Posts escritos por: João Pedro Fraga

20out • 22 drama, Ficção, Fredrik Backman, Garotos entre Livros, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros, Romance

Resenha #425 Gente Ansiosa

Título: Gente Ansiosa
Autor: Fredrik Backman
Editora: Rocco
Páginas: 368
Ano: 2021
Gênero: Drama/ Ficção/ Literatura Estrangeira/ Romance
Classificação: 4,5 estrelas

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Sinopse: Best-seller instantâneo do New York Times, o novo romance do autor de Um homem chamado Ove é um “romance engraçado e emocionante”.

A busca por um apartamento não costuma ser uma situação de vida ou morte, mas uma visita imobiliária toma tais dimensões quando um fracassado assaltante de banco invade o apartamento e faz de reféns um grupo de desconhecidos.

O grupo inclui um casal recém-aposentado que procura sem parar, casas para reformar, evitando a verdade dolorosa de que não é possível reformar o casamento. Há um diretor de banco rico, ocupado demais para se preocupar com outras pessoas, e um casal que, prestes a ter o primeiro filho, não concorda sobre nada. Acrescenta-se uma mulher de 87 anos que já viveu demais para temer uma ameaça à mão armada, um corretor imobiliário assustado, mas ainda disposto a vender, e um homem misterioso que se trancou no único banheiro do apartamento, e assim completamos o pior grupo de reféns do mundo.

Cada personagem carrega uma vida de reclamações, mágoas, segredos e paixões prestes a transbordar. Ninguém é exatamente o que parece. E todos — inclusive o ladrão — estão desesperados por algum tipo de resgate. Conforme as autoridades e a imprensa cercam o prédio, os aliados relutantes revelam verdades surpreendentes e desencadeiam eventos tão inusitados que nem eles próprios são capazes de explicar.

Não poderia iniciar essa resenha (se muito) com essa citação que, basicamente resume o livro pra mim:

“Esta história fala de muitas coisas, mas sobretudo de idiotas. No entanto, é necessário deixar claro desde o início que é muito fácil afirmar que os outros são idiotas, ainda mais se você esquece o quanto é idiotamente difícil existir como ser humano. Especialmente se você estiver tentando agir como um ser humano razoavelmente bom para outras pessoas.”

Gente Ansiosa foi escrito pelo sueco Fredrik Backman e conta as histórias de diversos personagens que estavam em busca de um apartamento para comprar e se veem no meio de uma situação de reféns.

Iniciei essa leitura despretensiosamente, mesmo sabendo que a Netflix preparava uma adaptação – sabe a ânsia do leitor em consumir algo para poder ver a adaptação e criticar sem pena? Mais ou menos isso. Eu só não esperava ser arrebatado dessa maneira.

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04out • 22 Alfaguara, Ficção, literatura estrangeira, Literatura irlandesa, resenha, Resenhas de Livros, Romance, Sally Rooney

Resenha #423 Conversas entre amigos

Título: Conversas entre amigos
Autor: Sally Rooney
Editora: Alfaguara
Páginas: 264
Ano: 2017
Gênero: Ficção/ Literatura Estrangeira/ Literatura Irlandesa/ Romance
Classificação: 3,5 estrelas

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Sinopse: Frances, uma estudante de vinte e um anos que vive em Dublin, é escritora e apresenta em público suas peças de poesia com Bobbi, sua ex-namorada e melhor amiga. Ela é tímida, austera e distante; Bobbi é mais comunicativa e de fácil trato. Quando Melissa, uma notável fotógrafa e ensaísta, se aproxima de ambas para oferecer um perfil em uma renomada revista, elas aceitam com entusiasmo. Enquanto o encanto de Bobbi por Melissa aumenta, Frances se aproxima pouco a pouco de Nick, o marido-ator não muito bem-sucedido, e a relação de poder que se estabelece entre os quatro se torna cada vez mais complexa.

Escrito com precisão e inteligência, Conversas entre amigos é um relato impressionante das paixões e perigos da juventude. Neste romance de estreia, Sally Rooney consegue conciliar vulnerabilidade e força em um mundo que não tem nada de trivial.

A leitura de Conversas entre Amigos começou como uma sugestão de leitura coletiva (que, aparentemente, só eu acompanhei) e foi uma viagem a um mundo de cinismo e falta de amor-próprio. Mas foi bom?

“Eu queria as coisas para mim porque achava que eu existia.”

O livro de estreia da autora irlandesa é narrado em primeira pessoa, acompanhamos os pensamentos de Frances, uma estudante de literatura, e sua relação com aqueles que a cercam, Bobbi, a melhor amiga e ex-namorada, Melissa, uma fotógrafa e ensaísta, e Nick, um ator não muito bem-sucedido, marido de Melissa, ambos mais velhos que as duas amigas. Quando Melissa chama Frances e Bobbi para montar um artigo sobre elas, Bobbi se encanta com a ensaísta e Frances se aproxima de Nick. E com “se aproxima”, eu quero dizer que eles têm um caso tórrido. Ainda, cabe destacar que o livro possui bons personagens secundários, em especial Bobbi e outros colegas da faculdade.

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30maio • 20 Fantasia, Garotos entre Livros, intrínseca, jovem adulto, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros, Romance, Stephenie Meyer

Resenha #316 Crepúsculo

Título: Crepúsculo
Série: Crepúsculo
Ordem: 1
Autor: Stephenie Meyer
Editora: Intrínseca
Gênero: Fantasia/ Romance/ Jovem Adulto/ Literatura Estrangeira
Páginas: 416
Ano: 2008
Classificação: 3,5 estrelas
Compre o Livro
Sinopse: Isabella Swan chega à nublada e chuvosa cidadezinha de Forks – último lugar onde gostaria de viver. Tenta se adaptar à vida provinciana na qual aparentemente todos se conhecem, lidar com sua constrangedora falta de coordenação motora e se habituar a morar com um pai com quem nunca conviveu. Em seu destino está Edward Cullen. Ele é lindo, perfeito, misterioso e, à primeira vista, hostil à presença de Bella – o que provoca nela uma inquietação desconcertante.

Ela se apaixona. Ele, no melhor estilo “amor proibido”, alerta: Sou um risco para você. Ela é uma garota incomum. Ele é um vampiro. Ela precisa aprender a controlar seu corpo quando ele a toca. Ele, a controlar sua sede pelo sangue dela.O que Bella não percebe é que quanto mais se aproxima dele, maior é o perigo para si e para os que a cercam. E pode ser tarde demais para voltar atrás…

Combinando sensualidade e mistério, romance e fantasia, Stephenie Meyer produz uma trama de extraordinário suspense neste primeiro volume da série que marcou sua estréia literária. Tremendamente sedutor, Crepúsculo mantém seus leitores ligados até a última página.

No ano em que o primeiro livro da saga escrita por Stephenie Meyer completa 15 anos de seu lançamento estadunidense, eu me lancei a leitura dessa história, talvez a que mais divida opiniões entre leitores, e até escritores (sim, Stephen King, se você estiver lendo essa resenha, eu sei o que você disse sobre Crepúsculo), desse modo, tive que me mudar para Forks junto com Bella.

Admito que, por muito tempo, estive do lado dos que criticavam, mesmo nunca tendo lido uma frase escrita por Stephenie, obviamente eu estava do lado errado da história, não por criticar, mas por não conhecer aquilo que eu criticava. Mas não se preocupe, eu não li a obra para falar mal, seria uma completa perda de tempo fazer isso, em geral, quando me proponho a consumir algo eu quero gostar. Não foi diferente com Crepúsculo.

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07maio • 20 clássico, Ficção, Franz Kafka, literatura estrangeira, resenha, Resenhas de Livros

Resenha #312 A Metamorfose

Título: A Metamorfose
Autor: Franz Kafka
Editora: Antofágica
Páginas: 232
Ano: 2019
Gênero: Clássico/ Literatura Estrangeira
Classificação: 5 estrelas

Compre o Livro

Sinopse: Quando Gregor Samsa, certa manhã, acordou de sonhos intranquilos, tudo mudou. Não só em sua vida, mas no mundo. Ao se encontrar metamorfoseado em um inseto monstruoso, Gregor acompanha as reações de sua família ao perceberem o estranho ser em que ele se tornou. E, enquanto luta para se manter vivo e entender a sua nova realidade, reflete sobre o comportamento de seus pais, de sua irmã e de seu chefe, e de forma ainda mais angustiante, pensa na própria vida até então.

Uma mítica que criei para mim foi de que clássicos possuem uma leitura mais complicada e isso me afastou de grandes livros e consagrados autores, porém isso agora é passado.

Lutando contra tal estigma enveredei na leitura de A Metamorfose, conto mais conhecido do autor, lançado em 1915.

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20fev • 20 Autoajuda, intrínseca, literatura estrangeira, Mark Manson, Não Ficção, resenha, Resenhas de Livros

Resenha #303 A Sutil Arte de Ligar o F*da-se

Título: A Sutil Arte de Ligar o F*da-se
Autor: Mark Manson
Editora: Intrínseca
Páginas: 224
Ano: 2017
Gênero: Autoajuda/ Não Ficção/ Literatura Estrangeira

Compre o Livro

Sinopse: Chega de tentar buscar um sucesso que só existe na sua cabeça. Chega de se torturar para pensar positivo enquanto sua vida vai ladeira abaixo. Chega de se sentir inferior por não ver o lado bom de estar no fundo do poço.

Coaching, autoajuda, desenvolvimento pessoal, mentalização positiva – sem querer desprezar o valor de nada disso, a grande verdade é que às vezes nos sentimos quase sufocados diante da pressão infinita por parecermos otimistas o tempo todo. É um pecado social se deixar abater quando as coisas não vão bem. Ninguém pode fracassar simplesmente, sem aprender nada com isso. Não dá mais. É insuportável. E é aí que entra a revolucionária e sutil arte de ligar o f*da-se.

Mark Manson usa toda a sua sagacidade de escritor e seu olhar crítico para propor um novo caminho rumo a uma vida melhor, mais coerente com a realidade e consciente dos nossos limites. E ele faz isso da melhor maneira. Como um verdadeiro amigo, Mark se senta ao seu lado e diz, olhando nos seus olhos: você não é tão especial. Ele conta umas piadas aqui, dá uns exemplos inusitados ali, joga umas verdades na sua cara e pronto, você já se sente muito mais alerta e capaz de enfrentar esse mundo cão.

Para os céticos e os descrentes, mas também para os amantes do gênero, enfim uma abordagem franca e inteligente que vai ajudar você a descobrir o que é realmente importante na sua vida, e f*da-se o resto. Livre-se agora da felicidade maquiada e superficial e abrace esta arte verdadeiramente transformadora.

A escolha do livro como a primeira leitura do ano de 2020 foi equivocada. Devo confessar que não sou muito afeto a livros de autoajuda, mas o hype em cima desse livro (ele foi o livro mais vendido no Brasil no ano passado) me fizeram dar uma chance.

Durante a leitura alguns pontos me incomodavam, os privilégios do autor ficam escancarados e quando ele começa a falar que bens materiais não trazem felicidade e que o intelectual é mais importante que o material, acaba caindo no senso comum e se delonga nisso em muitas páginas.

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14maio • 16 Game of Thrones, Review

#13 Review Game Of Thrones S06E03 – Oathbreaker

Semanas com Game of Thrones passam rápidas demais, é cada teoria louca que surge, muitas suposições, frustrações e desejos; alguns fogem da internet para não verem spoilers, outros se jogam de cabeça nos Spoilers; alguns comentam o episódio ao vivo, outros só depois que acaba. Game of Thrones está quebrando a internet toda semana, não tá fácil.

 

Claramente, esse foi um dos mais aguardados de toda a série, depois do final do segundo episódio e as inúmeras promessas de um Jon Snow diferente, mudado pela experiência de morrer e voltar a vida, o trailer que trazia a Torre da Alegria, tão comentada nos livros, o hype estava bem alto e, para mim, não foi decepcionante.

Não tudo, pelo menos.

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06maio • 16 Game of Thrones, Review

#12 S06E01 The Red Woman e S06E02 Home

REVIEW DUPLA
Game of Thrones

S06E01 The Red Woman e S06E02 Home

Como é bom voltar a Westeros, fazia muito tempo que não passeávamos pelas ruas de Porto Real, pelos jardins de Jardim de Água ou pelo topo da Muralha, e cá estamos, juntos novamente para as surpresas dessa temporada que é a primeira que é baseada num livro que não foi lançado ainda (Ventos do Inverno sem previsão, inclusive). Agora estamos por conta das surpresas que D&D reservam para nós, mas isso é bom ou ruim? Veremos no decorrer dessa temporada.

De uma forma geral eu estou curtindo demais essa temporada, depois da irregularidade de alguns núcleos na última temporada (ALÔ DORNE) sinto uma segurança maior, não a questão da segurança das personagens que, como vimos, Valar Morghulis está sendo levado muito a sério, mas da história, agora caminhando por suas próprias pernas.

Sempre fui grande defensor da distinção dos produtos: Série é série, livros são livros. Não adianta, uma coisa será diferente da outra e isso tem que ser ruim? Não mesmo, surpresas nos aguardam em todos os meios, nos livros e na série, e surpresas diferentes, por vezes visões diferentes de se contar uma história e, volto a perguntar, isso é ruim? Penso eu que não e continuarei defendendo a minha série, com suas mudanças, com seus erros, GoT é um fenômeno inegável, você falando bem ou falando mal (mas gente, podem falar mal, a coisa é pública pra isso mesmo, você pode expressar sua opinião, não é só porque a maioria gosta que você não pode não gostar, cê pode até odiar, fica à vontade, mas fala o que cê pensa nos comentários ali). Mas vamos com isso então?

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17fev • 16 intrínseca, resenha

Resenha #134 Auggie & Eu – Três Histórias Extraordinárias

Título: Auggie & Eu – Três Histórias Extraordinárias
Autor: R. J. Palacio
Editora: Intrínseca
Páginas: 326
Classificação: 5 estrelas
Sinopse: A história de Auggie Pullman, o menino de aparência incomum que tem encantado milhares de leitores desde o lançamento do romance Extraordinário, em 2013, ganha agora novas perspectivas: Julian, Christopher e Charlotte, personagens da vida de Auggie, narram nos três contos reunidos no livro Auggie e eu seus encontros e desencontros com o amigo extraordinário.
O capítulo do Julian dá voz a um personagem controverso: o menino que liderava o bullying contra Auggie na escola. Enfim temos a oportunidade de entender o que o levou a agir dessa forma e o que Julian pensa das próprias ações. Em Plutão, o narrador é Christopher, o primeiro amigo de Auggie. Os dois meninos compartilham lembranças da infância e, apesar de terem se distanciado, aprendem que boas amizades sempre valerão um esforcinho a mais. Shingaling mostra Auggie pelos olhos de Charlotte, a única menina entre as três crianças escolhidas para apresentar a Auggie sua nova escola. Com ela entramos no universo das garotas e vemos como a chegada de Auggie afetou as relações entre elas.
Para quem sente saudades do menino cativante de feições e personalidade extraordinárias e tem curiosidade em saber mais sobre sua história, Auggie & eu é um verdadeiro presente.

 

Histórias Extraordinariamente Emocionantes.

Extraordinário, da R.J. Palacio, é o meu livro favorito. “Ué, cê não é o menino que, vez ou outra, aparece aqui falando das Crônicas de Gelo e Fogo?” Sim. “E não é sua série de livros favorita?” É sim. “Não estou entendendo nada, rapaz.” Já chegarei nisso, calma.

Recentemente, numa brincadeira entre amigos fiz a pergunta: Qual o meu livro preferido/favorito? Entre as opções figuravam A Guerra dos Tronos e Minha Metade Silenciosa, dois livros que eu muito elogio também, e no meio desses estava Extraordinário. Acho que ninguém acertou, ninguém parecia saber desse meu amor pela história de Auggie Pullman, mas ele existe e é grande, bem grande. Falarei de Extraordinário noutro dia.

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08maio • 15 Game of Thrones, Review

#11 Review Game of Thrones S05E03 – High Sparrow

Como prometido, cá estou eu em minha saga em alcançar os episódios e postar as reviews no tempo certo, o que venho falhando desde o começo da temporada, mas isso já vai acabar, acho.

Caminhe comigo pela Estrada do Rei.

EM BRAAVOS

O episódio começa com alguns takes de outros deuses, vemos o Coração Flamejante de R’hollor, o Estranho dos Sete e alguns outros que não tem nome, todos relacionados com… Eu já chego lá. Um grande salão com esses deuses e nomeio um poço(?) com uma água preta. Um homem está sentado na beira do poço com Jaqen, que lhe dá da água e ele diz Valar Morghulis, no que Jaqen responde Valar Dohaeris. Arya assiste àquela cena e vai ter com Jaqen, ela está indignada por ficar varrendo o chão e não aprender a ser um Homem sem Rosto. Jaqen ensina a ela, então, que TODOS OS HOMENS DEVEM SERVIR, e Homens sem rosto mais ainda. Arya diz que quer servir, mas Jaqen sabe o que ela quer e diz que para ela servir o Deus de Muitas Faces deve se tornar Ninguém.

Uma porta se abre e o homem que bebeu a água do poço, que agora está morto é levado. Arya pergunta para onde estão o levando, mas não obtém resposta. Arya está deitada em seu aposento quando a Menina entra, a menina pergunta quem é ela é Arya responde Ninguém. A resposta não agrada muito a Menina então ela bate em Arya três vezes, mas quando Arya busca pela sua espada, Agulha, Jaqen chega para interromper a briga. Arya não tem mais medo de matar, ela buscou a espada sabendo o que iria fazer, sabendo para que ela ia usar.

Ela grita que está pronta para qualquer coisa que ele precisar, para ser um Homem sem Rosto, para ser ninguém, mas ele questiona como ninguém está cercado pelas coisas de Arya Stark, ela então vai até o cais e joga as roupas na água, mesma água que ela tinha jogado a moeda, mas na hora de jogar Agulha ela para, dá para ver a cena de Jon dando a espada a ela, dela treinando com Syrio, ela precisava ficar com a espada que, diferente das roupas, estava com ela há tanto tempo e tinha tanto significado,  ela guarda a espada no meio das pedras para que possa encontra-la depois, quando necessário. Ninguém tem um pouco de Arya Stark.



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29abr • 15 Game of Thrones, Garotos entre Livros, Review

#10 Review Game of Thrones S05E02 – The House of Black and White

“Essa foi dos diabos” – R.R., João

 

Tenho semanas complicadas, essa não foi, tive muito tempo livre, só não tive internet disponível para postar tal texto, peço desculpas desde já e peço aos Sete que isso não se repita, bom, tirando isso, deixe-me falar desse episódio.

Sempre tirarei um tempo para falar dessa abertura que me encanta todas as vezes que a vejo, os pequenos detalhes, como o Brasão/Escudo Bolton em Winterfell são tão delicados e feitos com tanta sutileza que me fascinam, porém, Porto Real, que agora é dos Lannisters, em tese, não teve seu Brasão/escudo alterado. Talves porque Tommen seja metade Leão e metade Veado, enfim. Outro detalhe que me chamou atenção foi Braavos com as moedas de Arya rolando para o Banco de Ferro, que apareceu na temporada anterior, quando Stannis foi pegar um empréstimo.

AVISO: Abusarei dos gifs



EM BRAAVOS

ARYA!!!

Essa menina, que saudades dessa menina.

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20abr • 15 Game of Thrones, Review

#9 Review Game of Thrones S05E01 – The Wars To Come

Tã-tã-ã-nã-nã...

Gente, primeiramente mil desculpas, eu estava em semana de prova e não consegui conciliar com a review, espero que não aconteça de novo.

VOLTOOOOOOU! Depois de um longo e tenebroso inverno Game of Thrones volta a nos agraciar com sua presença todos os domingos (se não tiver um pequeno hiato como nos últimos anos). A série já voltou apresentando um episódio ótimo e preparando terreno para o que vem a seguir, afinal, GoT, diferente de outras séries, é linear, a história vai sendo contada sempre em linha reta, não há tempo de olhar para trás, até porque se olhar para trás…
Essa temporada de Game of Thrones já começou bem polêmica com o vazamento dos quatro primeiros episódios 24h antes da estreia mundial. Não discutirei aqui se é certo ou errado baixar esses episódios, mas se você baixou: não dê spoilers para os amiguinhos e, se tiver HBO em casa, assista ao episódio de novo. Sendo assim, comecemos.

 

EM PORTO REAL (ou quase isso)

D&D (David e Dan, os produtores da série) disseram há algum tempo que não haveriam flashbacks em GoT, depois da cena de Cersei disseram que esse não é um flashback “normal”, afinal não para uma cena e entra, ele introduziu a série, tenho que parar de delongas.

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24jun • 14 Review

#8 Review Game of Thrones The Children – S04E10 ~ Season Finale ~

Essa demorou a sair porque eu não queria que acabasse (e estava doente), agora só ano que vem. Valar Dohaeris.

Eu sou saudosista, isso é uma verdade minha. Acho que ‘Saudades’ da Clarice me define inteiramente, mas não vim aqui para filosofar. Nesse episódio eu prestei atenção em cada detalhe da abertura, cada nome, foi tão triste e tão bom. Vi Porto Real (que ainda tem o Veado Coroado de Baratheon, o que eu acho estranho, ter só o Veado, porque a “bandeira” de Tommen, e de Joffrey também, é o Veado e o Leão, deveriam mudar isso), Braavos com seu Titã, Fosso Cailin que me fez lembrar dos homens de ferro esfolados, Winterfell que está destruída, a Muralha, Meeren a cidade de Dany, enfim olhei tudo o que pude, esse é o último episódio inédito que veremos nesse ano.

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