 2020

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13ago • 15 distopia, resenha, Rocco

Resenha #106 Legend (Trilogia Legend #1)

Título: Legend – A verdade se tornará lenda
Autor: Marie Lu
Editora: Prumo/Rocco
Ano: 2011
Páginas: 256
Classificação: 5 estrelas

Compre o Livro
Sinopse: Ambientado na cidade de Los Angeles em 2130 D.C., na atual República da América, conta a história de um rapaz – o criminoso mais procurado do país – e de uma jovem – a pupila mais promissora da República –, cujos caminhos se cruzam quando o irmão desta é assassinado e a ela cabe a tarefa de capturar o responsável pelo crime. No entanto, a verdade que os dois desvendarão se tornará uma lenda. O que outrora foi o oeste dos Estados Unidos é agora o lar da República, uma nação eternamente em guerra com seus vizinhos. Nascida em uma família de elite em um dos mais ricos setores da República, June é uma garota prodígio de 15 anos que está sendo preparada para o sucesso nos mais altos círculos militares da República. Nascido nas favelas, Day, de 15 anos, é o criminoso mais procurado do país; porém, suas motivações parecem não ser tão mal-intencionadas assim. De mundos diferentes, June e Day não têm motivos para se cruzarem – até o dia em que o irmão de June, Metias, é assassinado e Day se torna o principal suspeito. Preso num grande jogo de gato e rato, Day luta pela sobrevivência da sua família, enquanto June procura vingar a morte de Metias. Mas, em uma chocante reviravolta, os dois descobrem a verdade sobre o que realmente os uniu e sobre até onde seu país irá para manter seus segredos.

Mais uma distopia chegando na área!

Acho que já deu para perceber que nós gostamos muito de distopia né? E é claro que não poderia deixar de resenhar essa trilogia que sou muito fã! Hoje é dia de Legend baby!

Em Legend, Marie Lu nos apresenta um futuro distópico onde nossos protagonistas vivem. Day é um dos fora da lei mais procurados da Republica, ninguém sabe como é sua aparência ou suas motivações, apenas que ele causa muitos problemas e nunca foi pego ou identificado.
Do outro lado da moeda nós temos June, uma jovem prodígio, famosa por ter marcado o número exato de pontos em sua prova de aptidão, aos 15 anos já estar se formando na faculdade e também por ser uma ‘encrenqueira’. June é uma garota da Elite que perdeu os pais muito cedo e foi criada pelo irmão, um oficial militar.

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23mar • 15 best book, distopia, resenha, Rocco

Resenha #86 Divergente (Trilogia Divergente #1)

Título: Divergente
Autor: Veronica Roth
Páginas: 502
Gênero: Distopia
Editora: Rocco
Classificação: 5 estrelas

Compre o Livro
Sinopse: “Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.
A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é.
E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.”

Divergente é sem dúvida uma das minhas distopias favoritas.Desde a primeira vez que li esse livro fiquei encantada com a sociedade que a Verônica Roth criou, os valores dos personagens, as regras e ideais de cada facção… tudo isso me fascinou e virei fã obviamente!

No primeiro livro da trilogia, nós somos apresentados a uma nova sociedade criada dentro da cidade de Chicago, ela é organizada em cinco facções: Amizade, Abnegação, Erudição, Franqueza e Audácia. Cada facção vive de acordo com regras bem específicas que os distinguem uns dos outros, o modo de vestir, falar, se comportar e etc definem a facção a qual cada pessoa pertence.

“Os costumes das facções ditam até como devemos nos comportar nos momentos de inatividade e estão acima das preferências individuais.”

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