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Resenha #128 Bom Dia, Sr. Mandela

Título: Bom dia, Sr. Mandela
Autor: Zelda la Grange
Ano: 2015
Editora: Novo Conceito
Gênero: Biografia
Classificação: 4 estrelas
 

Sinopse: Bom Dia, Sr. Mandela conta a extraordinária história de uma jovem que teve suas crenças, preconceitos e tudo em que sempre acreditou transformados pelo maior homem de seu tempo. A incrível trajetória de uma datilógrafa que, escolhida para se tornar a mais leal e devotada assessora de Nelson Mandela, passou a maior parte de sua vida trabalhando ao lado do homem que ela passaria a chamar de Khulu , ou avô.

“E ele não apenas mudou a minha vida, 
mas a de milhões de
outros…”
Em Bom dia, Sr. Mandela conhecemos a história de Zelda la Grange, assessora e amiga leal de Nelson Mandela. Uma mulher que nasceu e cresceu na África do Sul, em meio ao regime Apartheid, e que, após conhecer o Sr. Mandela, teve todas as suas crenças e convicções transformadas radicalmente pela convivência com esse homem formidável.
Durante o livro, a autora nos faz conhecer sua jornada ao lado de Mandela, descrevendo as mais diversas situações, onde ela pode aprender lições de extremo valor pessoal. É uma história incrível e uma leitura, embora um tanto densa e de ritmo um pouco lento, extremamente produtiva e construtiva.
Se você já admirava Mandela, após esta leitura ficará ainda mais maravilhada. Enxergar este homem pelos olhos de uma pessoa que conviveu durante tantos anos ao seu lado, tendo experiências excepcionais e transformadoras, é algo que você não irá esquecer e jamais irá se arrepender.
Está super recomendado!
“A maioria das pessoas jamais experimentará o que
testemunhei, 
portanto minha história é de transformações, de lentas
metamorfoses mentais 
e do sistema de crenças onde me encontro hoje. 
O leitor é
que tem de decidir se há algo com o qual ele ou ela poderá se identificar, 
ou
se há lições com as quais poderá aprender com minha história. 
Não sou eu quem
decidirá isso.”
“Se eu mudar uma vida por haver tocado outra pessoa com
minha história, 
terei cumprido meu dever.”

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